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Terapia TRG

segunda-feira, 31 de maio de 2010

INTERNACIONALIZAÇÃO DA AMAZÔNIA


Durante debate em uma Universidade, nos Estados Unidos, o ex-governador do Distrito Federal, CRISTOVÃO BUARQUE, foi questionado sobre o que pensava da internacionalização da Amazônia. O jovem americano introduziu sua pergunta dizendo que esperava a resposta de um humanista e não de um brasileiro. Esta foi a resposta do Sr. Cristovão Buarque:

"De fato, como brasileiro eu simplesmente falaria contra a internacionalização da Amazônia. Por mais que nossos governos não tenham o devido cuidado com esse patrimônio, ele é nosso. Como humanista, sentindo o risco da degradação ambiental que sofre a Amazônia, posso imaginar a sua internacionalização, como também de tudo o mais que tem importância para a humanidade.

Se a Amazônia, sob uma ética humanista, deve ser internacionalizada, internacionalizemos também as reservas de petróleo do mundo inteiro. O petróleo é tão importante para o bem-estar da humanidade quanto a Amazônia para o nosso futuro. Apesar disso, os donos das reservas sentem-se no direito de aumentar o diminuir a extração de petróleo e subir ou não o seu preço.

Da mesma forma, o capital financeiro dos países ricos deveria ser internacionalizado Se a Amazônia é uma reserva para todos os seres humanos, ela não pode ser queimada pela vontade de um dono, ou de um país. Queimar a Amazônia é tão grave quanto o desemprego provocado pelas decisões arbitrárias dos especuladores globais. Não podemos deixar que as Reservas financeiras sirvam para queimar países inteiros na volúpia da especulação.

Antes mesmo da Amazônia, eu gostaria de ver a internacionalização de todos os grandes museus do mundo. O Louvre não deve pertencer apenas à França. Cada museu do mundo é guardião das mais belas peças produzidas pelo gênio humano.

Não se pode deixar esse patrimônio cultural, como o patrimônio natural amazônico, seja manipulado e destruído pelo gosto de um proprietário ou de um país. Não faz muito, um milionário japonês, decidiu enterrar com ele, um quadro de um grande mestre. Antes disso, aquele quadro deveria ter sido internacionalizado.

Durante este encontro, as Nações Unidas estão realizando o Fórum do Milênio, mas alguns presidentes de países tiveram dificuldades em comparecer por constrangimentos na fronteira dos EUA.

Por isso, eu acho que Nova York, como sede das Nações Unidas, deve ser internacionalizada. Pelo menos Manhatan deveria pertencer a toda a Humanidade. Assim como Paris, Veneza, Roma, Londres, Rio de Janeiro, Brasília, Recife, cada cidade, com sua beleza específica, sua historia do mundo, deveria pertencer ao mundo inteiro.

Se os EUA querem internacionalizar a Amazônia, pelo risco de deixá-la nas mãos de brasileiros, internacionalizemos todos os arsenais nucleares dos EUA. Até porque eles já demonstraram que são capazes de usar essas armas, provocando uma destruição milhares de vezes maior do que as lamentáveis queimadas feitas nas florestas do Brasil.

Nos seus debates, os atuais candidatos a presidência dos EUA tem defendido a idéia de internacionalizar as reservas florestais do mundo em troca da dívida. Comecemos usando essa dívida para garantir que cada criança do Mundo tenha possibilidade de COMER e de ir a escola. Internacionalizemos as crianças tratando-as, todas elas, não importando o país onde nasceram, como patrimônio que merece cuidados do mundo inteiro. Ainda mais do que merece a Amazônia. Quando os dirigentes tratarem as crianças pobres do mundo como um patrimônio da Humanidade, eles não deixarão que elas trabalhem quando deveriam estudar, que morram quando deveriam viver.

Como humanista, aceito defender a internacionalização do mundo.

Mas, enquanto o mundo me tratar como brasileiro, lutarei para que a Amazônia seja nossa. Só nossa!".

Cristóvão Buarque

terça-feira, 4 de maio de 2010

CARTA DE UM POLICIAL PARA UM BANDIDO

"DIREITO TEM, QUEM DIREITO ANDA"


SENHOR Bandido.

Esse termo de senhor que estou usando é para evitar que macule sua imagem ao lhe chamar de bandido, marginal, delinquente ou outro atributo que possa ferir sua dignidade, conforme orientações de entidades de defesa dos Direitos Humanos.

Durante vinte e quatro anos de atividade policial, tenho acompanhado suas "conquistas" quanto à preservação de seus direitos, pois os cidadãos, e especialmente nós policiais, estamos atrelados às suas vitórias, ou seja, quanto mais direito você adquire, maior é nossa obrigação de lhe dar segurança e de lhe encaminhar para um julgamento justo, apesar de muitas vezes você não dar esse direito às suas vítimas.
Todavia, não cabe a mim contrariar a lei, pois me ensinaram que o Direito Penal é a ciência que protege o criminoso, assim como o Direito do Trabalho protege o
trabalhador, e assim por diante.

Questiono que hoje em dia você tem mais atenção do que muitos cidadãos e policiais.
Antigamente você se escondia quando avistava um carro da polícia; hoje, você atira, porque sabe que numa troca de tiros o policial sempre será irresponsável em revidar.
Não existe bala perdida, pois a mesma sempre é encontrada na arma de um policial ou pelo menos a arma dele é a primeira a ser suspeita.

Sei que você é um pobre coitado. Quando encarcerado, reclama que não possuímos dependências dignas para você se ressocializar. Porém, quero que saiba que
construímos mais obras para o crime do que escolas ou espaço social, ou seja, gastamos mais dinheiro para você voltar ao seio da sociedade de forma digna do que com a segurança pública para que a sociedade possa viver com dignidade.

Quando você mantém um refém, são tantas suas exigências que deixam qualquer grevista
envergonhado. Presença de advogados, imprensa, colete à prova de balas, parentes, até juízes e promotores você consegue que saiam de seus gabinetes para protegê-los. Mas se isso é seu direito, vamos respeitá-lo.

Enfim, espero que seus direitos de marginal não se ampliem, pois nossa obrigação também aumentará. Precisamos nos proteger. Ter nossos direitos, não de lhe matar, mas sim de viver sem medo de ser um policial.

