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Terapia TRG

sábado, 15 de setembro de 2012

AREA DE LIVRE COMÉRCIO - ( ALC )


PROPOSTA, VEREADOR PORTELA 23000
Para que o nosso município tenha um impulso no desenvolvimento, será nescessário a implantação da ALC, a mesma já foi criada, só faltando a implantação, essa ALC é destinada a Brasiléia com a extenção a Epitaciolândia, LEI Nº 8.857, DE 8 DE MARÇO DE 1994. seus serviços são desenvolvidos na Cordenação Regional de Rio Branco em parceria com a SEFAZ - Ac.
Tenho participado das várias reuniões visando a implantação da ALC, inclusive no início deste ano tivemos dois encontros encabeçados pelo Sr. LUIZ COLETOR, que contou com a presença de Comerciantes, técnicos, MESSIAS RIBEIRO, ALVANIR, dentre outros.
Com a ALC, além do desenvolvimento dos comerciantes locais, trará grandes empresas e industrias aos nossos municípios atraidos pelas vantagens do IPI e ICMS e a isenção de tributos, além das vantagens das importações e exportações. Outras vantagens: - O insentivo ao turismo; Pequária, agropequária, piscicultura; beneficiamento de recursos minerais e de matérias-primas de origem agrícola ou florestal. Para se ter uma ideia do desenvolvimento é só vermos o que aconteceu em poucos anos em Cobija; esse desenvolvimento e movimento tem que ser nos nossos municípios, são milhões mensais que deixamos de ganhar, isso sem contar com os milhares de empregos à nossa população melhorando a nossa qualidade de vida como um todo.
Como vereador terei também como bandeira a luta por essa implantação, com a realização de Fórum de discussão dos problemas do Alto Acre, unindo vereadores e demais autoridades em prol de nosso desenvolvimento.
free shops
O Acre é um dos nove estados que serão contemplados com a instalação de Lojas Francas A lei que cria os free shops foi aprovada nesta quarta-feira 12 de setembro, pelo Senado.
A regulamentação vai ficar a cargo da Receita Federal. Agora o projeto segue para Câmara para nova apreciação e deve seguir para sanção da Presidência da República.  VOTE 23000

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Cristovam Buarque diz que a educação brasileira está falida


Cristovam Buarque: "O Brasil vive um apagão intelectual"
Cristovam Buarque: "O Brasil vive um apagão intelectual"
AGÊNCIA SENADO Brasília – Em pronunciamento nesta quinta-feira (16), o senador Cristovam Buarque (PDT-DF) saudou o lançamento de programa oficial para recuperação da infraestrutura física do país, mas lamentou que a presidente Dilma Rousseff não tenha convocado “todas as forças nacionais” para debater a crise na “infraestrutura intelectual” e a educação brasileira, que ele classificou de “depredada, podre, reprovada e falida para as exigências dos tempos atuais”.
- O Brasil vive um apagão intelectual – disse Cristovam.
Ele se referiu ao Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), divulgado pelo governo no último dia 14. O índice atribuiu as notas 3,8 e 3,9 às escolas públicas, em relação ao ensino médio e fundamental, e média 6 às escolas particulares.
- Abaixo de quatro, isso se chama reprovação. Abaixo de cinco já é reprovação, e as próprias escolas particulares têm média seis, que é uma nota medíocre, sofrível, permite passar, mas passa ali, arrastando. Não se constrói um grande profissional com média seis. Não se constrói um país com media seis nas escolas particulares, que são consideradas as melhores – afirmou.
Tragédia  – Cristovam observou que a “tragédia’ na educação repete-se há muitos anos, tanto quando se divulga o Ideb quanto o 88º lugar que o Brasil ocupa no ranking da educação da Organização das Nações Unidas (ONU), além do resultado do exame Pisa, que avalia a educação em 56 países “e o Brasil é o penúltimo e não se convoca o Conselho da República”, lamentou.
O senador pelo Distrito Federal disse ainda que “o pior” foi ele ter visto, “chocado”, o resultado do Ideb ter sido apresentado pelo Ministério da Educação como uma “grande vitória”.
- A tragédia não é culpa dele [o ministro da Educação, Aloizio Mercadante], que tem menos tempo no ministério do que eu fiquei. [Mas] ele não ajuda a educação ao comemorar com euforia um resultado trágico. O Brasil não pode se transformar em grande economia tirando nota seis, na escola particular, e média 3,8 nas escolas de pobres – afirmou.
Cristovam observou que “é muito preocupante ver que o governo comemorou a tragédia, comemorou a vergonha, em vez de assumir perante a opinião pública que em cinco séculos não se conseguiu resolver os problemas e construir uma economia baseada em mão de obra qualificada, não se conseguiu fazer a educação igual para todos, única forma possível de acabar com o atraso no país”.
- Avançamos ficando para trás. Coréia do Sul, Índia, China e Irlanda, que há trinta anos atrás estavam em situação pior que o Brasil, hoje estão melhor, pois fizeram o dever de casa. O nosso dever de casa é fazer com que as 300 melhores escolas do Ideb sejam transformadas em duzentas mil – afirmou.
Cristovam também defendeu a federalização da educação e disse que “deixar a responsabilidade da educação sob os ombros das prefeituras municipais, que são desiguais, é manter a desigualdade, e a igualdade só viria com a União assumindo a responsabilidade”.
O senador também cobrou a criação de uma carreira nacional do magistério público, “pagando muito bem, identificando vocações, quebrando a idéia de estabilidade plena”, e oferecendo escola de qualidade para ali os professores exercerem suas aptidões.
- Isso é possível, absolutamente necessário, extremamente urgente de ser iniciado, mesmo que [o resultado] leve 20 anos – afirmou.
Economia – Cristovam disse ainda que o que faz uma economia é a capacidade de inovar e de oferecer novos bens e serviços ao mercado, e esses só virão se o Brasil tiver alta base educacional, incorporada ao setor privado.
- Ninguém vai construir uma economia com ótimas estradas, portos, ferrovias e aeroportos se não tiver uma boa educação. Todas essas obras são necessárias, mas serão poucas diante das exigências crescentes de ciência e tecnologia na economia – afirmou.
Cristovam avaliou ainda que o programa de apoio à infraestrutura física lançado pelo governo “traz o carimbo da própria Dilma e do PT”, ao defender a idéia de que “a infraestrutura não deve ser uma questão estatal, mas do setor privado, com incentivos obviamente estatais”.
Ele observou que o anúncio do programa “demorou muito”, tendo em vista que a lei das parceiras com o setor privado tem quase 10 anos. Avaliou ainda que o lançamento do programa ocorre em um “momento lamentável, não por culpa do governo, mas da recessão mundial, que vai dificultar a vinda de capital e o aporte de recursos dos empresários brasileiros”.

