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Terapia TRG
quinta-feira, 19 de março de 2009
" Se duvidas, esperem "
Diante de uma conjuntura formada na América do Sul, e de como estão acontecendo as políticas nas maiorias dos paises Sul americanos,com apoio de outros paises, não pode se duvidar que Lula seja candidato novamente a presidente, ou se caso não der certo, poderá ganhar Dilma, ou quem eles quiserem. "Se duvidas, esperem". Veja também o que poderá ocorrer na Bolívia? Não se surpreenda.
terça-feira, 17 de março de 2009
SEXO E NEUROSE
O problema da consciência, ou melhor, a luta da consciência com o impulso sexual foi o bode expiatório dos freudianos. Quando o rapaz corta o cordão umbilical e se liberta da influência da família, quando deixa de ser sexualmente controlado pela consciência dos pais e passa a ser governado pela própria consciência, tem de fazer diariamente variadas escolhas e opções. O impulso deseja sexo com a namorada, colega, vizinha, empregada, animais, a consciência do rapaz é quem permitirá fazer sexo ou não. Esse diálogo cotidiano entre a consciência e o impulso sexual pode se intensificar de tal hostilidade, de tal absorção, de tal violência consigo mesmo, transformando de diálogo em polêmica, de polêmica em duelo. E se essa consciência é impiedosa com os impulsos, então o rapaz deixa de ser o rapaz e se torna um alucinaçao. Dentro dele já não há mais uma luta e sim uma alucinação. É essa batalha, que quando atinge um limite já não suportável pelo rapaz que os psicanalistas chamam de neurose.
As pessoas que têm consciências bitoladas, intolerantes em se falando de sexo, são propícias para esta doença. Pregam tabuletas de “mal, de proibido” na porta do sexo, em cada parte de seu corpo, e tentam esconder a vontade sexual (libido). Constroem um código pessoal em relação ao sexo, às vezes com a maior das asnices, contra o código que Deus se deu ao cuidado de redigir para a dinâmica da libido. ...Também o sexo fazia parte do tudo criado por Deus. Logo o sexo também é “muito bom” segundo várias passagens pela bíblia (Gênesis, Moisés, Jesus. Etc.).
Não é de se estranhar que a natureza comece a esbravejar, que a libido comece a espernear acorrentada, que o impulso dê pontapés internos e reduza a cacos esta personalidade (neurose). “Neurose é precisamente o resultado desse desalentador fenômeno entre o impulso sexual e suas proibições”. Em seus estudos Freud logo idealizou a liquidação das neuroses pela libertação total do sexo. Especialmente libertar de antigos preconceitos e proibições, com isso o rapaz faria a profilaxia, a prevenção da neurose pela libertação do sexo.
Os educadores pós-modernos aprenderam com autênticos psicanalistas que o aluno privado de imposições da consciência será um pigmeu diante das imposições da vida. Privado do exercício cotidiano da consciência ele permanece débil, inferiorizado, psiquicamente pobre, candidato a neurótico quando chegar à hora de enfrentar a profissão, de conquistar a mulher, de concorrer na sociedade. Aprenderam que a consciência treina o rapaz para vencer as dificuldades inevitáveis da existência. Edificando a consciência de um rapaz nós estamos pondo nele os pólos da maravilhosa tensão. O pólo da consciência e o pólo dos impulsos sexuais. Do jogo sadio desses dois pólos é que nasce o rapaz dentro do menino, o homem dentro do rapaz.
As pessoas que têm consciências bitoladas, intolerantes em se falando de sexo, são propícias para esta doença. Pregam tabuletas de “mal, de proibido” na porta do sexo, em cada parte de seu corpo, e tentam esconder a vontade sexual (libido). Constroem um código pessoal em relação ao sexo, às vezes com a maior das asnices, contra o código que Deus se deu ao cuidado de redigir para a dinâmica da libido. ...Também o sexo fazia parte do tudo criado por Deus. Logo o sexo também é “muito bom” segundo várias passagens pela bíblia (Gênesis, Moisés, Jesus. Etc.).
Não é de se estranhar que a natureza comece a esbravejar, que a libido comece a espernear acorrentada, que o impulso dê pontapés internos e reduza a cacos esta personalidade (neurose). “Neurose é precisamente o resultado desse desalentador fenômeno entre o impulso sexual e suas proibições”. Em seus estudos Freud logo idealizou a liquidação das neuroses pela libertação total do sexo. Especialmente libertar de antigos preconceitos e proibições, com isso o rapaz faria a profilaxia, a prevenção da neurose pela libertação do sexo.
Os educadores pós-modernos aprenderam com autênticos psicanalistas que o aluno privado de imposições da consciência será um pigmeu diante das imposições da vida. Privado do exercício cotidiano da consciência ele permanece débil, inferiorizado, psiquicamente pobre, candidato a neurótico quando chegar à hora de enfrentar a profissão, de conquistar a mulher, de concorrer na sociedade. Aprenderam que a consciência treina o rapaz para vencer as dificuldades inevitáveis da existência. Edificando a consciência de um rapaz nós estamos pondo nele os pólos da maravilhosa tensão. O pólo da consciência e o pólo dos impulsos sexuais. Do jogo sadio desses dois pólos é que nasce o rapaz dentro do menino, o homem dentro do rapaz.
DIÁLOGO FAMILIAR COMO PREVENÇÃO CONTRA VÁRIOS MALES
Muitos pais têm grande dificuldade em dialogar com seus filhos sobre temas polêmicos e conflitantes, mas, se não se esforçarem em vencer essa barreira, os jovens aprenderão esses assuntos com outras pessoas, em qualquer outro lugar: nas ruas, nas escolas nas festinhas, etc. e muitas vezes, esse aprendizado poderá ser distorcido e, até mesmo, doentio. Temos medo e dificuldades de dialogar, sobre tais assuntos, aprender a criar clima inteligente, aberto e espontâneo sobre temas complexos e polêmicos, estimula e expande as funções mais importantes da psique. “Os pais e os educadores deveriam aprender a navegar no território da emoção e a ser os primeiros a discutir com os jovens temas ligados ao: relacionamento humano, sexo, liberdade social, drogas”. Infelizmente faltam alguns ingredientes estimuladores da arte de pensar em nossa sociedade.
Os primeiros ensinamentos ou conceitos que uma criança ouve e assimila, sobre um determinado assunto, é o que mais impressiona a personalidade e incorpora-se a ela. Por exemplo, existem pessoas que têm pavor, pânico de baratas, ratos, lagartas. Isso porque quando crianças ouviram palavras e/ou presenciaram comportamentos de outras pessoas que apontavam as baratas, ratos, lagartas como “bichos terríveis e ameaçadores”, o que ficou na memória não é a dimensão real dos bichos, mas sim o significado da dimensão do alarme feito; por outro lado, se essas crianças tivessem sido ensinadas que as baratas, ratos, e lagartas são apenas e simplesmente animais anti-higiênicos, certamente quando crescessem, não mostrariam pavor diante deles.
As primeiras experiências de vida nas crianças marcam demasiadamente suas personalidades adultas. Este mesmo princípio serve para as drogas; os pais, em hipótese alguma, deveriam abrir mão da possibilidade de serem os primeiros a conversar sobre as drogas e outros males com seus filhos, para isso eles precisam de informação e educação no assunto. Precisamos de encontro, debates para a boa orientação aos pais, pois, depois que os jovens aprendem o conceito social das drogas e outros, com amigos e usuários, cujo compromisso é apenas com o praser momentâneo, será muito difícil restaura-los. Os pais devem ser criativos, espontâneos e autênticos ao dialogar com seus filhos sobre drogas, sexo, futuro, etc. Evitando ser frios inseguros e rígidos. ”Os pais devem ser os primeiros professores dos jovens e saber compreender e enxergar o mundo não apenas com os próprios olhos, mas também com os olhos dos outros”. Não é fácil educar nossos filhos; é mais fácil educar filhos dos outros. Não se fabrica a personalidade dos jovens, só é possível estimula-los, e se o fizermos com sabedoria, semearemos neles as funções mais importantes da inteligência. Se as crianças vislumbrarem nos pais confiança, espontaneidade, serenidade, certamente incorporará conceitos que irão imprimir no inconsciente uma representação saudável.
“Pais e filhos são capazes de ouvir, horas a fio, as personagens da TV, mas não conseguem ouvir com prazer, por alguns minutos, o que está acontecendo no interior uns dos outros.”
Os primeiros ensinamentos ou conceitos que uma criança ouve e assimila, sobre um determinado assunto, é o que mais impressiona a personalidade e incorpora-se a ela. Por exemplo, existem pessoas que têm pavor, pânico de baratas, ratos, lagartas. Isso porque quando crianças ouviram palavras e/ou presenciaram comportamentos de outras pessoas que apontavam as baratas, ratos, lagartas como “bichos terríveis e ameaçadores”, o que ficou na memória não é a dimensão real dos bichos, mas sim o significado da dimensão do alarme feito; por outro lado, se essas crianças tivessem sido ensinadas que as baratas, ratos, e lagartas são apenas e simplesmente animais anti-higiênicos, certamente quando crescessem, não mostrariam pavor diante deles.