Dois colegas de vocês morreram, assim como dois de nossos policiais sucumbiram devido ao excesso de proteção aos seus direitos. Rogo para que o inquérito policial instaurado, o qual certamente será acompanhado por um membro do Ministério Público e
outro da Ordem dos Advogados do Brasil, não seja encerrado com a conclusão de que houve execução, ou melhor, violação aos Direitos Humanos, afinal, vocês morreram em pleno exercício de seus direitos.

Vigora em nosso pais uma lei que dá direito a família do preso a ficar recebendo dinheiro , se já não bastasse tantos outros incentivos como bouças isso, bouça aquilo; auxilio isso auxilio aquilo etc. Que no final das contas, só uma pequeníssima parcela são dignas do verdadeiro auxilio, que deveria ser provisório. * C. portela
Autor:
Wilson  Ronaldo Monteiro
Delegado da Polícia Civil do Pará 




domingo, 25 de abril de 2010

A EVOLUÇÃO DO ENSINO

Antigamente se ensinava e cobrava tabuada, caligrafia, redação,
datilografia... havia aulas de Educação Física, Moral e Cívica, Práticas
Agrícolas, Práticas Industriais e cantava-se o Hino Nacional, hasteando a
Bandeira Nacional antes de iniciar as aulas..
Tinha-se respeito pelos pais, tios, avós, pelas pessoas mais
velhas/experientes... cultivava-se a família e os amigos eram verdadeiros.
Hoje as crianças e os adolescentes primeiramente tem que saber o que é
cidadania na ótica comunista, sexo seguro com todos os apetrechos eróticos
que tem direito, igualdade racial, social, etc, português, matemática e
geografia ficaram em segundo plano diante da sociologia e da filosofia.
Quanta diferença!

Relato de uma Professora de Matemática:
Semana passada comprei um produto que custou R$ 1,58.
Dei à balconista R$ 2,00 e peguei na minha bolsa 8 centavos, para
evitar receber ainda mais moedas.
A balconista pegou o dinheiro e ficou olhando para a máquina
registradora, aparentemente sem saber o que fazer.
Tentei explicar que ela tinha que me dar 50 centavos de troco, mas ela
não se convenceu e chamou o gerente para ajudá-la.
Ficou com lágrimas nos olhos enquanto o gerente tentava explicar e
ela aparentemente continuava sem entender.
Por que estou contando isso? Porque me dei conta da evolução do ensino de
matemática desde 1950,
que foi assim:

1. Ensino de matemática em 1950:
Um cortador de lenha vende um carro de lenha por R$ 100,00.
O custo de produção desse carro de lenha é igual a 4/5 do preço de venda .
Qual é o lucro?

2. Ensino de matemática em 1970:
Um cortador de lenha vende um carro de lenha por R$ 100,00.
O custo de produção desse carro de lenha é igual a 4/5 do preço de
venda ou R$ 80,00.
Qual é o lucro?

3. Ensino de matemática em 1980:
Um cortador de lenha vende um carro de lenha por R$ 100,00.
O custo de produção desse carro de lenha é R$ 80,00.
Qual é o lucro?

4. Ensino de matemática em 1990:
Um cortador de lenha vende um carro de lenha por R$ 100,00.
O custo de produção desse carro de lenha é R$ 80,00.
Escolha a resposta certa, que indica o lucro:
( )R$ 20,00 ( )R$40,00 ( )R$60,00 ( )R$80,00 ( )R$100,00

5. Ensino de matemática em 2000:
Um cortador de lenha vende um carro de lenha por R$ 100,00.
O custo de produção desse carro de lenha é R$ 80,00.
O lucro é de R$ 20,00.
Está certo?
( )SIM ( ) NÃO

6. Ensino de matemática em 2009:
Um cortador de lenha vende um carro de lenha por R$100,00.
O custo de produção é R$ 80,00.
Se você souber ler coloque um X no R$ 20,00.
( )R$ 20,00 ( )R$40,00 ( )R$60,00 ( )R$80,00 ( )R$100,00

7. Em 2010 vai ser assim:
Um cortador de lenha vende um carro de lenha por R$100,00.
O custo de produção é R$ 80,00.
Se você souber ler coloque um X no R$ 20,00.
Se você é negro, pardo ou indígena não precisa responder
( )R$ 20,00 ( )R$40,00 ( )R$60,00 ( )R$80,00 ( )R$100,00



Kelem Montes Cardoso Mesquita
Coordenadora Pedagógica / UBEC-CENTAF
UBEC-Centro de Formação da Agricultura Familiar

quarta-feira, 31 de março de 2010

MPE RECOMENDA MAIS ATENÇÃO A JOVENS VICIADOS EM DROGAS

A promotora constatou carência de políticas públicas relacionadas a crianças com dependência química - Da Redação da Agência ContilNet  
A promotora substituta Maria Fátima Ribeiro recomendou à Prefeitura de Rio Branco que na formulação e na execução das políticas sociais públicas haja destinação privilegiada de recursos públicos nas áreas relacionadas com a proteção às crianças e adolescentes usuários de drogas . O objetivo é viabilizar a criação e manutenção de programas assistenciais específicos voltados
aos jovens dependentes químicos.

Ela também pede que em casos extremos de dependência química de crianças e adolescentes seja providenciado tratamento de desintoxicação, mesmo que fora do domicílio, pago pelo município.

Fátima destaca que, segundo o Estatuto da Criança e do adolescente, "é dever da família, da sociedade e do Estado assegurar à criança e ao adolescente, com absoluta prioridade, o direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária, além de colocá-los a salvo de toda forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão".

A promotora fala também que o artigo 204 da Constituição Federal estabelece que as ações governamentais na área da assistência social serão realizadas e organizadas de forma descentralizada, cabendo à União a coordenação e a emissão de normas gerais e ao Estado e ao município a coordenação e a execução de programas.

Através do acompanhamento das situações relacionadas a crianças e adolescentes em Rio Branco, o Ministério Público Estadual (MPE) constatou carência de políticas públicas e programas de atendimento relacionados a crianças com dependência química.