quarta-feira, 18 de julho de 2012

AS VEZES AS CORRENTES QUE NOS IMPEDEM SÃO MAIS MENTAIS DO QUE FÍSICAS.
PENSE NISSO, POIS MUITAS VEZES AMARRAM VOCÊ EM NADA E VOCÊ ACREDITA!!!

Para refletir

quinta-feira, 5 de julho de 2012

ESQUERDAS LATINO-AMERICANAS SE REÚNEM EM CARACAS




Realiza-se em Caracas a partir desta quarta-feira (4) até a sexta (6), o 18º Encontro do Foro de São Paulo. Trata-se de importante evento político que galvaniza as atenções da esquerda não só na América Latina e Caribe, mas também em todo o mundo. Durante esses três dias, estarão reunidos mais de 600 representantes de 84 partidos de esquerda da região e muitos outros da Europa, África, Ásia e Oriente Médio.


É um momento propício para proceder a um balanço dos processos de integração na região, das lutas populares, dos processos eleitorais, das realizações dos governos progressistas e da luta anti-imperialista contra os planos hegemônicos dos Estados Unidos, a militarização e as tendências golpistas.

Nesse sentido, espera-se um pronunciamento contundente do Foro de São Paulo condenando o golpe de Estado no Paraguai, assim como o estabelecimento de mecanismos para a rápida reação da esquerda aos intentos de desestabilização provenientes das oligarquias nacionais e do imperialismo. Afinal, antes do Paraguai, houve o golpe em Honduras, em 2009, diversas intentonas golpistas na Bolívia e a ação para derrubar o presidente Rafael Correa no Equador, em 2010, para não falar do golpe fracassado em 2002 contra o presidente Chávez.

É de grande relevo o debate programado tendo em vista a aprovação de uma Declaração Final e um Plano de Ação que expressem a unidade latino-americana e caribenha na luta anti-imperialista e por transformações estruturais nos campos econômico, social e político, além da defesa firme dos processos de integração.

Como ocorre em todos os encontros do Foro de São Paulo, a assembleia final é precedida de reuniões de trabalho das secretarias regionais e da realização de oficinas temáticas nas quais se debate sobre as questões com mais concretude, observando as peculiaridades locais e setoriais. São reuniões indispensáveis para informar corretamente a elaboração do plano de ação e da declaração final. Elas incluem tópicos como o meio ambiente, migrações, defesa, afrodescendentes, segurança e narcotráfico, entre outros.

De maneira inédita o 18º encontro do Foro de São Paulo realizará o 1º Encontro das Mulheres, revelando que a questão de gênero ocupa cada vez mais espaço nos debates da esquerda latino-americana e caribenha. Concomitantemente, terá lugar o 4º Encontro das Juventudes e o 1º Encontro de Parlamentares, numa demonstração de que o Foro de São Paulo se torna cada vez mais abrangente e promove um forte enlace com o mundo político e os movimentos sociais.

Tudo isso assume grande relevância, ainda mais que o ponto alto do 18º encontro é a manifestação de solidariedade com a Venezuela bolivariana e a revolução democrática, popular e anti-imperialista encabeçada pelo presidente Chávez, sobretudo agora que o mandatário inicia a campanha pela sua reeleição.