As primeiras experiências de vida nas crianças marcam demasiadamente suas personalidades adultas. Este mesmo princípio serve para as drogas; os pais, em hipótese alguma, deveriam abrir mão da possibilidade de serem os primeiros a conversar sobre as drogas e outros males com seus filhos, para isso eles precisam de informação e educação no assunto. Precisamos de encontro, debates para a boa orientação aos pais, pois, depois que os jovens aprendem o conceito social das drogas e outros, com amigos e usuários, cujo compromisso é apenas com o praser momentâneo, será muito difícil restaura-los. Os pais devem ser criativos, espontâneos e autênticos ao dialogar com seus filhos sobre drogas, sexo, futuro, etc. Evitando ser frios inseguros e rígidos. ”Os pais devem ser os primeiros professores dos jovens e saber compreender e enxergar o mundo não apenas com os próprios olhos, mas também com os olhos dos outros”. Não é fácil educar nossos filhos; é mais fácil educar filhos dos outros. Não se fabrica a personalidade dos jovens, só é possível estimula-los, e se o fizermos com sabedoria, semearemos neles as funções mais importantes da inteligência. Se as crianças vislumbrarem nos pais confiança, espontaneidade, serenidade, certamente incorporará conceitos que irão imprimir no inconsciente uma representação saudável.
“Pais e filhos são capazes de ouvir, horas a fio, as personagens da TV, mas não conseguem ouvir com prazer, por alguns minutos, o que está acontecendo no interior uns dos outros.”
IMPORTANCIA DO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO NA GESTÃO DEMOCRÁTICA DA ESCOLA
A construção de um Projeto Político Pedagógico desvia o eixo do planejamento educativo do nível central para o nível das escolas, dando-lhes maior autonomia e abertura para a realização de experiências inovadoras e desafiadoras.
Sendo a escola um espaço social rico em possibilidades de trabalho cooperativo, intelectual e de criatividade, contando com ambientes e recursos destinados especificamente a determinados fins pedagógicos como: biblioteca, quadra, feiras culturais, festividades, teatro, etc., onde o aluno, visto como cidadão constrói seu conhecimento, na sua interação com um mundo físico e social no qual ele vive; este conhecimento nada mais é que uma interpretação que o homem faz da natureza, sendo assim, o conhecimento é visto nas escolas como um conjunto de formulação teórica que foram construídas e reconstruídas ao longo da história da humanidade e o aluno, visto como um produtor de conhecimento deixa de ser um mero receptor de conhecimentos objetivos, para ser um agente transformador da sociedade. Cabendo ao professor o papel de organizador da ação pedagógica que visa à produção do conhecimento, que do ponto de vista epistemológico, os objetos do conhecimento existem na medida em que são inventados pelo sujeito do conhecimento, na sua interação com um mundo físico e social na qual ele vive entendido com o estabelecimento da relação entre o sujeito que conhece e o objeto a ser conhecido.
O Projeto Político Pedagógico, ao longo dos anos vêem tentando, quase sem sucesso, intermediar o processo sócio cultural de sua localidade, tendo dificuldades por ter a escola uma clientela diversificada, e que, na sua maioria, são de classes menos favorecida da sociedade, oriundas da zona rural e que ainda não estão organizadas do ponto de vista social. E cultural, e que são frutos de uma sociedade que está, a cada eleição que passa, “TROCANDO O CIDADÃO PELO ELEITOR”. Precisamos mais que nunca de uma seleção de pessoas com capacidade e compromisso para estar à frente de cada setor, ou órgão da sociedade, pessoas com capacidade de dizer um não e mostrar o porquê. Chega de améns.
Sendo a escola um espaço social rico em possibilidades de trabalho cooperativo, intelectual e de criatividade, contando com ambientes e recursos destinados especificamente a determinados fins pedagógicos como: biblioteca, quadra, feiras culturais, festividades, teatro, etc., onde o aluno, visto como cidadão constrói seu conhecimento, na sua interação com um mundo físico e social no qual ele vive; este conhecimento nada mais é que uma interpretação que o homem faz da natureza, sendo assim, o conhecimento é visto nas escolas como um conjunto de formulação teórica que foram construídas e reconstruídas ao longo da história da humanidade e o aluno, visto como um produtor de conhecimento deixa de ser um mero receptor de conhecimentos objetivos, para ser um agente transformador da sociedade. Cabendo ao professor o papel de organizador da ação pedagógica que visa à produção do conhecimento, que do ponto de vista epistemológico, os objetos do conhecimento existem na medida em que são inventados pelo sujeito do conhecimento, na sua interação com um mundo físico e social na qual ele vive entendido com o estabelecimento da relação entre o sujeito que conhece e o objeto a ser conhecido.
O Projeto Político Pedagógico, ao longo dos anos vêem tentando, quase sem sucesso, intermediar o processo sócio cultural de sua localidade, tendo dificuldades por ter a escola uma clientela diversificada, e que, na sua maioria, são de classes menos favorecida da sociedade, oriundas da zona rural e que ainda não estão organizadas do ponto de vista social. E cultural, e que são frutos de uma sociedade que está, a cada eleição que passa, “TROCANDO O CIDADÃO PELO ELEITOR”. Precisamos mais que nunca de uma seleção de pessoas com capacidade e compromisso para estar à frente de cada setor, ou órgão da sociedade, pessoas com capacidade de dizer um não e mostrar o porquê. Chega de améns.
sexta-feira, 13 de março de 2009
PAZ PARA PANDO
Como ser humano, pandino, homem da floresta amazônica, não poderia deixar isso tudo acontecer e ficar de fora "Para que o mal prevaleça, basta apenas que os bons não façam nada." A ocupação da nossa região foi motivada pelo extrativismo, quando famílias trazidas do Nordeste brasileiro, e ocidente boliviano, foram instaladas em plena floresta selvagem. Iludidos pensavam que eram para procurar a borracha já pronta, mas quando se depararam com a realidade selvagem e subumana, não tinham mais como voltar. Nossa região, de Acre e Pando, sempre foram considerados uma só região para o extrativismo da borracha e da castanha. Durante décadas Pandinos e Acreanos se mantiveram unidos em busca da sobrevivência através do extrativismo, em uma região isolada pelo desenvolvimento, onde as condições de vida e a forma de trabalho eram as piores possíveis. Embrenhados na imensidão da floresta úmida, onde predominava a vida selvagem e perigosa, além de doenças e solidão; que se passavam vários dias andando a pé carregando um doente em uma rede em busca de tratamento. Mas que acreanos e pandinos resistiram e sobreviveram as crises financeiras das nações, doenças, solidão, isolamento e outros. COMO PODEMOS DEICHAR QUE AGORA que o progresso chegou que a tecnologia chegou que a educação chegou que o asfalto chegou que a televisão chegou que o hospital chegou que a internet chegou. O “conflito de Pando” possa passar de forma despercebida; Não podemos deixar que o que está acontecendo em PANDO se prolifere. Os interesses particulares, individuais, políticos, financeiros, partidários, regionais, emocionais, vingativos, vulgares, não podem prevalecer e sobrepor aos costumes de um povo que tanto já sofreu. Recordo as festas de 6 de agosto, recordo as festas no Tutumo, Pacauara, Lenon, as partidas de futebol, as festas de 3 de julho, 7 de setembro, 20 de janeiro, os bailes na boate do coqueiro, Babiquara, Damião, boate Tropical. Todas estas atividades eram freqüentadas por um só povo, o de Brasiléia, Epitaciolândia e Cobija. Que às vezes até surgiam desentendimentos e/ou brigas, mas que não prevaleciam o ódio, e logo logo eram resolvidas e tudo voltava ao normal. Como foi triste saber que famílias tiveram que abandonarem seus lares, deixando para trás toda uma vida, uma convivência, o trabalho, seu conforto, uma amizade e se refugiarem em busca de socorro em casas de companheiros, de pessoas que sempre consideraram Cobija e Brasiléia, uma só região. Ninguém quer isso para si mesmo ou para seu povo. Devemos se unir, as pessoas que querem uma boa convivência, e buscar uma solução pacífica, para retornar o que era a nossa região. A final é natal, ano novo, que as bênçãos do espírito natalino recaiam sobre nós e sirvam de reflexão para todos aqueles que estão guardando rancores em seu coração; que apenas os verdadeiros culpados, se é que existe, possam pagar pelo seu erro. É necessário que: pessoas, entidades, grupos religiosos; neutras ao conflito se juntem e busque a conversa, a união, o entendimento com os grupos conflitantes. Quem sabe possa resolver, ou pelo ao menos amenizar, toda uma discórdia da maneira mais pacífica possível. Que prevaleça a paz e união.
Carlos Portela Portela@contilnet.com.br
Carlos Portela Portela@contilnet.com.br
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009
CONTROLE DA NATALIDADE
Nossos governantes incentivam o crescimento da natalidade
Em alguns países desenvolvidos existem o controle da natalidade, sendo até penalizado o casal por terem mais de dois filhos, tem outros que até oferecem uma bolsa para o casal que não tem filhos, mas que também cobra do casal a bolsa por cada filho.