31 de março de 2010 06:57

CARLOS PORTELA disse...
Me parece que uma das funções básicas de um Estado/Município é investir e controlar o social, que bom se isso fosse prioridade.Os investimentos em valores éticos, morais e sociais estão sendo substituidos pelos pessoais, prevalecendo o "EU" e não o "NÒS", os planos de governos estão sendo substituidos por PLANO DE PODER.Investir em prevenção é muito mais ético e barato; porém não gera, de imediato, votos.
31 de março de 2010 07:14


domingo, 14 de março de 2010

O MAR DE LAMAS

* Publicado em fevereiro de 2006 em "o altoacre" e em abril, em " o rio branco"

É vergonhoso ou no mínimo constrangedor o que vem acontecendo em nosso país nos últimos tempos. Mas o que mais incomoda àqueles que têm um perfil de mudanças, é a mudança, tão rápida, daqueles que se diziam defensores de uma moralidade, que hoje, diante da situação, muitos se encontram calados dentro do seu mundo de vergonha; outros, continuam insistindo em defender o indefensável dos escândalos que aí se encontram, sujando mais ainda o caráter e a personalidade por aqueles que imaginavam que os mesmos o tinham. Onde estão aqueles que falavam em liberdade de expressão?
O nosso país, os estados, os municípios só vão começar a desenvolver-se verdadeiramente quando forem colocados à frente dos poderes, órgãos, ministérios, secretarias, etc. pessoas capacitadas para a função e compromissadas, principalmente, com o desenvolvimento social. Aliás, esta é uma das razões do Estado existir. As pessoas capazes para as funções têm condições de ajudarem o desenvolvimento; mas as incapazes e atreladas, só esperam e obedecem, são inferiores e incapazes de levantarem a voz por melhoras, por isso não deveriam assumir tais responsabilidades.
Aqui, em nossos municípios tem aumentado assustadoramente o índice de violência em todos os sentidos. Sendo a violência maior a falta de compromisso com a cidadania e o bem estar para com a população, por parte de algumas autoridades e políticos, que para satisfazerem a vontade do eleitor leigo, investem em bens materiais e pessoais, que é para terem condições, às vésperas da eleição, de pagar o trabalho do eleitor pidão, garantindo a eleição ou reeleição de muitos.
A cada dia que passa cresce a necessidade de inversão nos valores sociais e culturais, que estão desaparecendo a cada ano. Com isso só vem aumentando o índice de violência. Será que só prendendo “o ladrão de galinha” vai mudar esta situação? A maioria dos delinquentes já foi presa várias vezes e vão continuar no entra-e-sai das cadeias, em uma prova de que só a cadeia não resolve. Será que estou errado?
Nossos impostos cada vez maiores são capins pra ser devorados por corruptos??
portela@contilnet.com.br

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

SERÁ O NOSSO VOTO MANIPULADO!

Muitos defendem o " sagrado " direito do voto, é claro que na teoria é tudo muito bonito, tudo certinho, através dele podemos escolher quem irá nos representar. Mas na prática isso não acontece. As táticas políticas são sempre as mesmas. Não seria o voto mais uma forma de enganar o povo, dando a ele uma sensação de poder, que na realidade não existe? Esse "poder" é manipulado, basta prestar atenção nas propagandas políticas, à mídia é um instrumento de controle, "que pode fazer um candidato do nada, como também derrubar um do tudo" o próprio processo é um instrumento de controle. O que me parece errado é a instituição do voto obrigatório, que pune quem se abstêm de exercer o chamado dever cívico. Voto é voto. Deixar de votar ou votar nulo é também um modo de exercer a cidadania, afinal isso é democracia. O direito de escolha, Inclusive escolher"ninguém" , "votar nulo", também é um direito do cidadão. Votando dessa forma poderemos mostrar ao país que não estamos satisfeitos com toda a corrupção e não nos aliamos ao sistema. Dizer que o voto é um direito, é realmente falta de massa cinzenta na cuca, pois O VOTO É OBRIGATÓRIO!! Tudo o que é obrigatório não é democrático. Se eu não quiser votar, vão cancelar meu CPF. Assim, eu não posso abrir crediário, tomar posse em cargo público, fazer concurso público...e muito mais. Isso é democracia?? Ah, peraí...
Um povo que se deixa influenciar e se explorar merecem isso mesmo, acredito que não fazemos nada, porque é bem mais fácil ser oposição, ficar julgando, criticando, apontando erros.... fazer é muito difícil, exige esforço e consciência, então pra que levantar do lugar e lutar.
Para dar seu voto consciente, o eleitor deverá, pelo ao menos, examinar a vida pregressa do candidato. Como se comporta em relação a sua família. Que atitudes tomou em defesa da vida e da família; Como abordou o problema da corrupção; Com relação a emprego e distribuição de renda da pobreza, quais foram suas atitudes e opiniões, etc. Nem sempre os programas dos partidos e as ideias dos candidatos são claros, no que diz respeito à defesa da vida em todos os momentos de sua existência e a preservação dos valores cristãos, éticos e morais da família. Daí a necessidade de o eleitor conhecer melhor o candidato em que deva dar o seu voto. A final o nosso voto vai ser responsável também pelo bem estar daqueles que não votam; as crianças, aposentados, povos da floresta e os velhinhos. É verdade que, em época de eleição, mesmo a burguesia mais orgulhosa, se curva diante de sua Majestade, o pobre eleitor popular. Mas, terminada a eleição, o povo volta a sua vidinha e não se encontram mais.
Mas, de qualquer modo, existem eleições e os pobres eleitores vão às urnas, horas nas filas, para muitas vezes elegerem corruptos e incompetentes, que depois de eleitos só dizem amém, e não ajudam se quer defendendo bandeira em prol do povo. É no período eleitoral que ocorre a verdadeira distribuição de renda nesse país, que em contrapartida apenas oferece uma cidadania minúscula. As eleições no Brasil são capazes de operar verdadeiros milagres. Os “mensaleiros” foram absolvidos pelo nosso esquecimento. As “sanguessugas”, “cuequeiros”, “meieiros” também serão. Fala-se muito do julgamento das urnas, mas as urnas não colocam ninguém na cadeia. Fala-se em punição dos culpados, mas nem ao menos existe julgamento de políticos por aqui. Mas o Estado brasileiro continua esmagando o poder de compra da população com uma quantidade de imposto que além de ridícula é desumana. Quando é que vamos resolver a participar e realmente eleger nossos candidatos, em vez de apenas votar, aí sim assumiremos o poder de melhorar este maravilhoso país. Não se esqueça o seu voto alem de secreto é a única arma para mudança, faça a sua parte.