Como já assinalamos neste mesmo espaço em momentos anteriores, a eleição presidencial na Venezuela, em 7 de outubro, é a principal batalha política na América Latina e Caribe no ano de 2012. A vitória do presidente Chávez com votação e maioria expressivas constituem um passo fundamental para consolidar o caminho revolucionário no país vizinho e assegurar a continuidade dos processos democráticos, independentistas e de integração em toda a região.

O imperialismo e a direita apoiam o candidato da oposição neoliberal e conservadora, Henrique Capriles, que posa de moderninho e renovador. É preciso denunciar essa farsa e derrotá-lo em toda a linha.

O apoio inequívoco do Fórum de São Paulo à reeleição do presidente venezuelano Hugo Chávez, além de ser uma expressão da solidariedade, é uma demonstração da visão estratégica da esquerda, que não se engana quanto à prioridade da batalha política que está em curso no país vizinho.

José Reinaldo Carvalho, editor do Vermelho

quinta-feira, 7 de junho de 2012

O QUE A BÍBLIA PERMITE E A IGREJA PROÍBE


e_proibidoO que a Bíblia permite e a igreja proíbe
Quem proíbe: a Bíblia ou a igreja?
A Bíblia proíbe que a mulher evangélica use jóias, batom, calça comprida, ou corte o cabelo? “Sim!”, dirão muitos evangélicos. “Não!”, dirão muitos outros evangélicos.
O grupo dos que dizem sim vai mais além.
Não é permitido:
* bater palmas durante o culto
* ir ao cinema
* ir à praia ou à piscina
* ouvir música não-evangélica
* assistir à televisão
* assistir a jogos de futebol
Afinal, a Bíblia proíbe mesmo tudo isto, ou não há respaldo nas Escrituras para essas proibições?
Após observar e estudar os usos e costumes praticados nas diversas denominações evangélicas brasileiras; após ouvir milhares de jovens em congressos; após traçar o perfil de igrejas proibitivas e não-proibitivas, e observar o testemunho e o comportamento dos membros dessas igrejas, o pastor Ricardo Gondim resolveu escrever este livro.
É Proibido traz, finalmente, para a mesa de debate, um dos temas mais polêmicos entre os assuntos relacionados às igrejas evangélicas em nosso país: até onde alguns homens têm ocupado o lugar de Deus para ditar proibições?
Existem muitas pessoas hoje longe das igrejas evangélicas e totalmente indiferentes à mensagem bíblica por terem sofrido disciplinas e exclusões. Motivo? Foram vistas de lábios ou unhas pintados, de cabelos cortados, usando calças compridas, colar, brincos, jogando bola, soltando pipa ou incorrendo na prática de alguma outra proibição imposta pela igreja que elas freqüentavam. Os líderes evangélicos que excluíram, ou influenciaram decisivamente na exclusão dessas ovelhas do seu rebanho, estariam praticando uma correta e sadia exegese bíblica?
Quando pregamos que a Igreja tem que estar separada do mundo, o que estamos querendo dizer com isto? Em que devemos nos diferenciar das pessoas que ainda não confessaram a Cristo como Salvador? Será que devemos nos levantar da mesa de um restaurante quando virmos que à mesa ao lado está sentada uma pessoa que bebe ou fuma?
Por ter comido com pecadores e publicanos; por ter permitido que seus pés fossem lavados e enxugados por uma mulher pecadora; por ter pregado a sós para uma mulher de Samaria de vida nada exemplar, e por ter morrido entre ladrões, certamente Jesus também seria excluído dessas igrejas.
Quando o Senhor ordenou que fôssemos luz do mundo e sal da terra, estava se referindo a esse desafio de vivermos em um ambiente onde reinam as trevas e a imundície, sem nos deixarmos contaminar por elas. Ele nos instruiu, pois, a influenciar positivamente o mundo com a luz e a preservar com sal aquilo que ainda pode ser preservado.
É sobre este e outros polemíssimos assuntos ligados ao tema geral dos usos e costumes em nossas igrejas, que disserta, de maneira equilibrada e bíblica, o autor deste livro.

 Comentário. Eu acrescentaria o seguinte questionamento: Se há tantos Ministérios institucionalizados, qual foi edificado por Cristo? Cristo preocupou-se em construir templos suntuosos ou em pregar o Reino de Deus às pessoas? Jesus em algum momento ensinou sobre a tão professada “postura cristã”? Jesus em algum momento arrecadou ou determinou que alguém, em seu nome, arrecadasse dinheiro para o seu ministério? Na verdade, observa-se muitas exigências colocadas pelo homem nos diversos ministérios como pré requisitos àquelas pessoas que almejam fazer parte da sua membrecia ou dela continuarem fazendo parte.
                     