Já aqui no Brasil se ganha e até se sobrevive por ter muitos filhos: quem tem emprego, além do mês de férias, tem mais quatro meses a mãe que der a luz a criança, também o pai tem direito há alguns dias. As mães da zona rural e algumas da zona urbana que tem passagens ou parentes na zona rural recebem três meses de salários por cada criança que nasce. Já o congresso aprovou uma lei que dá direito a seis meses de licença maternidade, fora o mês de férias e outras licenças, para a mãe que é funcionária pública federal. Em poucos tempos essa lei vai se expandir nos estados e municípios é só um político dar entrada com um projeto, que dificilmente o colega político vai votar contra, para não perder voto, (seu objetivo maior).
Tal incentivo faz com que a cada dia que passa aumente o desmatamento, pois a nossa política é a do capitalismo, que quanto mais consumidor maior o lucro de uma pequena minoria de políticos e empresários, que faz parte das políticas dos governantes.
Para a produção de alimentos se necessita da terra e conseqüentemente o desmatamento vem junto: “ Querer conter o desmatamento com essas políticas pode ser uma farsa”.
...até parece que fabricar a pobreza é o melhor caminho, ou será que não? Acho até que sim, pois vem dando certo, o que mostra que com pobreza vem alta taxa de natalidade, a falta de educação etc. E qualquer pessoa de inteligência mediana sabe que um crescimento desordenado da população, sem um controle e um planejamento, causa problemas gigantescos como falta de moradia, degradação do meio ambiente, aumento da criminalidade, exclusão social, distúrbios urbanos e por aí vai, e sem contar com a dependência política na hora do voto. Será coincidência que os países mais desenvolvidos do mundo têm taxas baixíssimas de natalidade? Quanto mais pobres, mais a dependência política, quanto mais consumo, maior o lucro nesse pais que tem os impostos mais caros do mundo.
Os mais ricos usufruem dessa fartura de mão-de-obra com muitas pessoas para trabalharem. Se tivermos uma vaga para 500 trabalhadores o salário pode ir lá embaixo. Porém se temos uma vaga para um trabalhador esse salário vai ter que ser discutido de igual para igual. Muitos são os estudiosos que falaram e falam de evoluções trabalhistas, o que seria mais simples se eles ensinassem os trabalhadores a terem controle de suas proles para forçarem os patrões no futuro a pagarem salários dignos? Isso depende apenas do óbvio: quanto mais trabalhadores disponíveis, menores os salários pagos pelos patrões e vice-versa.
Por tudo isso seria bem melhor defendemos o planejamento familiar consciente em todas as classes da sociedade. Organizando a educação, a saúde, o emprego, o social esportivo e cultural, a divulgação de meio contraceptivo consciente e não ao incentivo ao sexo como é feito com a distribuição desordenadas de camisinhas e outros comerciais. É assim que vamos combater a desigualdade social e a criminalidade. Esse é o caminho.
Programas sociais assistencialistas aumentam a cada ano.
VALOR: O Estado do Acre recebe do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), por ano, R$ 158,4 milhões para execução de programas sociais. As ações nas áreas de transferência de renda, assistência social e segurança alimentar beneficiam 400 mil pessoas. O Bolsa-Família transfere por mês R$ 5,2 milhões para 55,2 mil famílias acreanas.
Para os programas de assistência social, até dezembro de 2008, somado ao programa BPC na escola, o Ministério destinou R$ 13,5 milhões para realizar 96,5 mil atendimentos no Acre. O MDS investiu R$ 2,9 milhões no programa para Erradicação do Trabalho Infantil (Peti) no Estado, para tirar 13,5 mil crianças e adolescentes do trabalho até dezembro de 2008. (Ana Paula Batalha)
Tais benefícios produzem um confinamento dos beneficiários na situação de pobreza em que se encontram, não atingindo o objetivo de quebrar o círculo vicioso da pobreza.
Um resultado de simulação indica que antes da renda adicional essas famílias representavam 35% dos pobres do país. Depois do benefício passaram a ser 34%. Ou seja: não basta dar dinheiro aos pobres é preciso estimulá-los a quebrar o ciclo de pobreza, seja por meio de projetos que priorizem a educação e a saúde dos seus filhos ou por meio de programas de geração de renda capazes de tirar a dependência dos programas sociais.
Em alguns países desenvolvidos existem o controle da natalidade, sendo até penalizado o casal por terem mais de dois filhos, tem outros que até oferecem uma bolsa para o casal que não tem filhos, mas que também cobra do casal a bolsa por cada filho.
Já aqui no Brasil se ganha e até se sobrevive por ter muitos filhos: quem tem emprego, além do mês de férias, tem mais quatro meses a mãe que der a luz a criança, também o pai tem direito há alguns dias. As mães da zona rural e algumas da zona urbana que tem passagens ou parentes na zona rural recebem três meses de salários por cada criança que nasce. Já o congresso aprovou uma lei que dá direito a seis meses de licença maternidade, fora o mês de férias e outras licenças, para a mãe que é funcionária pública federal. Em poucos tempos essa lei vai se expandir nos estados e municípios é só um político dar entrada com um projeto, que dificilmente o colega político vai votar contra, para não perder voto, (seu objetivo maior).
Tal incentivo faz com que a cada dia que passa aumente o desmatamento, pois a nossa política é a do capitalismo, que quanto mais consumidor maior o lucro de uma pequena minoria de políticos e empresários, que faz parte das políticas dos governantes.
Para a produção de alimentos se necessita da terra e conseqüentemente o desmatamento vem junto: “ Querer conter o desmatamento com essas políticas pode ser uma farsa”.
...até parece que fabricar a pobreza é o melhor caminho, ou será que não? Acho até que sim, pois vem dando certo, o que mostra que com pobreza vem alta taxa de natalidade, a falta de educação etc. E qualquer pessoa de inteligência mediana sabe que um crescimento desordenado da população, sem um controle e um planejamento, causa problemas gigantescos como falta de moradia, degradação do meio ambiente, aumento da criminalidade, exclusão social, distúrbios urbanos e por aí vai, e sem contar com a dependência política na hora do voto. Será coincidência que os países mais desenvolvidos do mundo têm taxas baixíssimas de natalidade? Quanto mais pobres, mais a dependência política, quanto mais consumo, maior o lucro nesse pais que tem os impostos mais caros do mundo.
Os mais ricos usufruem dessa fartura de mão-de-obra com muitas pessoas para trabalharem. Se tivermos uma vaga para 500 trabalhadores o salário pode ir lá embaixo. Porém se temos uma vaga para um trabalhador esse salário vai ter que ser discutido de igual para igual. Muitos são os estudiosos que falaram e falam de evoluções trabalhistas, o que seria mais simples se eles ensinassem os trabalhadores a terem controle de suas proles para forçarem os patrões no futuro a pagarem salários dignos? Isso depende apenas do óbvio: quanto mais trabalhadores disponíveis, menores os salários pagos pelos patrões e vice-versa.
Por tudo isso seria bem melhor defendemos o planejamento familiar consciente em todas as classes da sociedade. Organizando a educação, a saúde, o emprego, o social esportivo e cultural, a divulgação de meio contraceptivo consciente e não ao incentivo ao sexo como é feito com a distribuição desordenadas de camisinhas e outros comerciais. É assim que vamos combater a desigualdade social e a criminalidade. Esse é o caminho.
Programas sociais assistencialistas aumentam a cada ano.
VALOR: O Estado do Acre recebe do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), por ano, R$ 158,4 milhões para execução de programas sociais. As ações nas áreas de transferência de renda, assistência social e segurança alimentar beneficiam 400 mil pessoas. O Bolsa-Família transfere por mês R$ 5,2 milhões para 55,2 mil famílias acreanas.
Para os programas de assistência social, até dezembro de 2008, somado ao programa BPC na escola, o Ministério destinou R$ 13,5 milhões para realizar 96,5 mil atendimentos no Acre. O MDS investiu R$ 2,9 milhões no programa para Erradicação do Trabalho Infantil (Peti) no Estado, para tirar 13,5 mil crianças e adolescentes do trabalho até dezembro de 2008. (Ana Paula Batalha)
Tais benefícios produzem um confinamento dos beneficiários na situação de pobreza em que se encontram, não atingindo o objetivo de quebrar o círculo vicioso da pobreza.
Um resultado de simulação indica que antes da renda adicional essas famílias representavam 35% dos pobres do país. Depois do benefício passaram a ser 34%. Ou seja: não basta dar dinheiro aos pobres é preciso estimulá-los a quebrar o ciclo de pobreza, seja por meio de projetos que priorizem a educação e a saúde dos seus filhos ou por meio de programas de geração de renda capazes de tirar a dependência dos programas sociais.
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009
CARNAVAL COMO CULTURA
Pouca coisa em nossa cultura parece ser tão brasileira como o carnaval. O carnaval se constitui em manifestações artístico-culturais onde o mais importante é a música, a alegria a fantasia. Deixando de lado os problemas, as tristezas. É a hora de se mostrar o que realmente somos, queremos e fazemos. É como se na avenida ou nos blocos, no meio da música, as pessoas mostrassem sua verdadeira natureza, suas paixões, sua força, coisas que ficam escondidas durante o resto do ano. E tem que acontecer logo, pois tudo acaba na quarta feira de cinzas.
“A máscara nos esconde, mas também nos revela”.