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

RESPEITEM OS NOSSOS VELHINHOS

Que seja abençoado cada filho que tem a coragem para olhar dentro de si, de maneira clara, e ver como realmente é: uns homens velhos, carcomidos, cheios de defeitos, depauperado. Um homem velho que carrega nas costas baús de lembranças ruins, de orgulhos tolos, de malquereres. Um homem que se encontra curvado de tantas lutas do dia a dia, para dar a sobre vivência da família. São homens honestos de condutas ilibadas, que não podem ser mais cidadãos e exercer seus direitos, embora exista Lei estadual neste sentido (N° l.343 de 2000), mas que continuam servindo para pagar imposto.
Abandonados e já desnutridos já nem sabem como é bom viver.
Pior que a pobreza, é a “pobreza envergonhada” de pessoas muito sós, tímidas que sofrem todas as suas carências num canto qualquer. ...Naquilo que deveria ser vergonhoso os “políticos” atuais e passados, que por desinteresse, incompetência ou outras coisas, nunca souberam amparar e respeitar quem verdadeiramente precisa e merece.
Denuncias de maus-tratos como: conflito familiar e pessoal, negligência asilar e hospitalar, discriminação, abandono, apropriação de seus bens, são atitudes que são consideradas comuns. Mas na verdade se trata de falta de respeito e falta de consideração para com os mesmos; como exemplo podemos citar a gratuidade nos ônibus, que atende só uma pequena parte, os outros tem que pagar.
No dia em que formos mais solidários, quando no final da vida o velho tiver onde morar, o que comer e remédios para controlar a saúde, ele será lucrativo para a sociedade ao invés de ser um peso. Pois nada é mais justo do que garantir ao idoso a sua integração com o desenvolvimento sócio-econômico e cultural. O “Estatuto do Idoso” não tem sido eficientemente aplicado. A reforma previdenciária foi feita, mais para resolver o déficitatividade para financiar aqueles que são aposentados. Uma pequena quantidade de aposentados ganha salários altíssimos, faltando dinheiro para os menos favorecidos, que é a grande maioria merecedora. financeiro da instituição. Embora sejamos um país em que o número de idosos está aumentando, e vai continuar crescendo, existem mais pessoas em
Há pessoas que trabalham uma vida inteira no duro e no fim da vida recebem uma aposentadoria miserável, outros trabalham poucas meia dúzia de meses e recebem aposentadorias milionárias, que são os políticos, que deveriam trabalharem em prol do povo. Mas são eles que fazem seu s próprios salários, e que também são eles que determinam o salários dos aposentados, e veja só o poder que você deu a eles.

REFLEXÃO

Pai, a vida é tão breve e passageira. Vejo-o tão tenso, preso nos seus próprios conceitos e preconceitos, mostrando ainda ser forte. Sei que não facilitei o nosso convívio, não me propus aproximar-me ainda mais de você. Também fiquei arredio, mas pai, hoje vejo tudo mais claramente e até por isso posso ver minhas falhas consigo. Tente se abrir, não tenha medo do mundo, o mundo é você.

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

FELIZ ANO NOVO

As pessoas valorizam muito a festa de Ano Novo, porque sentem o desejo e esperança de se renovar. As comunidades antigas expressavam isso através de ritos: jogavam fora roupas e objetos, querendo eliminar o que, em suas vidas, estava "envelhecido". É meia-noite no mundo, noite de 31 de dezembro, e, respeitadas as diferenças de fusos horários, promessas são feitas, desejos pensados, mal-entendidos superados. Momento mágico em que queremos acreditar que a mudança da folhinha no calendário pode mudar nossa vida. Geralmente em dezembro as pessoas começam a fazer as promessas para o ano seguinte: Mensagens de felicidade e de esperança, desejos de uma vida melhor sem violência sem sofrimento, emagrecer, fazer novos cursos, melhorar esta ou aquela situação, casa própria, veículo novo, viajar, encontrar o par ideal para um novo amor, etc. Porém após a passagem de ano, começam o ano novo com a mesma correria do ano anterior, à rotina estafante do dia-a-dia tendo em mente as promessas da passagem de ano. O que acontece efetivamente é que estas pessoas tiveram apenas o desejo, sem nenhum planejamento, ação ou monitoramento posterior. Desejo sem ação é ilusão, e poderá em alguns casos gerar desconforto ou insatisfações pessoais e/ou profissionais. "Tão importante quanto o futuro ou os planos para o futuro é o que fazemos no presente”. Olhe sempre os dois extremos, procure listar em uma página seus sonhos mais elevados e na outra tudo o que pode ser feito de maneira realista, pois ai terá as coordenadas entre a realidade e o desejo, e poderá traçar um rumo para suprir os espaços que precisa para a plena realização, tenha a sinceridade consigo mesmo. Nesta data, há uma forte tendência da sociedade falar e falar sobre a busca da paz e do amor. Mas o fato é que só o falar não resolve nada. Será que estamos realmente preocupados em ser um instrumento de paz, de amor e de cuidados para com o outro? Ou tudo isto acaba se perdendo na busca de "propriedades"?... A idéia psicológica de tempo é uma grande ilusão coletiva. Será que existe o tal ano velho e o tal ano novo. Na verdade o tempo não tem fim! O relógio não para e começa novamente a funcionar no início do ano! As dívidas, os juros, os problemas não ficaram zerados e como o tempo, não pararam. Não faltarão as grandes retrospectivas de crescimento político e social às promessas de esperança de um dos melhores anos da economia nacional. Para um povo que vive de promessas, nada mal! Nosso sortimento de promessas estará garantido para 2010. Não faltaram/ão declarações de políticos com suas mensagens maravilhosas para alegrar os sonhos da população. Parabéns por ter passado o natal e/ou passagem de ano em paz com familiares e amigos, neste momento raro de confraternização, que se renova a fé e a esperança. Desejo a todos um 2010 recheado de coisas boas e momentos felizes consigo e com o próximo, um abraço.