 http://nihilsubsolenovum.wordpress.com/2009/04/30/o-que-a-biblia-permite-e-a-igreja-proibe-ricardo-gondim/

sábado, 2 de junho de 2012

POR QUÉ EVO MORALES PERSIGUE AL SENADOR ROGER PINTO



UNOAMERICA

Por UnoAmerica
Senador Roger Pinto Molina
Politica El senador Roger Pinto Molina, líder de la bancada opositora de la Asamblea de Bolivia, se encuentra desde el pasado 28 de mayo en la sede de la Embajada del Brasil en La Paz, solicitando asilo político. Es el caso más reciente de los centenares de perseguidos políticos que existen en Bolivia, entre quienes se encuentran gobernadores, parlamentarios, ex presidentes, ex candidatos presidenciales, dirigentes políticos y sociales, y ciudadanos comunes; quienes están presos, exilados, enjuiciados o
Miércoles, 30 de Mayo de 2012
El senador Roger Pinto Molina, líder de la bancada opositora de la Asamblea de Bolivia, se encuentra desde el pasado 28 de mayo en la sede de la Embajada del Brasil en La Paz, solicitando asilo político. Es el caso más reciente de los centenares de perseguidos políticos que existen en Bolivia, entre quienes se encuentran gobernadores, parlamentarios, ex presidentes, ex candidatos presidenciales, dirigentes políticos y sociales, y ciudadanos comunes; quienes están presos, exilados, enjuiciados o amenazados; y cuyo único delito ha sido disentir del gobierno de Evo Morales.

El caso de Roger Pinto es emblemático, porque se trata de uno de los bolivianos que más ha denunciado al gobierno, presentado pruebas de los crímenes que comenten altos funcionarios, no sólo por corrupción, sino también por narcotráfico, violación de derechos humanos, y delitos de lesa humanidad. En lugar de investigar sus denuncias, agentes del gobierno han interpuesto no menos de veinte juicios en su contra, radicados en diversas ciudades del país, obligándolo a viajar constantemente, para dar la cara en los tribunales. Recientemente, ya no se conformaban con los juicios, sino que comenzaron a llegar amenazas en su contra y en contra de su familia.

Cuando se comparan las persecuciones que existen en Bolivia con las de otros países del ALBA, como Venezuela, Cuba, Ecuador y Nicaragua, se observa un patrón común: el uso del poder judicial, manejado por el Ejecutivo, para perseguir a la disidencia. El patrón consiste en fabricar delitos, utilizando pruebas y testigos falsos, así como la mala praxis policial, para luego inculpar a las víctimas inocentes, las cuales son luego sentenciadas por fiscales y jueces corruptos. Paralelamente se utiliza el poder político y mediático del gobierno, para vender a  la opinión pública una imagen falsa de la víctima, haciéndola ver como culpable. En lugar de fusilar con balas, como se hacía antes en Cuba, se destruye a la persona con el poder judicial y con la propaganda negra.

Seguidamente se anexa un resumen del caso del senador Roger Pinto Molina, en donde se explica quiénes y por qué lo persiguen. Esperamos que con su lectura se motiven los ciudadanos de bien, particularmente los dirigentes políticos y los comunicadores sociales de América Latina, a asumir la defensa de los derechos humanos no solamente de esta víctima inocente, sino la de todos los perseguidos por el gobierno de Evo Morales.

Para ver el informe, haga click aquí

  http://unoamerica.org/unoTest/upload/apps/PersecucionAlSenadorRogerPintoMolina.pdf

* PONTO DE VISTA *  Portela
O rasil apoiou Zelaya em sua embaixada, mesmo de forma errada, segundo o descrito; Agora veremos o que vai ser decidido com o senador, que entrou com pedido de forma correta!!!!
                
Presença de Zelaya em embaixada brasileira é ilegal, diz especialista
Rosanne D'Agostino. Em 22/09/2009
Do UOL Notícias
Em São Paulo
Atualizada às 17h21

A presença do presidente deposto de Honduras, Manuel Zelaya, na embaixada brasileira em Tegucigalpa, onde está desde a segunda-feira (21), na atual situação é ilegal. É o que afirma o advogado Durval de Noronha Goyos, especialista em direito internacional, para quem, tanto Zelaya, ao usar a embaixada para incitar a população a lutar contra o governo interino, quanto o Brasil, ferem normas internacionais.
Segundo o advogado, ... o Itamaraty fere o direito internacional, pois, somente poderia abrigar Zelaya na embaixada caso concedesse asilo político a ele. "Zelaya teria que receber o status de exilado político, mas não foi assim que entrou na embaixada", afirma.

sexta-feira, 1 de junho de 2012

ESTRADA QUE CORTARÁ TERRAS PROTEGIDAS NO PERU AFETARÁ INDÍGENAS DO BRASIL

Moradores de município amazônico afirmam que rodovia acabará com "ilhamento involuntário"