O segredo de se divertir com segurança, e dar vazão a alegria, sem prejudicar ninguém, está, portanto, na moderação. Ela é quem proporciona o verdadeiro prazer. Não é o carnaval, e nem um show de rock, ou de música country, ou seja, de que natureza for; o que são reprováveis são os excessos cometidos neles. Embora a quebra das normas morais receba a reprovação pública, as conseqüências das bobagens praticadas são sempre individuais, podendo arcar com seus atos. Se souber se preservar, e se divertir com moderação, encontrará inegável satisfação, ficará feliz e sua felicidade será só sua, abrilhantando ainda mais a coletividade ali existente. Mas sempre existe àqueles irresponsáveis e inconseqüentes que não controlam seus instintos e numa liberação sega e sem limites acabam corroendo o brilho de qualquer festa popular. “Vivemos em um alternante carnaval e este está relacionado com a psicanálise, com a espontaneidade instintiva do animal humano. Aqueles que podem romper o muro de contenção manifestam-se nele – no carnaval – sem fraude, e então aparece o homem assassinado que todos levam em seu interior – assassinado pela educação, a cultura e a falsidade, e aparece o que lutava para "sair para fora". O carnaval é a expansão dos instintos naturais das pessoas, da liberdade de expressão, ou seja, da aparição de modos de agir oculto durante todo o ano”. SEÇÃO II da Cultura Art. 215 O Estado garantirá a todo o pleno exercício dos direitos culturais e acesso às fontes da cultura nacional, e apoiará e incentivará a valorização e a difusão das manifestações culturais. § 1. º O Estado protegerá as manifestações das culturas populares, indígenas e afro-brasileiras, e das de outros grupos participantes do processo civilizatório nacional.
A população aqui de nossa região precisa do carnaval e do carnaval fora de época, e que cada vez mais seja investido valores visando à boa manifestação popular. Os Blocos YAPOSY E BORA-BORA de Epitaciolândia vem dando sua contribuição para o bom carnaval, que a cada ano vem crescendo, a cada ano vem apresentando no carnaval, carreata, concurso da rainha do bloco, concentração e o bom exemplo de manifestação popular com seus 400, 500, 600 atuantes componentes cada um, e pretendemos crescer ainda mais no fora de época.
“Hora de se pensar e refletir em tudo que restou para a nossa vida depois de tanta festa, “a quaresma”’”.
“A máscara nos esconde, mas também nos revela”.
O segredo de se divertir com segurança, e dar vazão a alegria, sem prejudicar ninguém, está, portanto, na moderação. Ela é quem proporciona o verdadeiro prazer. Não é o carnaval, e nem um show de rock, ou de música country, ou seja, de que natureza for; o que são reprováveis são os excessos cometidos neles. Embora a quebra das normas morais receba a reprovação pública, as conseqüências das bobagens praticadas são sempre individuais, podendo arcar com seus atos. Se souber se preservar, e se divertir com moderação, encontrará inegável satisfação, ficará feliz e sua felicidade será só sua, abrilhantando ainda mais a coletividade ali existente. Mas sempre existe àqueles irresponsáveis e inconseqüentes que não controlam seus instintos e numa liberação sega e sem limites acabam corroendo o brilho de qualquer festa popular. “Vivemos em um alternante carnaval e este está relacionado com a psicanálise, com a espontaneidade instintiva do animal humano. Aqueles que podem romper o muro de contenção manifestam-se nele – no carnaval – sem fraude, e então aparece o homem assassinado que todos levam em seu interior – assassinado pela educação, a cultura e a falsidade, e aparece o que lutava para "sair para fora". O carnaval é a expansão dos instintos naturais das pessoas, da liberdade de expressão, ou seja, da aparição de modos de agir oculto durante todo o ano”. SEÇÃO II da Cultura Art. 215 O Estado garantirá a todo o pleno exercício dos direitos culturais e acesso às fontes da cultura nacional, e apoiará e incentivará a valorização e a difusão das manifestações culturais. § 1. º O Estado protegerá as manifestações das culturas populares, indígenas e afro-brasileiras, e das de outros grupos participantes do processo civilizatório nacional.
A população aqui de nossa região precisa do carnaval e do carnaval fora de época, e que cada vez mais seja investido valores visando à boa manifestação popular. Os Blocos YAPOSY E BORA-BORA de Epitaciolândia vem dando sua contribuição para o bom carnaval, que a cada ano vem crescendo, a cada ano vem apresentando no carnaval, carreata, concurso da rainha do bloco, concentração e o bom exemplo de manifestação popular com seus 400, 500, 600 atuantes componentes cada um, e pretendemos crescer ainda mais no fora de época.
“Hora de se pensar e refletir em tudo que restou para a nossa vida depois de tanta festa, “a quaresma”’”.
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
A IMPORTÂNCIA DA PSICANÁLISE NA EDUCAÇÃO
Temos de ter consciência de que algo precisa ser feito no sentido de melhorar a nossa realidade escolar. O índice de reprovação, a evasão escolar, o desemprego, a estrutura familiar, são fatores que desencadeiam, para que alunos, não tenham bom desempenho escolar.
Que seja implantado um projeto interdisciplinar de acompanhamento terapêutico, pedagógico, psicopedagógico e psicanalítico com a intenção de conhecer, prevenir e tratar as causas que estão interferindo na aprendizagem dos alunos, aquelas que apresentam dificuldades na área cognitiva, intelectual, física e social. Que seja aberto também aos familiares e com apóio para aqueles que sofrem com neuroses, histerias, psicoses; proporcionando aos pacientes, mecanismos para o autoconhecimento e o resgate de auto-estima.
VISÃO PEDAGÓGICA
Os pedagogos articulam as dimensões afetivas e cognitivas como um sistema único onde se processará o desenvolvimento do indivíduo, encarando a dificuldade de aprendizagem como um sintoma, às vezes neurótico, e que foge a sua área. Já que o inconsciente participa ativamente no processo de construção do conhecimento quando este é decorrente de causas ligadas à estrutura individual, familiar e do educando.
CONTRIBUIÇÃO DA PSICANÁLISI À PEDAGOGIA
Não se pode negar que na maioria dos casos, as dificuldades de aprendizagem vêm acompanhadas por distúrbios de comportamentos; e isto só já justificaria a adoção da terapia psicanalítica auxiliando o trabalho pedagógico. Outro ponto é o conceito de transferência de “Freud”, que está presente em qualquer tipo de relacionamento interpessoal, inclusive no de professor-aluno, (um não ir com a cara do outro), causando um obstáculo ao sucesso escolar.
Temos ainda de levar em conta a fragilidade da formação do EGO infantil e o mecanismo de identificação com as figuras parentais e o desenvolvimento do SUPEREGO. Nessa fase, a criança pode receber influências que venham a ser nocivas para a formação de sua personalidade, e que, sem um devido acompanhamento, muitos impulsos serão recalcados e remetidos às profundezas da mente onde permanecerão criando tensões e conflitos. O psicanalista na escola pode oferecer terapias não só aos alunos como também aos educadores, com a perspectiva de que o trabalho dentro dos muros escolares se torne ao mesmo tempo, mais consciente e mais prazeroso.
Que seja implantado um projeto interdisciplinar de acompanhamento terapêutico, pedagógico, psicopedagógico e psicanalítico com a intenção de conhecer, prevenir e tratar as causas que estão interferindo na aprendizagem dos alunos, aquelas que apresentam dificuldades na área cognitiva, intelectual, física e social. Que seja aberto também aos familiares e com apóio para aqueles que sofrem com neuroses, histerias, psicoses; proporcionando aos pacientes, mecanismos para o autoconhecimento e o resgate de auto-estima.
VISÃO PEDAGÓGICA
Os pedagogos articulam as dimensões afetivas e cognitivas como um sistema único onde se processará o desenvolvimento do indivíduo, encarando a dificuldade de aprendizagem como um sintoma, às vezes neurótico, e que foge a sua área. Já que o inconsciente participa ativamente no processo de construção do conhecimento quando este é decorrente de causas ligadas à estrutura individual, familiar e do educando.
CONTRIBUIÇÃO DA PSICANÁLISI À PEDAGOGIA
Não se pode negar que na maioria dos casos, as dificuldades de aprendizagem vêm acompanhadas por distúrbios de comportamentos; e isto só já justificaria a adoção da terapia psicanalítica auxiliando o trabalho pedagógico. Outro ponto é o conceito de transferência de “Freud”, que está presente em qualquer tipo de relacionamento interpessoal, inclusive no de professor-aluno, (um não ir com a cara do outro), causando um obstáculo ao sucesso escolar.
Temos ainda de levar em conta a fragilidade da formação do EGO infantil e o mecanismo de identificação com as figuras parentais e o desenvolvimento do SUPEREGO. Nessa fase, a criança pode receber influências que venham a ser nocivas para a formação de sua personalidade, e que, sem um devido acompanhamento, muitos impulsos serão recalcados e remetidos às profundezas da mente onde permanecerão criando tensões e conflitos. O psicanalista na escola pode oferecer terapias não só aos alunos como também aos educadores, com a perspectiva de que o trabalho dentro dos muros escolares se torne ao mesmo tempo, mais consciente e mais prazeroso.
sábado, 14 de fevereiro de 2009
A MÁFIA DO HEXA
Brasil o país do futebol. “Que bom seria que nas copas do mundo de quatro em quatro anos, o Brasil mandasse no seu futebol”.