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

SEXO E NEUROSE

O problema da consciência, ou melhor, a luta da consciência com o impulso sexual foi o bode expiatório dos freudianos. Quando o rapaz corta o cordão umbilical e se liberta da influência da família, quando deixa de ser sexualmente controlado pela consciência dos pais e passa a ser governado pela própria consciência, tem de fazer diariamente variadas escolhas e opções. O impulso deseja sexo com a namorada, colega, vizinha, empregada, animais, a consciência do rapaz é quem permitirá fazer sexo ou não. Esse diálogo cotidiano entre a consciência e o impulso sexual pode se intensificar de tal hostilidade, de tal absorção, de tal violência consigo mesmo, transformando de diálogo em polêmica, de polêmica em duelo. E se essa consciência é impiedosa com os impulsos, então o rapaz deixa de ser o rapaz e se torna um flagelo espiritual. Dentro dele já não há mais uma luta e sim uma alucinação. É essa batalha, que quando atinge um limite já não suportável pelo rapaz que os psicanalistas chamam de neurose.
As pessoas que têm consciências bitoladas, intolerantes em se falando de sexo, são propícias para esta doença. Pregam tabuletas de “mal, de proibido” na porta do sexo, em cada parte de seu corpo, e tentam esconder a vontade sexual (libido). Constroem um código pessoal em relação ao sexo, às vezes com a maior das asnices, contra o código que Deus se deu ao cuidado de redigir para a dinâmica da libido. ...Também o sexo fazia parte do tudo criado por Deus. Logo o sexo também é “muito bom”, segundo vário passagens pela bíblia (Gênesis, Moisés, Jesus. Etc.).
Não é de se estranhar que a natureza comece a esbravejar que a libido comece a espernear acorrentada, que o impulso dê pontapés internos e reduza a cacos esta personalidade (neurose). “Neurose é precisamente o resultado desse desalentador fenômeno entre o impulso sexual e suas proibições”. Em seus estudos Freud logo idealizou a liquidação das neuroses pela libertação total do sexo. Especialmente libertar de antigos preconceitos e proibições, com isso o rapaz faria a profilaxia, a prevenção da neurose pela libertação do sexo.
Os educadores pós-modernos aprenderam com autênticos psicanalistas que o aluno privado de imposições da consciência será um pigmeu diante das imposições da vida. Privado do exercício cotidiano da consciência ele permanece débil, inferiorizado, psiquicamente pobre, candidato a neurótico quando chegar à hora de enfrentar a profissão, de conquistar a mulher, de concorrer na sociedade. Aprenderam que a consciência treina o rapaz para vencer as dificuldades inevitáveis da existência. Edificando a consciência de um rapaz nós estamos pondo nele os pólos da maravilhosa tensão. O pólo da consciência e o pólo dos impulsos sexuais. Do jogo sadio desses dois pólos é que nasce o rapaz dentro do menino, o homem dentro do rapaz.
portela@contilnet.com.br

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

CRÉDITO DE CARBONO 2

segunda-feira, 16 de novembro de 2009
CRÉDITO DE CARBONO
Surgido a partir do Protocolo de Kyoto, em 1997, o mercado de crédito de carbono foi a forma encontrada pelas mais de 150 nações signatárias para acelerar as metas de redução das emissões dos gases de efeito estufa, que entrou em vigor a partir de janeiro de 2005.

É um sistema que funciona com a compra e venda de unidades correspondentes à redução da emissão de gases que causam o efeito estufa. Dentre os gases do efeito estufa (GEE), que contribuem para o fenômeno de aquecimento do planeta, estão o dióxido de carbono, o monóxido de carbono, metano, óxido nitroso e óxidos de nitrogênio.

Para facilitar o entendimento podemos considerar créditos de carbono como um novo título a ser lançado no mercado capitalista mundial, uma nova "moeda" que tem como principal objetivo auxiliar na redução do aquecimento global.

Países ou empresas que conseguem reduzir suas emissões abaixo das metas do Protocolo de Kyoto geram créditos por essa redução excedente. Depois, eles podem vender esses créditos aos países que poluem acima de suas metas.

conforme o Protocolo de Kyoto, as nações industrializadas devem reduzir suas emissões de gases do efeito estufa,
Essas empresas podem adotar medidas de eficiência energética para atingir suas metas ou ir ao mercado e comprar créditos de carbono (um crédito de carbono equivale a 1 tonelada de dióxido de carbono). Daí a compensação: já que a empresa não vai conseguir reduzir suas emissões, ela compra esse "bônus" de terceiros.

Para que uma empresa tenha direito a vender créditos de carbono, precisa cumprir dois requisitos: contribuir para o desenvolvimento sustentável e adicionar alguma vantagem ao ambiente, seja pela absorção de dióxido de carbono (por exemplo, com o plantio de árvores), seja por reduzir o lançamento de gases do efeito estufa na atmosfera

Para alguns dos países desenvolvidos, reduzir a emissão de gases do efeito estufa pode significar prejuízos profundos, colocando em riscos suas economias, que são mantidas através da poluição. É justamente para evitar essa possibilidade de prejuízos na economia dos países desenvolvidos que foi criado pelo Protocolo de Kyoto um sistema chamado de Mecanismo de Desenvolvimento Limpo - MDL, inserido neste os créditos de carbono.