Por: Estevan Muniz, da Rede Brasil Atual
Estrada que cortará terras protegidas no Peru afetará indígenas do Brasil Comunidade indígena que vive isolada na fronteira do Acre com o Peru pode ser dizimada com nova estrada (Foto: Funai)
São Paulo – O Congresso peruano poderá aprovar a construção da estrada Purus-Iñapari, que cortará três áreas protegidas do Parque Nacional Alto Purus. Moradores dessa região, organizados em torno do conselho paroquial local, afirmam que sofrem pelo isolamento e pedem pela construção da rodovia. Entretanto, entidades indígenas peruanas, a organização internacional que defende os direitos dos índios Survival International fazem campanha contra e alertam que ela colocará em risco de vida povos isolados na Amazônia peruana.
Leia mais:
  • Peru planeja explorar gás em território indígena com povos isolados
A construção fere a legislação do país, mas se os congressistas declararem que se trata de “necessidade nacional”, ela poderá ser levada adiante. A estrada ligará o município de Puerto Esperanza, na província de Ucayali, à cidade de Iñapari, na província de Madre de Dios, margeando a fronteira com o Brasil. Atualmente, a ligação de Puerto Esperanza com o resto do Peru depende exclusivamente de voos até Iñapari.
A região da fronteira do Peru com o Acre tem assistido a diversas violações aos direitos dos indígenas, por conta da exploração de madeira e do narcotráfico. Para a brasileira Fundação Nacional do Índio (Funai), a construção da rodovia Purus-Iñapari só iria agravar a situação. Em entrevista à BBC Brasil, há duas semanas, a coordenadora da Funai em Rio Branco, Maria Evanízia dos Santos, teria dito que haverá conflitos violentos com povos indígenas e que é possível um genocídio.
De acordo com a ativista Rebecca Spooner, da Survival International, organização que levou a questão ao âmbito internacional, “há vários povos isolados que vivem na área, tanto no Brasil, quanto no Peru, que frequentemente cruzam a fronteira – eles não têm ciência dos limites geográficos entre países”, disse Rebecca.
Ela teme, entre outras consequências, que o contato com estranhos faça os índios que vivem em isolamento contrairem doenças contra as quais não desenvolveram imunidade. “A construção vai afetá-los negativamente, não só por conta da estrada em si, mas porque ela atrairá imigrantes ilegais, madeireiros ilegais, o que é sempre o caso, com qualquer estrada, sobretudo no Peru, que não consegue combater a extração criminosa de madeira”, acrescentou.
Rebecca afirma que a construção da rodovia é um interesse do governo do Peru. “A construção definiria mais claramente a fronteira com o Brasil e facilitaria o controle. As pessoas que advogam pela estrada afirmam que ela impediria a constante invasão de brasileiros em suas terras”, contou.
As entidades Federación de Comunidades Nativas de Purús (Feconapu) e a Asociación Interétnica de Desarrollo de la Selva Peruana (AIDESEP) fizeram pedido ao Congresso do país de arquivamento do plano da construção. Na sexta-feira passada (25), as direções das entidades se reuniram com a congressista Verónika Mendoza, que encaminhou à Comissão de Transporte da Casa o projeto que declara a estrada necessidade nacional, mas os resultados da reunião ainda não foram divulgados. Verónika, em todo caso, acredita que a rodovia não afetará povos isolados e que é possível conter a exploração de madeira.
Procurado pela reportagem, o padre de Puerto Esperanza, Miguel Piovesan, não pôde responder, por estar incomunicável em regiões da Amazônia peruana. Contudo, o encarregado pelo Conselho Paroquial de Purus, José Manuel, afirmou que a situação em que se vive na região é cruel, por conta da falta de acesso. “Dependemos somente de um avião para entrar ou para sair desta 'prisão verde' deste parque mal desenhado, que nos impede qualquer avanço e desenvolvimento”, disse.
Ele afirmou que a construção da rodovia é pedido da população, do prefeito de Puerto Esperanza, da Frente Social da cidade e do bispo da região e que somente quatro dirigentes indígenas são contra a construção. “O absurdo que vivemos é que há muito interesse em cuidar da floresta e nenhum em cuidar das pessoas que aqui vivem”, afirmou Manuel. Para ele, trata-se de um "ilhamento involuntário". Puerto Esperanza carece de sistemas de saúde e de educação eficazes.
A ativista Rebecca afirmou que 80% da população de Puerto Esperanza é indígena, e que é possível presumir que boa parte da cidade é contrária à construção. “Há muitas pessoas que defendem uma melhoria no transporte, com mais aviões fazendo o trajeto. Para o desenvolvimento, você não precisa necessariamente de estrada. É o que vemos em muitas cidades amazônicas, que são acessíveis somente por avião ou barco.”
Para ela, trata-se de um conceito equivocado para definir o que seja progresso. A mensagem de Piovesan, disse, é de que as pessoas precisam progredir, precisam se juntar à sociedade de consumo. “Entretanto, muita gente indígena não quer estar conectada com o resto do Peru e querem felizmente caçar, pastorear e manter a agricultura em pequena escala, vivendo o que seus ancestrais viviam, ou algo que não signifique ter um carro e dirigir até Iñapari todo dia.”