Porque será que nossos jogadores não jogaram? Porque nossos técnicos não se esforçaram e se manteram cabisbaixos? Será que nossos jogadores amarelaram contra a França???
É sabido que quem organiza o mundial é uma empresa (FIFA), e como toda empresa visa o crescimento e o lucro. A copa do mundo procura a cada quatro anos a tecnologia e a astúcia para se manter como o maior e melhor evento esportivo do mundo. E este esporte não seria grande se só existisse em alguns países, e tão pouco se só existisse no Brasil. Os organizadores sabem e muito bem a necessidade de expansão e difusão do futebol a nível mundial, e que não é a toa que a cada copa estão surgindo novas seleções e com competência. (EUA, Vários países da África, Japão, etc.).
O Brasil tem time para ganhar quase todas as copas, o que não seria bom para os organizadores do evento. Se observarmos, a cada quatro anos a copa é realizada em um país previamente estratégico, organizado e elaborado por “cabeças pensantes”, e como eles são os donos da competição, os mesmos exercem certo domínio sobre os resultados e as possíveis regiões ou países que devam ser a campeã, ou será que não? Será que o Brasil, com os melhores jogadores do mundo, desde o primeiro jogo, não era para ter apresentado seu futebol? E que não apresentou, até chegou ao ridículo que foi a maneira de como perdeu para a França. Num ato de covardia e desrespeito com o povo brasileiro bem como os espectadores do mundo que pretendiam ver um show de bola, por considerá-los os melhores do mundo. Faltaram ao Brasil garra e autonomia para dizer não a máfia e mostrar a beleza do futebol ao mundo. Não foi visto por parte de nenhum jogador a garra e o repúdio a tal atitude, que aceitaram calados não honrando os milhões que ganham e que pelo ao menos deveriam dar este momento tão esperado de felicidade aos brasileiros que não mediram esforços em se unirem para torcerem, escondendo as desilusões e desavenças, mesmo que temporariamente em um dos poucos momentos onde existe a afirmação do país, enquanto uma nação. Bertoldo Brecht já proclamava: triste o país que precisa de heróis. O Brasil ainda precisa deles, infelizmente.
Admiro o Boxeador Mike Tayson, que excluía qualquer tipo de acordo por parte dos dirigentes do evento, e partia para vencer o adversário ainda no primeiro minuto de sua luta, sempre mostrando porque era o melhor.
Pelé, o maior jogador de futebol, até parece que já sabia da “tramóia”, quando mostrou que a seleção brasileira era difícil de ser hexa campeã.
“Se o Brasil ganhar pela sexta vez a Copa do Mundo, será pela segunda vez campeã na Europa, coisa que nunca aconteceu. Nunca um não-europeu ganhou na Europa, a não ser o próprio Brasil, em 1958, porque aí surpreendeu todo mundo com sua garra iniciada por alguns jogadores do grupo, coisa que ninguém esperava.
A Copa depois desta, que seria a do hepta, será na África do Sul. Todas as vezes que jogou a Copa do Mundo num país sem tradição em futebol o Brasil ganhou. Foi assim em 58 na Suécia, em 62 no Chile, em 70 no México, em 94 nos Estados Unidos, em 2002 no Japão. Então, a possibilidade de ser hepta campeão seria enorme na África do Sul. A outra Copa, ao que tudo indica, será aqui no Brasil. Seria octa. E ia ficar monótona a copa do mundo. “o Brasil ganhando todas”
Ninguém gostou do comportamento na Copa. Ninguém gostou da derrota para a França. Aliás, ninguém gostou de como perdemos para a França. Perdemos sem jogar. Perdemos sem lutar. Um treinador sem comando? Um time de estrelas sem garra? Mas pior do que a derrota, que o brasileiro historicamente rejeita em qualquer circunstância, foi o time ter saído de campo contra a França, de forma desunida. Ignorou a torcida no estádio, deu as costas para o orgulho nacional, comportou-se como uma seleção privada, saiu pela porta dos fundos. A seleção foi dispensada após o jogo. Volta para o Brasil quem quiser e poucos vieram. O que isso significa?
“O melhor futebol do mundo, talvez não tenha indicação para a escolha dos melhores jogadores desta competição” é o preço a ser pago.
Porque será que nossos jogadores não jogaram? Porque nossos técnicos não se esforçaram e se manteram cabisbaixos? Será que nossos jogadores amarelaram contra a França???
É sabido que quem organiza o mundial é uma empresa (FIFA), e como toda empresa visa o crescimento e o lucro. A copa do mundo procura a cada quatro anos a tecnologia e a astúcia para se manter como o maior e melhor evento esportivo do mundo. E este esporte não seria grande se só existisse em alguns países, e tão pouco se só existisse no Brasil. Os organizadores sabem e muito bem a necessidade de expansão e difusão do futebol a nível mundial, e que não é a toa que a cada copa estão surgindo novas seleções e com competência. (EUA, Vários países da África, Japão, etc.).
O Brasil tem time para ganhar quase todas as copas, o que não seria bom para os organizadores do evento. Se observarmos, a cada quatro anos a copa é realizada em um país previamente estratégico, organizado e elaborado por “cabeças pensantes”, e como eles são os donos da competição, os mesmos exercem certo domínio sobre os resultados e as possíveis regiões ou países que devam ser a campeã, ou será que não? Será que o Brasil, com os melhores jogadores do mundo, desde o primeiro jogo, não era para ter apresentado seu futebol? E que não apresentou, até chegou ao ridículo que foi a maneira de como perdeu para a França. Num ato de covardia e desrespeito com o povo brasileiro bem como os espectadores do mundo que pretendiam ver um show de bola, por considerá-los os melhores do mundo. Faltaram ao Brasil garra e autonomia para dizer não a máfia e mostrar a beleza do futebol ao mundo. Não foi visto por parte de nenhum jogador a garra e o repúdio a tal atitude, que aceitaram calados não honrando os milhões que ganham e que pelo ao menos deveriam dar este momento tão esperado de felicidade aos brasileiros que não mediram esforços em se unirem para torcerem, escondendo as desilusões e desavenças, mesmo que temporariamente em um dos poucos momentos onde existe a afirmação do país, enquanto uma nação. Bertoldo Brecht já proclamava: triste o país que precisa de heróis. O Brasil ainda precisa deles, infelizmente.
Admiro o Boxeador Mike Tayson, que excluía qualquer tipo de acordo por parte dos dirigentes do evento, e partia para vencer o adversário ainda no primeiro minuto de sua luta, sempre mostrando porque era o melhor.
Pelé, o maior jogador de futebol, até parece que já sabia da “tramóia”, quando mostrou que a seleção brasileira era difícil de ser hexa campeã.
“Se o Brasil ganhar pela sexta vez a Copa do Mundo, será pela segunda vez campeã na Europa, coisa que nunca aconteceu. Nunca um não-europeu ganhou na Europa, a não ser o próprio Brasil, em 1958, porque aí surpreendeu todo mundo com sua garra iniciada por alguns jogadores do grupo, coisa que ninguém esperava.
A Copa depois desta, que seria a do hepta, será na África do Sul. Todas as vezes que jogou a Copa do Mundo num país sem tradição em futebol o Brasil ganhou. Foi assim em 58 na Suécia, em 62 no Chile, em 70 no México, em 94 nos Estados Unidos, em 2002 no Japão. Então, a possibilidade de ser hepta campeão seria enorme na África do Sul. A outra Copa, ao que tudo indica, será aqui no Brasil. Seria octa. E ia ficar monótona a copa do mundo. “o Brasil ganhando todas”
Ninguém gostou do comportamento na Copa. Ninguém gostou da derrota para a França. Aliás, ninguém gostou de como perdemos para a França. Perdemos sem jogar. Perdemos sem lutar. Um treinador sem comando? Um time de estrelas sem garra? Mas pior do que a derrota, que o brasileiro historicamente rejeita em qualquer circunstância, foi o time ter saído de campo contra a França, de forma desunida. Ignorou a torcida no estádio, deu as costas para o orgulho nacional, comportou-se como uma seleção privada, saiu pela porta dos fundos. A seleção foi dispensada após o jogo. Volta para o Brasil quem quiser e poucos vieram. O que isso significa?
“O melhor futebol do mundo, talvez não tenha indicação para a escolha dos melhores jogadores desta competição” é o preço a ser pago.
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009
A ditadura
Uma época onde foram amordaçados todos àqueles com idéias e ideais de luta pela liberdade, igualdade, direito de expressão, melhores dias, etc. O mundo condena pessoas que carregam consigo a vontade de mudança, mas a filosofia nos auxilia com sua história no avanço que estas pessoas trouxeram para o mundo em que vivemos. Aflitos psicologicamente viviam em constantes inconstâncias:
A vontade de sumir, de acabar com tudo, se mistura a aflição da família, que todo dia diz pra se cuidar; essas coisas que todo pai diz, e que vai esperar para o jantar. Quando chego em casa nada me consola, vejo a família em constante preocupação. "Vocês não entendem nada do que penso, digo e falo".