países desenvolvidos com metas de redução das emissões de dióxido de carbono podem investir em projetos que diminuam as emissões em qualquer outro país e contabilizarem as emissões não realizadas em sua cota. Uma empresas que não tem licenças suficientes para cobrir suas emissões de gases do efeito estufa-GEE devem fazer reduções ou então comprar créditos de carbono excedentes de outras corporações. Isso quer dizer que eles que são desenvolvidos porque desmataram e continuam usando métodos destrutivos da natureza, conseguem fazer leis para que os mesmos permaneçam desenvolvidos através da destruição da natureza, agora nós amazônidas, que estamos em desenvolvimento, temos que obedecer leis impostas por eles a nossos governantes que com certeza são os que lucram mais com o empenho de nossas florestas. É certo que temos que preservar nossas florestas, que temos de evitar poluição de qualquer natureza, principalmente as nossas queimadas para a agricultura e agropecuária; acontece que o pequeno agricultor finda recebendo só uma pequena sobra do benefício em nome do planeta: não pode derrubar, não pode queimar, não pode utilizar uma madeira para fazer uma casa para ele ou para familiares, mas essa madeira pode ser levada para outros estados ou países desenvolvidos, será que a natureza sabe decifrar se a madeira que sai é legalizada ou não, quer dizer se pagar caro pela legalização e projetos de fachadas pode? nós que vivemos na floresta, e dessa forma, nunca vamos poder pagar o preço que os países desenvolvidos pagam pelas nossas madeiras, assim, além de continuarem poluindo e crescendo ainda prejudicam o nosso desenvolvimento, ou será que já viram alguma forma de povos desenvolvido no meio da floresta (condições dignas de vida com saúde, educação, boas residências, saneamentos básicos, boas estradas e meios de transportes, boas escolas, universidades,bons meios de comunicação, etc). Acredito que pelo tamanho da quantidade de dinheiro que entra em nome dos povos amazônidas seria suficiente para melhorar a qualidade de vida, desde que fosse bem empregados, mas os colonos e agricultores, continuam sem alternativas de progressos, sem tratores para destocamento, aradamento, produtos para a correção do solo, sem ramais de qualidade e quando é feito é de má qualidade em relação ao preço que pagam ou dividem, assim acontece com todos os outros tipos de benefícios aos povos da floresta; que continuam sofrendo com tantas leis que aparecem em troca das nossas florestas intactas.
No Brasil já existem empresas envolvidas com esse processo, são as de Papel e celulose, usinas de açúcar, madeireiras e fábricas em geral. A Prefeitura de São Paulo também entrou no mercado, que promoveu dois leilões de créditos de carbono do aterro Sanitário Bandeirantes, na zona norte da cidade, em 2007 e 2008. a mesma recebeu tecnologias para a redução dos gases, quem patrocinou continuou a sua poluição e seu lucro. Ainda este ano em Copenhaque é esperado uma grande conferência sobre o cima mundial.

A preservação das florestas existentes não é contemplada como fonte de crédito de carbono, nesta primeira fase do protocolo de Kyoto Em julho de 2001, o acordo de Bonn definiu regras para projetos florestais no MDL referente ao primeiro período de compromisso (2008- 2012), e excluiu crédito para desmatamento evitado nesse período.
Embora o MDL pudesse render bastante dinheiro para o Brasil (Fearnside, 1999b, 2000a), muito mais poderia ser ganho se o País fosse aderir ao Anexo B e vender credito ganho pela diminuição do desmatamento.
Postado por CARLOS PORTELA às 03:03
Marcadores: Comportamento

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

O PREÇO DE FAMÍLIA EXPULSA DA BOLÍVIA

Até quando temos que suportar esta "lenga - lenga" do governo Boliviano com o Governo Brasileiro.

É sabido que mais cedo ou mais tarde todas as famílias que moram na faixa de fronteira de Pando, Vão ter que saírem.

O governo boliviano quer a faixa de 50 km desocupada de brasileiros, ele tem um projeto de ocupar essa área com bolivianos vindos do interior da Bolívia, há quem diga que as terras passarão a serem utilizadas para o plantio de folha de coca, que é o que está crescendo muito em seu país, isso faz sentido, pois nem os bolivianos daqui têm o costume de botar roçado, cortar seringa e quebrar castanha. Além de poder ser um projeto audacioso de ocupação em mãos e domínios dos presidentes Evo e Chaves; existe até planos e projetos de criação de bases militares em toda essa região de fronteira com o Acre. Ninguém quer saber o que eles (Evo e Chaves) estão planejando para o futuro em relação ao Brasil, Também é sabido que os brasileiros que vivem nessas regiões de Pando, sempre mantiveram uma boa relação e viveram em harmonia e que nunca se preocupavam de quem pertencia as terras onde os mesmos viviam. São milhares de brasileiros que agora, com esse projeto do presidente Evo, tem que saírem em uma forma de expulsão, e virem para o Brasil. Mas como vão voltarem se na maioria das famílias metade nasceu lá, e lá apesar de tudo já estão acomodados. No tempo que eles foram, por opção de trabalho, as terras tanto do lado Acreano quanto do Pandino, não tinham donos, agora apareceu Evo, e do lado brasileiro, apareceram reservas, grandes fazendeiros, grandes áreas indígenas, não se pode mais derrubar e queimar, não se pode tirar madeira “os pequenos” além de outras exigências.

O governo brasileiro até que vem tentando viabilizar recursos para o governo boliviano, a fim de que os brasileiros permaneçam lá; pois cá as terras já estão internacionalizadas e não se pode mexer.
Caso mil famílias dessas que vivem lá, seja obrigada a deixarem Pando, coisa que é bem provável depois das eleições de seis de dezembro, aonde iriam se instalar no Acre se o nosso sistema não oferece nem condições viáveis para cem famílias: nas rodoviárias, terrenos baldios, fazendas, reservas florestais, beira de estradas, etc. e serem expulsos pela justiça com a polícia derrubando e quebrando suas tralhas, e depois para onde eles vão. O caos social que isso pode acarretar para o nosso estado é muito grande, não pensaram nisso antes de empenharem nossas florestas, deram prioridades a floresta e fauna, para atenderem a um problema dos países desenvolvidos, em quanto o ser humano rural acreano ficou de segundo plano.
Cada uma dessas famílias vai precisar de terras, com pelo ao menos ramal. No caso de possíveis mil famílias, na época atual, necessitará de 50 hectares cada, já seriam 50 mil hectares, - De imediato os mesmos teriam de derrubar um hectare cada em um total de 1.000 hectares, piorando ainda mais as nossas estatísticas que são acompanhadas a risca pelos estrangeiros que vigiam as nossas/deles florestas, - De duas árvores para a construção de pequenas casas, total 2.000 isso se ainda encontrarem madeira nas medidas – Mil quilos de carnes por dia, podendo ser de caça, peixe e aves da natureza e caso ele precise de carne de gado, esse gado precisaria de formação de campo através de derrubada da mata e isso sem contar o consumo de arroz, feijão, farinha açúcar, etc. – Essas pessoa precisariam de atendimento médicos, aumentando ainda mais as grandes filas para se conseguir um atendimento medico e pior ainda de exames que demoram até mais de mês, - Escola, que já tem dificuldades de atender o existente, como ficaria. Com certeza muitas dessas pessoas acabaria nas periferias das cidades, sem experiências, sem escola, saúde, trabalho, lazer etc. O resultado nem se precisa comentar.
Nas mãos de quem vai parar esta “batata quente” e Qual a solução, já que essa situação vem rolando por vários anos e nem passou perto do planejamento dos administradores.