domingo, 13 de maio de 2012

MAIS E MAIS HAITIANOS NOVAMENTE

A cada dia que passa, aumenta o número de haitianos, que estão novamente chegando em Iñapai-Peru, fronteira com Assis Brasil. No domingo 06 de Maio eram 43. Hoje domingo 13 de Maio foram cadastrado em Iñapari, pelo padre René, quase 60, e a previsão é de mais.
Em conversa com cada um dos Haitianos eles apontam para uma verdadeira máfia de coiotes que se utilizam das fragilidades em que passam os haitianos. A porta de entrada no Peru se dá por Águas Verdes, na fronteira com Equador pela cidade de Guaquillas. Eles contam que pagam em média 200 dólares pelo selo de migração para poder entrar no Equador e outros 200 para entrarem no Peru. Em Guaquillas o contato é feito por um haitiano, e em Águas Verdes por um peruano, que pegam seus passaportes e os devolvem já com vistos. Quase todos os passaportes têm data de 12 de janeiro com a permanência para 180 dias, é dito para os haitianos que a entrada para o Brasil está livre.
Uma das únicas pessoas que ainda se mantém preocupado com a situação dos Haitianos em território peruano, é o Padre René, ele nos contou que os haitianos já começam a passar fome, sem dinheiro para pagar hotel, os mesmos ficam na Igreja que não dispõe de banheiros adequados, e nem de colchões, etc.
O padre já encaminhou um e-mail aos integrantes do Mini MAP em Direitos Humanos, para que se promova um encontro, de preferência no lado brasileiro, para que se discuta a situação o mais breve possível.
“Achar uma solução digna para com os haitianos que se encontram fragilizados, não necessariamente no Brasil, é um dever das autoridades,Portela

quarta-feira, 2 de maio de 2012

RESPOSTA À REVISTA VEJA!