Diariamente só penso em parar, depois penso em dizer não, depois penso na vida que tenho pra levar e, então me calo. Como tragar a dor de engolir a labuta, se mesmo calado a cabeça não pára e permaneço atento; esse silêncio todo me atordoa como é difícil essa palavra presa na garganta, como é difícil acordar e não dizer nada; se na calada da noite eu me dano. Penso em lançar um grito desumano, para que assim, talvez, possa ser escutado. De que me vale ser um filho da santa, que bom seria ser filho da outra, outra realidade com menos morte, menos mentira e mais respeito.
Certos dias nem é bom sair de casa, nem tudo é como a gente quer, mas dentro do peito existe um fogo ardente que ninguém pode apagar. Muitos curtiram a vida fugindo, outros em uma prisão. "Ó pedaço de mim, ó metade amputada e exilada de mim, a saudade é o pior tormento, como também é a saudade de arrumar o quarto daqueles que o levaram". Quantos tempos tiveram para aturar aquelas ondas, que vieram tão furiosas devastando seus ideais, foi dura a caminhada e em troca receberam bem menos que mereciam.
Sinto a natureza toda se entristecer abrigando a evolução, sombra do passado pairam sobre nós, onde estão os sonhos que vovô plantou? Onde está o mundo bom que imaginei quando criança?
E agora? A luz apagou, a esperança sumiu, você que zombou dos outros, que fez protestos, agora está sem discurso, tudo fugiu, tudo mudou e com a chave na mão quer abrir a porta. Mas que porta? Porém, o povo que tem seu ideal é duro e finda vendo a banda passar.
Quantos olhos você tem para me olhar, quanto tempo ainda resta para me envergonhar. Você que ainda sobrevive, não pode perder as esperanças, escreva sua história com suas próprias mãos, não acreditem em falsos líderes onde os compromissos por eles assumidos só têm uma direção “lugar nenhum” ou o de sempre.
Águas que caem das pedras, que fazem os piores estragos, sempre voltam humildes para os leitos dos lagos e findam no fundo do chão. Vem, vamos lutar, esperar pode não acontecer. Amanhã será tudo esperança, e apesar de hoje, será uma nova estrada que surge para trilhar aqueles que esperam o tempo real, e os temores abrandados serão plenos.
A vontade de sumir, de acabar com tudo, se mistura a aflição da família, que todo dia diz pra se cuidar; essas coisas que todo pai diz, e que vai esperar para o jantar. Quando chego em casa nada me consola, vejo a família em constante preocupação. "Vocês não entendem nada do que penso, digo e falo".
Diariamente só penso em parar, depois penso em dizer não, depois penso na vida que tenho pra levar e, então me calo. Como tragar a dor de engolir a labuta, se mesmo calado a cabeça não pára e permaneço atento; esse silêncio todo me atordoa como é difícil essa palavra presa na garganta, como é difícil acordar e não dizer nada; se na calada da noite eu me dano. Penso em lançar um grito desumano, para que assim, talvez, possa ser escutado. De que me vale ser um filho da santa, que bom seria ser filho da outra, outra realidade com menos morte, menos mentira e mais respeito.
Certos dias nem é bom sair de casa, nem tudo é como a gente quer, mas dentro do peito existe um fogo ardente que ninguém pode apagar. Muitos curtiram a vida fugindo, outros em uma prisão. "Ó pedaço de mim, ó metade amputada e exilada de mim, a saudade é o pior tormento, como também é a saudade de arrumar o quarto daqueles que o levaram". Quantos tempos tiveram para aturar aquelas ondas, que vieram tão furiosas devastando seus ideais, foi dura a caminhada e em troca receberam bem menos que mereciam.
Sinto a natureza toda se entristecer abrigando a evolução, sombra do passado pairam sobre nós, onde estão os sonhos que vovô plantou? Onde está o mundo bom que imaginei quando criança?
E agora? A luz apagou, a esperança sumiu, você que zombou dos outros, que fez protestos, agora está sem discurso, tudo fugiu, tudo mudou e com a chave na mão quer abrir a porta. Mas que porta? Porém, o povo que tem seu ideal é duro e finda vendo a banda passar.
Quantos olhos você tem para me olhar, quanto tempo ainda resta para me envergonhar. Você que ainda sobrevive, não pode perder as esperanças, escreva sua história com suas próprias mãos, não acreditem em falsos líderes onde os compromissos por eles assumidos só têm uma direção “lugar nenhum” ou o de sempre.
Águas que caem das pedras, que fazem os piores estragos, sempre voltam humildes para os leitos dos lagos e findam no fundo do chão. Vem, vamos lutar, esperar pode não acontecer. Amanhã será tudo esperança, e apesar de hoje, será uma nova estrada que surge para trilhar aqueles que esperam o tempo real, e os temores abrandados serão plenos.
terça-feira, 10 de fevereiro de 2009
O aluno de aprendizagem lenta
Em se tratando de problemas de aprendizagem escolar, devem-se levar em consideração as dificuldades que a criança apresenta na escola e as dificuldades que a escola apresenta em relação aos problemas das crianças, fatores que devem ser analisados reciprocamente.
No entanto, a cada dia vemos que cresce o número de alunos do nosso sistema de ensino, com dificuldades de aprendizagem. Os problemas de aprendizagem podem estar relacionados a fatores orgânicos, cognitivos, lingüísticos e outros inerentes à individualidade de cada ser humano.
Segundo Pain (1992), há dois tipos de condições básicas para o desenvolvimento da aprendizagem: as externas que se referem aos estímulos, e as internas que se referem à estrutura individual, única de cada sujeito, como:
- Fatores orgânicos: relacionados a aspectos anatômicos e fisiológicos do indivíduo, como problemas de visão, de audição, funcionamento neurológico, etc.
- Fatores Específicos: relacionados a dificuldades de aprendizagens específicas; não identificados organicamente, como problemas na área perceptivo-motora que interferem no desenvolvimento da leitura e da escrita e de organização espacial e temporal, que interferem no desenvolvimento da fala, etc.
- Fatores psicológicos: neste caso a dificuldade de aprendizagem está relacionada a dois fatores diferentes: No primeiro caso refere-se a um processo de auto-repressão, onde o aprendizado é reprimido de forma inconsciente, por algum fator psicológico que impede o aprendizado da criança (inibição neurótica). No segundo caso, trata-se de retração intelectual ou , com diminuição das funções cognitivas que acarretam problemas para aprender; normalmente relacionado a fatores ambientais, tratando-se de casos de crianças desnutridas desde o período intra-uterino até a idade escolar, bem como de fatores relacionados a dependências químicas, problemas econômicos e carências afetivas, e outras causas relacionadas com desagregações familiares.
- Fatores Ambientais: referem-se à qualidade, quantidade e freqüência de estímulos que estruturam o campo de aprendizagem habitual da criança, favorecendo sua aprendizagem; é importante destacar aqui o papel do educador na estruturação de um ambiente adequado para o desenvolvimento intelectual e afetivo dos alunos, haja vista que ele representa um modelo de comportamento para os alunos, podendo se tornar um catalisador do desenvolvimento das personalidades das crianças, com possibilidade de tornar esta, uma tarefa prazerosa, dedicando-se com amor, sem esmorecer e acreditando no potencial do ser humano; por outro lado deve-se considerar que para se obter sucesso neste desafio, torna-se indispensável uma forte parceria entre escola, família e comunidade. "Se faz necessário uma escola com um bom pátio, onde se permita uma vasta atividade esportiva, culturais e sociais, como também a interação das atividades com a escola, comunidade e com outras escolas".
Dentre os fatores ambientais, a escola destaca-se como uma instituição que pode compensar ou não as deficiências dos educando. Segundo Fernandez (1990), é fundamental reconhecer a importância da prevenção, diagnóstico precoce e intervenção psicopedagógica para minimizar as dificuldades de aprendizagem.
Para compreender a patologia do não aprender, é importante observar cuidadosamente a maneira pela quais as pessoas se relacionam dentro do contexto familiar e escolar, ou seja, como se dá interação entre família e escola e as conseqüências dessas relações. É importante identificar o tipo de vínculo existente entre a criança e a comunidade escolar, e entre esta e a criança, bem como da interação existente entre a família e a instituição escolar, como também o dia a dia da criança com a família e comunidade.
Alguns genitores se referem às dificuldades escolares, atribuindo a responsabilidade pela dificuldade de aprendizagem de seus filhos à metodologia inadequada do professor; ou identificam o problema como sendo decorrente de deficiência da criança, negando, inconscientemente, qualquer responsabilidade própria. Em diagnósticos fica fácil perceber uma total desorganização da criança ao lado de atitudes facilitadoras dos pais.
Trata-se de crianças extremamente dependentes dos genitores, imaturas do ponto de vista psicológico e afetivo, tornando-se impossibilitadas de desenvolver raciocínio lógico que lhes possibilite uma aprendizagem assimilativa, suprimindo a espontaneidade para pensar por medo de errar.
Carlos Portela Eduino
No entanto, a cada dia vemos que cresce o número de alunos do nosso sistema de ensino, com dificuldades de aprendizagem. Os problemas de aprendizagem podem estar relacionados a fatores orgânicos, cognitivos, lingüísticos e outros inerentes à individualidade de cada ser humano.