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

CRÉDITO DE CARBONO

Surgido a partir do Protocolo de Kyoto, em 1997, o mercado de crédito de carbono foi a forma encontrada pelas mais de 150 nações signatárias para acelerar as metas de redução das emissões dos gases de efeito estufa, que entrou em vigor a partir de janeiro de 2005.

É um sistema que funciona com a compra e venda de unidades correspondentes à redução da emissão de gases que causam o efeito estufa. Dentre os gases do efeito estufa (GEE), que contribuem para o fenômeno de aquecimento do planeta, estão o dióxido de carbono, o monóxido de carbono, metano, óxido nitroso e óxidos de nitrogênio.

Para facilitar o entendimento podemos considerar créditos de carbono como um novo título a ser lançado no mercado capitalista mundial, uma nova "moeda" que tem como principal objetivo auxiliar na redução do aquecimento global.

Países ou empresas que conseguem reduzir suas emissões abaixo das metas do Protocolo de Kyoto geram créditos por essa redução excedente. Depois, eles podem vender esses créditos aos países que poluem acima de suas metas.

conforme o Protocolo de Kyoto, as nações industrializadas devem reduzir suas emissões de gases do efeito estufa,
Essas empresas podem adotar medidas de eficiência energética para atingir suas metas ou ir ao mercado e comprar créditos de carbono (um crédito de carbono equivale a 1 tonelada de dióxido de carbono). Daí a compensação: já que a empresa não vai conseguir reduzir suas emissões, ela compra esse "bônus" de terceiros.

Para que uma empresa tenha direito a vender créditos de carbono, precisa cumprir dois requisitos: contribuir para o desenvolvimento sustentável e adicionar alguma vantagem ao ambiente, seja pela absorção de dióxido de carbono (por exemplo, com o plantio de árvores), seja por reduzir o lançamento de gases do efeito estufa na atmosfera

Para alguns dos países desenvolvidos, reduzir a emissão de gases do efeito estufa pode significar prejuízos profundos, colocando em riscos suas economias, que são mantidas através da poluição. É justamente para evitar essa possibilidade de prejuízos na economia dos países desenvolvidos que foi criado pelo Protocolo de Kyoto um sistema chamado de Mecanismo de Desenvolvimento Limpo - MDL, inserido neste os créditos de carbono.

países desenvolvidos com metas de redução das emissões de dióxido de carbono podem investir em projetos que diminuam as emissões em qualquer outro país e contabilizarem as emissões não realizadas em sua cota. Uma empresas que não tem licenças suficientes para cobrir suas emissões de gases do efeito estufa-GEE devem fazer reduções ou então comprar créditos de carbono excedentes de outras corporações. Isso quer dizer que eles que são desenvolvidos porque desmataram e continuam usando métodos destrutivos da natureza, conseguem fazer leis para que os mesmos permaneçam desenvolvidos através da destruição da natureza, agora nós amazônidas, que estamos em desenvolvimento, temos que obedecer leis impostas por eles a nossos governantes que com certeza são os que lucram mais com o empenho de nossas florestas. É certo que temos que preservar nossas florestas, que temos de evitar poluição de qualquer natureza, principalmente as nossas queimadas para a agricultura e agropecuária; acontece que o pequeno agricultor finda recebendo só uma pequena sobra do benefício em nome do planeta: não pode derrubar, não pode queimar, não pode utilizar uma madeira para fazer uma casa para ele ou para familiares, mas essa madeira pode ser levada para outros estados ou países desenvolvidos, será que a natureza sabe decifrar se a madeira que sai é legalizada ou não, quer dizer se pagar caro pela legalização e projetos de fachadas pode? nós que vivemos na floresta, e dessa forma, nunca vamos poder pagar o preço que os países desenvolvidos pagam pelas nossas madeiras, assim, além de continuarem poluindo e crescendo ainda prejudicam o nosso desenvolvimento, ou será que já viram alguma forma de povos desenvolvido no meio da floresta (condições dignas de vida com saúde, educação, boas residências, saneamentos básicos, boas estradas e meios de transportes, boas escolas, universidades,bons meios de comunicação, etc). Acredito que pelo tamanho da quantidade de dinheiro que entra em nome dos povos amazônidas seria suficiente para melhorar a qualidade de vida, desde que fosse bem empregados, mas os colonos e agricultores, continuam sem alternativas de progressos, sem tratores para destocamento, aradamento, produtos para a correção do solo, sem ramais de qualidade e quando é feito é de má qualidade em relação ao preço que pagam ou dividem, assim acontece com todos os outros tipos de benefícios aos povos da floresta; que continuam sofrendo com tantas leis que aparecem em troca das nossas florestas intactas.
No Brasil já existem empresas envolvidas com esse processo, são as de Papel e celulose, usinas de açúcar, madeireiras e fábricas em geral. A Prefeitura de São Paulo também entrou no mercado, que promoveu dois leilões de créditos de carbono do aterro Sanitário Bandeirantes, na zona norte da cidade, em 2007 e 2008. a mesma recebeu tecnologias para a redução dos gases, quem patrocinou continuou a sua poluição e seu lucro. Ainda este ano em Copenhaque é esperado uma grande conferência sobre o cima mundial.