Sou professora do Estado do Paraná e fiquei indignada com a reportagem da jornalista Roberta de Abreu Lima “Aula Cronometrada”.  
É com grande pesar que vejo quão distante estão seus argumentos sobre as causas do mau desempenho escolar com asVERDADEIRAS  razões que  geram este panorama desalentador. Não há necessidade de cronômetros, nem de especialistas  para diagnosticar as falhas da educação.  Há necessidade de todos os que pensam que: “os professores é que são incapazes de atrair a atenção de alunos repletos de estímulos e inseridos na era digital” entrem numa sala de aula e observem a realidade brasileira. 
Que alunos são esses “repletos de estímulos” que muitas vezes não têm o que comer em suas casas quanto mais inseridos na era digital?  Em que pais de famílias oriundas da pobreza  trabalham tanto que não têm como acompanhar os filhos  em suas atividades escolares, e pior em orientá-los para a vida?  Isso sem falar nas famílias impregnadas pelas drogas e destruídas pela ignorância e violência, causas essas que infelizmente são trazidas para dentro da maioria das escolas brasileiras. 
Está na hora dos professores se rebelarem contra as acusações que lhes são impostas. Problemas da sociedade deverão ser resolvidos pela sociedade e não somente pela escola. Não gosto de comparar épocas, mas quando penso na minha infância, onde pai e mãe, tios e avós estavam presentes e onde era inadmissível faltar com o respeito aos mais velhos, quanto mais aos professores, e não cumprir as obrigações fossem escolares ou simplesmente caseiras, faço comparações com os alunos de hoje “repletos de estímulos”. Estímulos de quê?  De passar o dia na rua, não fazer as tarefas, ficar em frente ao computador, alguns até altas horas da noite, (quando o têm), brincando no Orkut, ou, o que é ainda pior, envolvidos nas drogas. Sem disciplina seguem perdidos na vida.
Realmente, nada está bom.  Porque o que essas crianças e jovens procuram é amor, atenção, orientação e disciplina.
Rememorando, o que tínhamos nós, os mais velhos,  há uns anos atrás de estímulos? Simplesmente: responsabilidade, esperança, alegria. Esperança que se estudássemos teríamos uma profissão, seríamos realizados na vida. Hoje os jovens constatam que se venderem drogas vão ganhar mais.
Para quê o estudo? Por que numa época com tantos estímulos não vemos olhos brilhantes nos jovens? Quem, dos mais velhos, não lembra a emoção de somente brincar com os amigos,  de ir aos piqueniques, subir em árvores?
E, nas aulas, havia respeito, amor pela Pátria.. Cantávamos o hino nacional diariamente, tínhamos aulas “chatas” só na lousa e sabíamos ler, escrever e fazer contas com fluência.
Se não soubéssemos não iríamos para a 5ª. Série. Precisávamos passar pelo terrível, mas eficiente, exame de admissão. E tínhamos motivação para isso.
Hoje, professores “incapazes” dão aulas na lousa, levam filmes, trabalham com tecnologia, trazem livros de literatura juvenil para leitura em sala-de-aula (o que às vezes resulta em uma revolução),  levam alunos à biblioteca e a outros locais educativos (benza, Deus, só os mais corajosos!) e, algumas escolas públicas onde a renda dos pais comporta, até a "passeios interessantes", planejados minuciosamente, como ir ao Beto Carrero.
E, mesmo, assim, a indisciplina está presente, nada está bom. 
Além disso, esses mesmos professores “incapazes”, elaboram atividades escolares como provas, planejamentos, correções nos fins-de-semana, tudo sem remuneração;
Todos os profissionais têm direito a um intervalo que não é cronometrado quando estão cansados. Professores têm 10 minutos de intervalo, quando têm de escolher entre ir ao banheiro ou tomar às pressas o cafezinho. Todos os profissionais têm direito ao vale alimentação, professor tem que se sujeitar a um lanchinho, pago do próprio bolso, mesmo que trabalhe 40h semanais.
E a saúde? É a única profissão que conheço que embora apresente atestado médico tem que repor as aulas. Plano de saúde? Muito precário.
Há de se pensar, então, que  são bem remunerados... Mera ilusão! Por isso, cada vez vemos menos profissionais nessa área, só permanecem os que realmente gostam de ensinar, os que estão aposentando-se e estão perplexos com as mudanças havidas no ensino nos últimos tempos e os que aguardam uma chance de “cair fora”.Todos devem ter vocação para Madre Teresa de Calcutá, porque por mais que se esforcem em ministrar boas aulas, ainda ouvem alunos chamá-los de “vaca”,”puta”, “gordos “, “velhos” entre outras coisas.
Como isso é motivante..e temos ainda que ter forças para motivar. Mas, ainda não é tão grave.
Temos notícias, dia-a-dia,  até de agressões a professores por alunos. Futuramente, esses mesmos alunos, talvez agridam seus pais e familiares.
Lembro de um artigo lido, na revista Veja, de Cláudio de Moura Castro, que dizia que um país sucumbe quando o grau de incivilidade de seus cidadãos ultrapassa um certo limite.
E acho que esse grau já ultrapassou. Chega de passar alunos que não merecem. Assim, nunca vão saber porque devem estudar e comportar-se na sala de aula; se passam sem estudar mesmo, diante de tantas chances, e com indisciplina... E isso é um crime! Vão passando série após série, e não sabem escrever nem fazer contas simples. Depois a sociedade os exclui, porque não passa a mão na cabeça. Ela é cruel e eles já são adultos.
Por que os alunos do Japão estudam? Por que há cronômetros? Os professores são mais capacitados? Talvez, mas o mais importante é  porque há disciplina. E é isso que precisamos e não de cronômetros.  
Lembrando: o professor estadual só percorre sua íngreme carreira mediante cursos, capacitações que são realizadas, preferencialmente aos sábados. Portanto, a grande maioria dos professores está constantemente estudando e aprimorando-se. Em vez de cronômetros, precisamos de carteiras escolares, livros, materiais, quadras-esportivas cobertas (um luxo para a grande maioria de nossas escolas), e de lousas, sim, em melhores condições e em maior quantidade..
Existem muitos colégios nesse Brasil afora que nem cadeiras possuem para os alunos se sentarem. E é essa a nossa realidade!  E, precisamos, também, urgentemente de educação para que tudo que for fornecido ao aluno não seja destruído por ele mesmo
Em plena era digital, os professores ainda são obrigados a preencher os tais livros de chamada, à mão: sem erros, nem borrões  (ô, coisa arcaica!), e ainda assim se ouve falar em cronômetros. Francamente!!!
Passou da hora de todos abrirem os olhos  e fazerem algo para evitar uma calamidade no país, futuramente. Os professores não são culpados de uma sociedade incivilizada e de banditismo, e finalmente, se os professores  até agora  não responderam a todas as acusações de serem despreparados e  “incapazes” de prender a atenção do aluno com aulas motivadoras é porque não tiveram TEMPO.
Responder a essa reportagem custou-me metade do meu domingo, e duas turmas sem as provas corrigidas.
Vamos fazer uma corrente via internet, repasse a todos os seus! Grata
Vamos começar uma corrente nacional que pelo menos dê aos professores respaldo legal quando um aluno o xinga, o agride... chega de ECA que não resolve nada, chega de Conselho Tutelar que só vai a favor da criança e adolescente (capazes às vezes de matar, roubar e coisas piores), chega de salário baixo, todas as profissões e pessoas passam por professores, deve ser a carreira mais bem paga do país, afinal os deputados que ganham 67% de aumento tiveram professores, até mesmo os "alfabetizados funcionais". 
Pelo amor de Deus somos uma classe com força!!! Somos politizados, somos cultos, não precisamos fechar escolas, fazer greves, vamos apresentar um projeto de Lei que nos ampare e valorize a profissão.
Vanessa Storrer - professora da rede Municipal de Curitiba!