Segundo Pain (1992), há dois tipos de condições básicas para o desenvolvimento da aprendizagem: as externas que se referem aos estímulos, e as internas que se referem à estrutura individual, única de cada sujeito, como:
- Fatores orgânicos: relacionados a aspectos anatômicos e fisiológicos do indivíduo, como problemas de visão, de audição, funcionamento neurológico, etc.
- Fatores Específicos: relacionados a dificuldades de aprendizagens específicas; não identificados organicamente, como problemas na área perceptivo-motora que interferem no desenvolvimento da leitura e da escrita e de organização espacial e temporal, que interferem no desenvolvimento da fala, etc.
- Fatores psicológicos: neste caso a dificuldade de aprendizagem está relacionada a dois fatores diferentes: No primeiro caso refere-se a um processo de auto-repressão, onde o aprendizado é reprimido de forma inconsciente, por algum fator psicológico que impede o aprendizado da criança (inibição neurótica). No segundo caso, trata-se de retração intelectual ou , com diminuição das funções cognitivas que acarretam problemas para aprender; normalmente relacionado a fatores ambientais, tratando-se de casos de crianças desnutridas desde o período intra-uterino até a idade escolar, bem como de fatores relacionados a dependências químicas, problemas econômicos e carências afetivas, e outras causas relacionadas com desagregações familiares.
- Fatores Ambientais: referem-se à qualidade, quantidade e freqüência de estímulos que estruturam o campo de aprendizagem habitual da criança, favorecendo sua aprendizagem; é importante destacar aqui o papel do educador na estruturação de um ambiente adequado para o desenvolvimento intelectual e afetivo dos alunos, haja vista que ele representa um modelo de comportamento para os alunos, podendo se tornar um catalisador do desenvolvimento das personalidades das crianças, com possibilidade de tornar esta, uma tarefa prazerosa, dedicando-se com amor, sem esmorecer e acreditando no potencial do ser humano; por outro lado deve-se considerar que para se obter sucesso neste desafio, torna-se indispensável uma forte parceria entre escola, família e comunidade. "Se faz necessário uma escola com um bom pátio, onde se permita uma vasta atividade esportiva, culturais e sociais, como também a interação das atividades com a escola, comunidade e com outras escolas".
Dentre os fatores ambientais, a escola destaca-se como uma instituição que pode compensar ou não as deficiências dos educando. Segundo Fernandez (1990), é fundamental reconhecer a importância da prevenção, diagnóstico precoce e intervenção psicopedagógica para minimizar as dificuldades de aprendizagem.
Para compreender a patologia do não aprender, é importante observar cuidadosamente a maneira pela quais as pessoas se relacionam dentro do contexto familiar e escolar, ou seja, como se dá interação entre família e escola e as conseqüências dessas relações. É importante identificar o tipo de vínculo existente entre a criança e a comunidade escolar, e entre esta e a criança, bem como da interação existente entre a família e a instituição escolar, como também o dia a dia da criança com a família e comunidade.
Alguns genitores se referem às dificuldades escolares, atribuindo a responsabilidade pela dificuldade de aprendizagem de seus filhos à metodologia inadequada do professor; ou identificam o problema como sendo decorrente de deficiência da criança, negando, inconscientemente, qualquer responsabilidade própria. Em diagnósticos fica fácil perceber uma total desorganização da criança ao lado de atitudes facilitadoras dos pais.
Trata-se de crianças extremamente dependentes dos genitores, imaturas do ponto de vista psicológico e afetivo, tornando-se impossibilitadas de desenvolver raciocínio lógico que lhes possibilite uma aprendizagem assimilativa, suprimindo a espontaneidade para pensar por medo de errar.
Carlos Portela Eduino
Alcoolismo
O consumo de álcool começa cedo, aos 12 – 13 anos, e é considerada a porta principal de acesso às demais drogas.
Qualquer pessoa poderá vir a ser alcoólatra; pois esta doença ataca os seres humanos, e não a grupos ou classes sociais. A própria doença lhe tira a capacidade de controlar-se.
Ameaçar um alcoólatra, apelar para o seu bom senso, conselhos, é quase ridículo, é igual a dizer a um epilético para usar a sua força de vontade para evitar novos ataques.
O álcool é uma ameaça permanente, utilizado como amigo nas horas difíceis. É preciso entender a situação, com seus aspectos trágicos e sofridos e, sobretudo, acabar com os desejos inconscientes de autodestruição.
Algumas pessoas buscam na bebida a compensação (coragem), para seus fracassos nas competições da vida, gerando dependência. Também, em vez de proporcionar maior masculinidade, pode diminuir a potência sexual.
MAU EXEMPLO. Pais, parentes e amigos podem, sem querer, colaborar para a criação de um alcoólatra, oferecendo “só um golinho” a crianças e jovens. É reconhecida a importância do meio ambiente na formação social da criança.
FASE INICIAL – Esta fase pode durar até 15 anos, quando se bebe moderadamente.
FASE INTERMEDIÁRIA – Em média mais cinco anos, (situação de dependência) onde surge a perda da fome, a alimentação irregular, anda sempre nervoso, agitado e deprimido. Bebe por qualquer motivo: para ajudar no trabalho duro diário; para aliviar a fome; para dar energia aos fracos; para “esquentar” quando está frio; para refrescar no calor; diferenciar crianças de adultos; separar os homens dos “maricas”; para servir de consolo e muitas outras representações. Bebe para esquecer, mas como o álcool é anestésico, logo passa o efeito e continuam os problemas agravados por um sentimento de incompetência.
FASE FINAL – Que termina na loucura, na morte ou no desejo sinsero de recuperar-se.
Perde totalmente o senso de responsabilidade, mas no botequim, torna-se um verdadeiro professor de tudo, é amigo íntimo das maiores autoridades da cidade e do estado. Começa a ver “coisas”, ouvir sons, mal se banha e começam a se manifestar os delírios.
Na teoria PSICANALÍTICA, o alcoolismo tem sido explicado por uma fixação oral, que seria a expressão de um conflito subjacente, traduzido pela satisfação imediata das necessidades e pela incapacidade de esperar ou de lidar com as frustrações.
TRATAMENTO - O alcoolismo tem resistido a toda forma de tratamento até hoje, mas a participação em grupos como o dos Alcoólatras Anônimos e a ajuda da família têm ajudado e muito.
O HOSPITAL SARA KUBITSCHEK, de Brasília, vive lotado por pessoas que se tornaram deficientes físicos por causa de algum problema: no trabalho, no trânsito e outros, gerados pela bebida, tomando, assim, espaço de pessoas com doenças físicas congênitas.
Carlos Portela Eduino
Qualquer pessoa poderá vir a ser alcoólatra; pois esta doença ataca os seres humanos, e não a grupos ou classes sociais. A própria doença lhe tira a capacidade de controlar-se.
Ameaçar um alcoólatra, apelar para o seu bom senso, conselhos, é quase ridículo, é igual a dizer a um epilético para usar a sua força de vontade para evitar novos ataques.
O álcool é uma ameaça permanente, utilizado como amigo nas horas difíceis. É preciso entender a situação, com seus aspectos trágicos e sofridos e, sobretudo, acabar com os desejos inconscientes de autodestruição.
Algumas pessoas buscam na bebida a compensação (coragem), para seus fracassos nas competições da vida, gerando dependência. Também, em vez de proporcionar maior masculinidade, pode diminuir a potência sexual.
MAU EXEMPLO. Pais, parentes e amigos podem, sem querer, colaborar para a criação de um alcoólatra, oferecendo “só um golinho” a crianças e jovens. É reconhecida a importância do meio ambiente na formação social da criança.
FASE INICIAL – Esta fase pode durar até 15 anos, quando se bebe moderadamente.
FASE INTERMEDIÁRIA – Em média mais cinco anos, (situação de dependência) onde surge a perda da fome, a alimentação irregular, anda sempre nervoso, agitado e deprimido. Bebe por qualquer motivo: para ajudar no trabalho duro diário; para aliviar a fome; para dar energia aos fracos; para “esquentar” quando está frio; para refrescar no calor; diferenciar crianças de adultos; separar os homens dos “maricas”; para servir de consolo e muitas outras representações. Bebe para esquecer, mas como o álcool é anestésico, logo passa o efeito e continuam os problemas agravados por um sentimento de incompetência.
FASE FINAL – Que termina na loucura, na morte ou no desejo sinsero de recuperar-se.
Perde totalmente o senso de responsabilidade, mas no botequim, torna-se um verdadeiro professor de tudo, é amigo íntimo das maiores autoridades da cidade e do estado. Começa a ver “coisas”, ouvir sons, mal se banha e começam a se manifestar os delírios.
Na teoria PSICANALÍTICA, o alcoolismo tem sido explicado por uma fixação oral, que seria a expressão de um conflito subjacente, traduzido pela satisfação imediata das necessidades e pela incapacidade de esperar ou de lidar com as frustrações.
TRATAMENTO - O alcoolismo tem resistido a toda forma de tratamento até hoje, mas a participação em grupos como o dos Alcoólatras Anônimos e a ajuda da família têm ajudado e muito.