A preservação das florestas existentes não é contemplada como fonte de crédito de carbono, nesta primeira fase do protocolo de Kyoto Em julho de 2001, o acordo de Bonn definiu regras para projetos florestais no MDL referente ao primeiro período de compromisso (2008- 2012), e excluiu crédito para desmatamento evitado nesse período.
Embora o MDL pudesse render bastante dinheiro para o Brasil (Fearnside, 1999b, 2000a), muito mais poderia ser ganho se o País fosse aderir ao Anexo B e vender credito ganho pela diminuição do desmatamento.

domingo, 18 de outubro de 2009

SOLIDÃO NA ADOLESCENCIA


Aspecto cruel que se origina nas paisagens do medo; sentir-se só, isolado, com ou sem pessoas à volta; sentir-se abandonado, desvinculado do mundo. “Estado de quem se acha ou vive só”
A necessidade de relacionamento humano, como mecanismo de afirmação pessoal, tem gerado vários distúrbios de comportamentos;
A solidão junta ao Stress e predispõe os adolescentes a comportamentos agressivos nas aulas. Muitos adolescentes de hoje sofrem tensões e frustrações perante os quais, se encontram muito sozinhos e indefesos. É assim que nasce a rebeldia agressiva, próprias das pessoas inseguras, a qual, por vezes, desemboca em condutas transgressivas e violentas. O stress pode ser a conseqüência de se viver num lar destruído ou de pertencer a uma família em que, de fato, não existe vida e/ou convívio familiar. Atualmente muitos pais proporcionam aos filhos tudo aquilo que eles lhes pedem no campo material, mas não lhes dão critérios morais, apoio emocional ou bons exemplos. Os adolescentes, para construírem a personalidade que está a nascer, têm necessidade de modelos com os quais se identifiquem, mas nem sempre os encontram na família. Pelo contrário, na rua encontram uma imensidão de pontos de referência que os desorienta. As expectativas poucos realistas de alguns pais, instalados na cultura do êxito. Querem, a todo custo, filhos vencedores; exigem-lhes que sejam os melhores da turma, que façam a carreira universitária, que eles não puderam fazer ou que está na moda, sem colocarem a questão de se os filhos têm capacidade ou interesse para isso. É freqüentemente que estes filhos acabem por ficar destruídos por dentro: culpam a si mesmo por não terem sabido compreender ao que se esperava deles. Os adolescentes dos nossos dias nascem e crescem numa sociedade na qual cada vez existe mais tendência para resolver problemas pela via da violência. Nota-se que também existe tolerância social para com as condutas violentas. A escolaridade obrigatória para uma criança ou adolescente que não quer estudar e que não lhes são oferecida os estímulos adequados, dão lugar a muitos casos de inadaptação nas aulas. Os inadaptados tornam-se violentos, e projetam a sua agressividade para o ambiente da turma. A sala de aula é o palco ideal para que os adolescentes possam representar a agressividade que foi gerada fora dela. Acostumados a fazerem aquilo que lhes apetece e não fazer aquilo que não lhes agrada, ficam irritados por terem de se adaptar a um plano de trabalho e a umas normas mínimas de convívio, boa educação e disciplina. Concluímos que os fenômenos de violência escolar requerem uma análise profunda: é preciso aprofundar nas suas causas pessoais, familiares e ambientais, e adaptar medidas de tipo preventivo. Isto implica formar seriamente os pais e os professores em temas de psicologia e de educação da adolescência. Ensina-los a ver o adolescente de forma positiva nessa importante etapa da vida; prepará-los para atender as necessidades emocionais e para lhes formar a vontade; ajudá-los a educar-los nos valores como a paz, a vida, o respeito, a tolerância e a solidariedade. “Solidão, mais do que estar só, é a insatisfação da pessoa com a vida e consigo mesma”.

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

VOCÊ DÁ OS PARABENS A SEU PROFESSÔR (A)?

Ser professor não é tarefa para qualquer um. Todos os professores tomam para si a missão de ensinar, não só letras e números, mas ensinar a paz, esperança, solidariedade, compromisso. O teu trabalho é o mais nobre; de ti pode nascer à razão e o progresso. Professor também tem cansaços, engolem dificuldades pessoais, contornam limites, superam até crises familiares e conjugais para se entregarem ao cotidiano de ensinar; O seu dia se torna cada vez mais esquecido, mal pago, desprezado, abandonado, tudo isso em relação ao que merecem; pois enfrenta batalhas de grande monta em busca do cumprimento de suas ações, enfrentando governantes que insistem em não valorizá-lo, a incompreensão da sociedade que quer transformar a escola em reformatórios ou depósitos de problemas, a transformação do saber em mercadoria e sofre ameaças ou similar, caso não esteja agradando os alunos, que são levados a tê-lo como empecilho ao seu desenvolvimento. AGORA SORRIA!! Esqueça o cansaço e a preocupação, porque há muita gente pedindo a Deus para que você tenha muita paz e seja muito feliz! Um paiz avança no progresso, quando os dirigentes são capazes e se interessa pelo destino da educação, como foi na Espanha, Alemanha, Irlanda, Coréia do Sul... Estamos passando um futuro de crise educacional, onde o assunto mais importante passou a ser MALAS, CUECAS e MENSALÃO em vez de PROFESSOR X EDUCAÇÃO. O que podemos esperar de um pais que não valoriza a contento, o maior legado que um ser humano poder receber “a EDUCAÇÂO”. “Quem tem dia mesmo são a maiorias dos políticos, os clientelistas, nepotistas, mafiosos”. Como acabar com a violência e outros: se a educação não é prioridade? È por isso que raramente nos lembramos de políticos, do Presidente ao Vereador e de secretários. Eles passam, mas o professor fica. Como também vemos parlamentares que se elegem pelas mãos do professorado, mas depois usurpa o título, que de outro modo é sagrado para quem perde até o sono, pelo dever a cumprir. Disse Cristovam Buarque no dia dos professores. “ O Brasil só terá um bom futuro se todos os professores forem bem formados, motivados, dedicados ao seu ofício e bem pagos, e que não se justifica pagar bem o professor que não for bem formado e dedicado. Um futuro que será bom no dia em que, ao nascer uma criança, seus pais digam com orgulho: quando crescer, será um professor ou professora”. E os professores onde estão? A categoria está envelhecendo e as estatísticas revelam que os jovens não querem ser professores, a opção por magistério indicam a falta de oportunidade qualquer. Em quanto durante séculos foi o sonho de muitos. Porque nos deixamos ser tratados assim? Será que perdemos a convicção da importância de sermos educadores?