BRASILEIROS SENTENCIADOS POR TENTAR COMPRAR GASOLINA


O cidadão Paulo Bastos, que foi preso ao tentar comprar dez litros de gasolina, é isso que está no inquérito, ele saiu  depois de três dias mediante ter pago  dois mil reais ao advogado boliviano, com o compromisso de assinar documentos uma vez por semana na entidade deles. E relação ao carro, ficou certo de hoje  ele pagar 10.000 (dez mil) bolivianos para que seu táxi possa ser liberado, segundo as autoridades bolivianas, o processo deve durar uns cinco meses e se ele comparecer toda semana para assinar, ao final o dinheiro é devolvido.
O outro que foi preso junto com ele , o Walderi, também recebeu a mesma sentença. Esse caso , mais o caso de Capixaba em que policiais bolivianos estão expulsando e maltratando brasileiros e mais o caso das lojas Halley, isso tudo estão deixando os brasileiros revoltados, boa coisa não é de se esperar. Portela

terça-feira, 1 de maio de 2012

CENTENAS DE HAITIANOS PODEM CHEGAR NA FRONTEIRA DO BRASIL


Essa nova leva de haitianos está preocupando as autoridades peruanas. Até hoje pela manhã tinha aumentado para 14 o número de haitianos, com apenas dois com visto peruano ( carimbo de Migração ) de Janeiro.
Leonor Mercedes Perales , que também faz parte do MAP,(intercâmbio de Madre de Dios, Acre e Pando) nos enviou um e-mail, contando da preocupação do  Prof Corvera e  governador de Iñapari - PERU com o problema. Esse problema vai mais além.
Segundo Leonor o Governador de Huaquillas - Equador, disse ter atualmente uns 340 haitianos em sua cidade só aguardando oportunidade dos coiotes para entrarem clandestinamente no PERU, os mesmos são envolvidos em corrupção para adquirir o carimbo no passaporte.
Os coiotes chegam a cobrar US$ 200 para cada trecho, burlando os controles policiais, em viagens de ônibus que são feitas pela parte noturna na rota Tumbes, Lima , Cusco, Pto Maldonado e Iñapari.



Existe um acordo em Iñapari da policia com os taxista e empresas de ônibus, proibindo os mesmos de carregarem haitianos, que caso isso aconteça eles retornariam com os haitianos até Puerto Maldonado, mas que o acordo foi quebrado pois já tem 14 haitianos no município.

Estes acontecimentos serão levados até o consulado peruano, para as providências. Também devem serem levados ao conhecimento das autoridades de Porto Príncipe no Haiti, haja vista os acordos feito com o Brasil, visando impedir a saída de haitianos sem o visto, e também que chegue até o conhecimento dos demais países que fazem a rota utilizadas pelos haitianos, como o Panamá, Equador, Republica Dominicana, etc. dessas decisões. Acima de tudo para impedir que estes imigrantes sejam alvo de chantagem e usado por coiotes, que segundo os imigrantes haitianos, os coiotes falam que depois que chegarem em iñapari o governador assina um documento e com isto eles ingressam no Brasil. Essa informação é falsa e contraria  as normas migratórias do Peru



O governo de Iñapari tem trabalhado em comum acordo com as autoridades policiais peruanas, mesmo assim não tem conseguido conter a entrada de imigrantes em seu pais. Portela

segunda-feira, 30 de abril de 2012

NOVA ONDA DE HAITIANOS


Já se encontra em IÑAPARI/Peru, nove haitianos. Os mesmos chegaram de forma clandestina em dois grupos, um de quatro e o outro de cinco. O padre René da região de Madre de Dios - Peru, atuante do MAP em Direitos Humanos, se deparou com essa situação, que segundo ele, não sabe o que vai fazer com os haitianos, já que acabaram todos os acordos existentes na região do MAP (Madre de Dios – Acre e Pando).
Sabemos que o Brasil continua sendo a preferencia dos Haitianos após os transtornos vividos pelos mesmos com o terremoto que arrasou Porto Príncipe, em 2010.
A pesar de todos os transtornos vividos pelos haitianos na região do MAP, o Brasil procurou de todas as formas acolher os mesmos, com alimentação, saúde, acomodação, documentos, empregos, etc. Tudo de forma humanitária. Mas também é sabido que o Brasil/brasileiro, sempre dá um jeitinho em tudo: Como fez com os haitianos durante o ano todo, e também com os quase trezentos que estavam em Iñapari, que tinham chegaram após os acordos, os mesmos, após vários meses de espera, foram resgatados de uma forma de Ação Solidária pelo governo do Acre, levando os mesmos de Assis Brasil ao Parque de Exposição em Rio Branco, após os tramites rotineiros e documentando os mesmos.
Também em Brasileia ainda se encontra mais de vinte haitianos que estão sendo ameaçados de deportação, esse grupo após ter recebido a notícia de deportação, se reuniram e disseram que preferem cometerem um “suicídio em massa”, de que voltar ao Haiti, após ter passado tanto sofrimento, mas que continuam esperançosos no Brasil, o que nos orgulha e muito. Essa esperança e certeza, de que o Brasil sempre dá um jeitinho, é que está levando a continuidade. Quem sabe se esses nove são apenas o início de novos grupos, aí pode recomeçar tudo de novo e nossa cidadezinha não suporta mais isso, da maneira que foi o ano de 2011, ao menos que os governantes primeiro preparem uma estrutura para acomodá-los.
E se tratando de Brasil e com relação à expulsão de brasileiros em Capixaba por policiais bolivianos e da prisão de brasileiros que estavam comprando gasolina em Cobija (noticiários da semana), nos levam a crer que a política externado Brasil é passivista e não pacífica. Carlos Portela