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quarta-feira, 11 de abril de 2012

POLÍTICA E CORRUPÇÃO


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Aqueles que são para fiscalização, agora são os que estão sendo investigados e graças às empresas de comunicações, como redes de TV's e revistas, que tem dado uma aula de como se investigar.
É vergonhoso termos no Brasil o poder legislativo compostos pelos vereadores, deputados e senadores, com funções basicamente de fiscalizar o poder público e o que vemos é o Legislar em Causa Própria, favorecendo grupos e famílias. São câmaras que aumentam seus salários em um total desrespeito aos assalariados, Câmara pagando até o 18" salário em quanto o trabalhador luta para ser garantido o 13", são deputados com direito até 100 mil Reais mensais para gastarem no que quiserem, são deputados com diárias para andarem nos municípios que o elegeu de até 2.500,00 Reais e diárias para outros estados de até 4.500,00 Reais. Isso tudo em um país que grande parte da população mendiga um salário mínimo, ou se humilha indo atrás de se escrever em um programa de bolsa miséria, isso em relação aos ganhos dos legisladores.Portela
"Que país é este que junta milhões numa marcha GAY, milhares numa marcha a favor da MACONHA, mas que não se mobiliza contra a CORRUPÇÃO?"  Portela

Quando se abre o jornal, ou se liga a TV no Brasil, é raro não nos defrontarmos com escândalos no mundo político. Casos de malversação de recursos públicos, uso indevido da máquina administrativa, redes de clientelas e tantas outras mazelas configuram uma sensação de mal-estar coletivo, em que sempre olhamos de modo muito cético os rumos que a política, no Brasil, tem tomado. Criam-se, dessa forma, um clamor moral e um clima de caça às bruxas que geram instabilidade e um muro de lamentações e barreiras a projetos de políticas públicas. Contudo, apesar dessa sucessão de escândalos no Brasil, existe uma sensação de impotência por parte da sociedade; a corrupção é tolerada e os cidadãos ficam apenas aguardando qual será o próximo escândalo que circulará nos jornais. Fernando Filgueiras

Quando os militares estavam no poder, sabia-se que havia corrupção. Mas, pela falta de transparência, não se tinha ideia do tamanho do problema. De qualquer forma, acreditávamos que a solução viria com a democracia, essa espécie de bálsamo para todos os males.
Veio a democratização e percebemos que a corrupção não havia acabado. Ao contrário, ganhou novos formatos e incluiu novos atores, como os parlamentares, que agora contavam com revigorado poder.
Otimistas que somos, pensamos que a eleição direta para presidente diminuiria a corrupção. Elegemos o presidente pelo voto e ele foi afastado ... por corrupção.

Bem, talvez o problema fossem os neoliberais. Então a esquerda chegou ao poder e tivemos o “mensalão”.
Quando estávamos chegando à conclusão que a corrupção é coisa dos políticos, foi descoberto um esquema de venda de decisões no Poder Judiciário.

O crescimento da capacidade de investigar e descobrir os esquemas de corrupção talvez seja a melhor notícia sobre esse tema, graças, principalmente as redes de TV , que não é sua função principal, e também a Polícia Federal que tem mostrado muitos casos de corrupção com a sua liberdade de vigiar, fiscalizar, escutar, etc.
Às CPIs – Comissões Parlamentares de Inquérito – têm produzido poucos resultados, seja pelas limitações impostas pelos interesses pela política, seja devido ao espírito corporativista. Servem mais como palco para estrelismos do que propriamente para a investigação concreta. 
 A inevitável conclusão é que a corrupção no Brasil continua a ser um crime sem castigo. E enquanto as instituições não forem capazes de punir os culpados, continuaremos a assistir às quadrilhas assaltarem os cofres públicos.Leonardo José Andriolo




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