O HOSPITAL SARA KUBITSCHEK, de Brasília, vive lotado por pessoas que se tornaram deficientes físicos por causa de algum problema: no trabalho, no trânsito e outros, gerados pela bebida, tomando, assim, espaço de pessoas com doenças físicas congênitas.
Carlos Portela Eduino
Prostituição infantil
Segundo o Estatuto da Criança e do Adolecente, criança é até 12 anos e adolescente entre 12 e 18 anos de idade.
Sabemos que é grande a desinformação sobre o que é o sexo em toda a sua profundidade, e qual é a sua função e o seu sentido dentro da personalidade e da vida humana, “Viver a própria sexualidade, sem o devido conhecimento, pode levar a erros e transtornos na vida das pessoas”.
No corpo do ser humano existem desde o nascimento, todos os princípios que terão que desenvolver-se depois. Se nenhum contato os desperta, dormem até que chegue a época normal do seu desenvolvimento, mas quando este contato se verifica, vibra todo o corpo, despertam os adormecidos. É fácil se observar em crianças de 2, 3, 4, 5 anos de idade, que se tocada e acariciada sua genitália, o prazer das mesmas. Significa dizer que desde criança o instinto sexual já existe.
As crianças brincam com a própria genitália e com as dos amiguinhos, e isto elas aprendem sozinhas, este comportamento é natural e o tornam, meninos e meninas mais saudáveis sexualmente. O problema é quando entra um adulto que tenha sido abusado no passado, neurótico e doente. (o pedófilo)
A masturbação, que é o auto-erotismo do prazer sexual, se inicia quando criança.
No início da adolescência observa-se, nesta fase, uma tendência para uma reedição dos impulsos orais, anais e fálicos, e um misto de interesse sexual e de conflitos com os pais.
A cada dia que passa, cresce o número de meninas que buscam fazer programas na busca de melhores condições de vida, estas meninas são vistas pelas ruas das periferias e da cidade; Com seus vértices e comportamentos escandalosos, na sua maioria, mostrando os seios, pernas, tatuagens, pincem cabelos tingidos. São algumas das estratégias usadas para chamarem a atenção. Desta forma colocando em risco a vida do cidadão, que desde o nascimento tem o instinto sexual, e se ver atraído com isto tudo.
Contribuem para este processo a sensualidade mostrada sem nenhum pudor, nas revistas, televisões, danças, músicas, roupas, etc., assistidos por nossas crianças. Se já não bastasse, ainda tem o fuso-horário para complicar ainda mais.
As leis estão ai para serem aplicadas, com punições severas ao homem que for pego descumprindo o Estatuto da Criança e do Adolescente; Já o ESTADO, que representa a centralização do poder, com arrecadações provenientes de impostos altíssimos, e que o mesmo tem a obrigatoriedade de converter em melhores condições de vida e estrutura como: educação, saúde, cultura, emprego, lazer, moradia, etc. Não está cumprindo a CONSTITUIÇÃO FEDERAL, até parece que as leis, neste sentido, são inválidas ou inconstitucionais para a sociedade.
É preciso resgatar os valores e padrões éticos e morais da família; Uma criança que aprende desde sedo a si valorizar, terá menos chance de se prostituir no futuro. “Famílias estruturadas formarão cidadãos estruturados”, e isso pode ser iniciado dentro de casa.
Carlos Portela Eduino
Sabemos que é grande a desinformação sobre o que é o sexo em toda a sua profundidade, e qual é a sua função e o seu sentido dentro da personalidade e da vida humana, “Viver a própria sexualidade, sem o devido conhecimento, pode levar a erros e transtornos na vida das pessoas”.
No corpo do ser humano existem desde o nascimento, todos os princípios que terão que desenvolver-se depois. Se nenhum contato os desperta, dormem até que chegue a época normal do seu desenvolvimento, mas quando este contato se verifica, vibra todo o corpo, despertam os adormecidos. É fácil se observar em crianças de 2, 3, 4, 5 anos de idade, que se tocada e acariciada sua genitália, o prazer das mesmas. Significa dizer que desde criança o instinto sexual já existe.
As crianças brincam com a própria genitália e com as dos amiguinhos, e isto elas aprendem sozinhas, este comportamento é natural e o tornam, meninos e meninas mais saudáveis sexualmente. O problema é quando entra um adulto que tenha sido abusado no passado, neurótico e doente. (o pedófilo)
A masturbação, que é o auto-erotismo do prazer sexual, se inicia quando criança.
No início da adolescência observa-se, nesta fase, uma tendência para uma reedição dos impulsos orais, anais e fálicos, e um misto de interesse sexual e de conflitos com os pais.
A cada dia que passa, cresce o número de meninas que buscam fazer programas na busca de melhores condições de vida, estas meninas são vistas pelas ruas das periferias e da cidade; Com seus vértices e comportamentos escandalosos, na sua maioria, mostrando os seios, pernas, tatuagens, pincem cabelos tingidos. São algumas das estratégias usadas para chamarem a atenção. Desta forma colocando em risco a vida do cidadão, que desde o nascimento tem o instinto sexual, e se ver atraído com isto tudo.
Contribuem para este processo a sensualidade mostrada sem nenhum pudor, nas revistas, televisões, danças, músicas, roupas, etc., assistidos por nossas crianças. Se já não bastasse, ainda tem o fuso-horário para complicar ainda mais.
As leis estão ai para serem aplicadas, com punições severas ao homem que for pego descumprindo o Estatuto da Criança e do Adolescente; Já o ESTADO, que representa a centralização do poder, com arrecadações provenientes de impostos altíssimos, e que o mesmo tem a obrigatoriedade de converter em melhores condições de vida e estrutura como: educação, saúde, cultura, emprego, lazer, moradia, etc. Não está cumprindo a CONSTITUIÇÃO FEDERAL, até parece que as leis, neste sentido, são inválidas ou inconstitucionais para a sociedade.
É preciso resgatar os valores e padrões éticos e morais da família; Uma criança que aprende desde sedo a si valorizar, terá menos chance de se prostituir no futuro. “Famílias estruturadas formarão cidadãos estruturados”, e isso pode ser iniciado dentro de casa.
Carlos Portela Eduino
Poder
Nada exercem mais atração sobre os seres humanos do que essa palavra mágica. Nenhuma paixão é mais duradoura, nenhuma companhia é mais constante. O poder é uma das mais legítimas emoções humanas. Sua motivação são os resultados. “Agir para ser mais”.
O poder não deveria ser usado como instrumento negativo ou para glorificar o ego de muitos, mas sim a serviço da vida, do bem estar. O poder como um ato de sabedoria e não como instrumento para manipular ou persuadi pessoas. Poder compartilhado, e não os poderes impostos, diretos ou indiretamente, em formas arquitetônicas, muito além da capacidade de percepção da grande maioria de nossa população. Segundo Michael Korda, “Quanto mais mecânico e complicado for o nosso mundo, mais precisamos do dom da simplicidade do poder, para nos guiar e proteger”; Pois é o único dom que nos permite continuar sendo humanos num mundo tão desumano – porque o amor ao poder é o amor por nós, e não sobre nós.
Vivemos hoje, na idade da informática. Não mais fazemos parte de uma cultura coletora, agrícola ou industrial; mas sim de uma cultura da informação. John Galbraith, autor de “A era da incerteza”, proclamou: “Dinheiro é o combustível da sociedade industrial. Mas na sociedade da informática, o poder é o conhecimento. Nossa sociedade está dividida entre aqueles que têm informação e os que devem atuar na ignorância. Esta nova classe não tem poder no dinheiro ou em terras, mais sim no conhecimento. E hoje a chave do conhecimento está acessível à maioria dos seres humanos. Só não ver quem não quer.” Ler mais para ser mais é a solução”. Lendo mais você ver mais longe e será menos manipulado pelo mau poder”.
“O poder tende à ditadura, a democracia à fantasia”
O poder não deveria ser usado como instrumento negativo ou para glorificar o ego de muitos, mas sim a serviço da vida, do bem estar. O poder como um ato de sabedoria e não como instrumento para manipular ou persuadi pessoas. Poder compartilhado, e não os poderes impostos, diretos ou indiretamente, em formas arquitetônicas, muito além da capacidade de percepção da grande maioria de nossa população. Segundo Michael Korda, “Quanto mais mecânico e complicado for o nosso mundo, mais precisamos do dom da simplicidade do poder, para nos guiar e proteger”; Pois é o único dom que nos permite continuar sendo humanos num mundo tão desumano – porque o amor ao poder é o amor por nós, e não sobre nós.
Vivemos hoje, na idade da informática. Não mais fazemos parte de uma cultura coletora, agrícola ou industrial; mas sim de uma cultura da informação. John Galbraith, autor de “A era da incerteza”, proclamou: “Dinheiro é o combustível da sociedade industrial. Mas na sociedade da informática, o poder é o conhecimento. Nossa sociedade está dividida entre aqueles que têm informação e os que devem atuar na ignorância. Esta nova classe não tem poder no dinheiro ou em terras, mais sim no conhecimento. E hoje a chave do conhecimento está acessível à maioria dos seres humanos. Só não ver quem não quer.” Ler mais para ser mais é a solução”. Lendo mais você ver mais longe e será menos manipulado pelo mau poder”.
“O poder tende à ditadura, a democracia à fantasia”
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