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terça-feira, 27 de dezembro de 2011

BRASIL, A ESPERANÇA PARA IMIGRANTES ILEGAIS HAITIANOS

 "Imigrantes ilegais"
26/12/2011 1:01,  Por Carta Maior

Brasil, a esperança para imigrantes ilegais haitianos.
Rota de imigração ilegal pela região norte atrai milhares de haitianos em fuga da miséria e falta de perspectiva. Em Brasileia, no Acre, abrigo de imigrantes produz ‘calamidade pública’. Capital do Amazonas, Manaus torna-se também ‘capital haitiana’ no Brasil, uma referência por liderar forças de paz da ONU. Tropas começam a sair em março.
Najla Passos
BRASÍLIA – Brasileia é uma pequena cidade de 20 mil habitantes cravada no sul do Acre, na fronteira com a Bolívia. É bem provável que a imensa maioria dos brasileiros jamais tenha ouvido falar dela. Fora das fronteiras locais, porém, o município faz sucesso. A cidade é a porta de entrada no Brasil de uma rota de imigração ilegal de haitianos para o país.
Hoje, a cidade hospeda 810 haitianos. Uma população que, fugida de um dos lugares mais pobres do mundo, e onde o Brasil é uma referência por comandar tropas de paz das Nações Unidas, sonha com a cidadania brasileira, que lhes daria o direito de trabalhar, de estudar, de usufruir o Sistema Único de Saúde (SUS), enfim, de viver legalmente no país.
O Brasil, porém, não possui um tratado internacional que exima os haitianos de visto de permanência. Eles também não podem ser enquadrados no conceito de “refugiado”, definido pela Convenção de Genebra, que considera como tal toda pessoa obrigada a sair de seu país, sozinha ou em grupo, devido a perseguições de caráter político, racial, de gênero ou religioso.
O combustível da fuga é a miséria. E, quando cruzam a fronteira da Bolívia o Brasil, os haitianos assumem a condição de imigrantes ilegais. Uma situação que também causa problemas para autoridades públicas brasileiras.
Em Brasiléia, 600 haitianos estão hospedados em um hotel do município com despesas pagas pelo governo do Acre. Recebem duas refeições diárias, além de café da manhã. Tudo isso significa um gasto mensal de R$ 1 milhão para os cofres de um dos estados mais pobres do país.
E este não é, nem de longe, o maior problema. “O hotel em que eles estão alojados tem capacidade para 80 pessoas e estão vivendo 800. Não há como cozinhar para tanta gente, os banheiros não comportam. Daqui a pouco, a epidemia de cólera que assola o Haiti chegará até lá”, afirma o senador acreano Aníbal Diniz (PT).
Entre os hóspedes, há 17 mulheres grávidas e crianças em idade escolar. Em Brasiléia, os sistemas públicos de educação e saúde não têm como atender tanta gente. Para conseguir documentos como CPF (Cadastro de Pessoa Física) e carteira de trabalho, precisam esperar cerca de um mês. E as perspectivas são de que o número de haitianos no município aumente cada vez mais.
Informações da Agência Brasileira de Informação (ABIN) e da Polícia Federal (PF) revelam que há 50 haitianos do lado boliviano da fronteira aguardando uma oportunidade para entrar no país. E outros que 200 já deixaram Porto Príncipe, a capital devastada do Haiti, em direção ao Brasil.
A rota identificada pelas autoridades brasileiras mostra que, do Haiti, os imigrantes ilegais seguem para a República Dominicana, que divide a Ilha de São Domingos com o Haiti. De lá, os imigrantes vão para Equador, Peru e Bolívia, até chegar ao Acre. É operada por pessoas conhecidas como “coiotes”, participantes de uma quadrilha que os serviços policias e de inteligência do Brasil tentam desbaratar.
Na cidade amazonense de Tabatinga, tríplice fronteira com Peru e Colômbia, os haitianos também chegam em grandes grupos. Lá, não é o governo do estado que acolhe os imigrantes, mas a sociedade civil organizada, principalmente por meio do trabalho da Pastoral do Migrante, da Igreja Católica.
Levantamento feito pelas Nações Unidas aponta que, atualmente, 1,1 mil haitianos estão na cidade. Em 2010, a Polícia Federal recebeu 476 solicitações de refúgio. Em 2011, foram 1075. Todas elas foram negadas, mas os pleiteadores conseguiram um visto humanitário. Muitos se deslocaram para Manaus, em busca de emprego.
É justamente na capital do Amazonas que se concentra o maior número de haitianos: 3,2 mil, a maioria mantida também pelas igrejas e comerciantes locais. Também há haitianos vivendo em Rio Branco (AC), Porto Velho (RO) e São Paulo (SP). Em todo o país, 3.274 já requereram visto de permanência e 1,3 mil receberam.
Calamidade pública
A pobreza e a miséria que, historicamente, colocam o Haiti no último lugar do ranking de desenvolvimento da América Latina e Caribe dificultam a reconstrução do país, após o terremoto de 2010, que afetou a vida de 3 milhões de haitianos e matou, de imediato, 222 mil pessoas.
“O terremoto foi terrível, mas o país já era miserável antes dele. Outros países que passam por catástrofes naturais, como Chile, conseguem se recuperar. Mas o Haiti, não”, justifica o representante do Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados, Andrés Ramirez.
Segundo ele, hoje, passados quase dois anos, o Haiti continua sofrendo os efeitos da catástrofe. “Cerca de 300 mil casas foram destruídas. Mais de um milhão de pessoas continuam vivendo em acampamentos, em condições muito precárias. Por isso, o surto de cólera no país”, afirma.
Além disso, a violência vitima, principalmente, as mulheres. “A incidência de gravidez nos acampamentos aumentou de 4% para 12%, principalmente devido aos estupros que ocorrem durante à noite, em função das deficiências de iluminação”, denuncia.
Andrés Rmirez relata que a violência sexual e de gênero tem justificado, inclusive, que outros países aceitem receber os haitianos como refugiados. “Os números são modestos, mas já há 57 na Argentina, 146 no Peru e um no Chile”.
É neste contexto que os haitianos decidem deixar o país. As famílias mais abastados se organizam e enviam alguns membros pra os Estados Unidos. As de menor poder aquisitivo, agora, têm a alternativa de tentar o Brasil, que exige menos recursos e é mais seguro. Nos Estados Unidos, se descobertos, os ilegais são deportados para seus países de origem.
“A maior parte dos imigrantes ilegais haitianos é muito bem qualificada, justamente para conseguir emprego e ajudar a sustentar os que ficaram no Haiti”, diz o presidente do Comitê Nacional para Refugiados (Conare), Luiz Paulo Teles Barreto, também secretário-executivo do Ministério de Justiça.
O Brasil é uma referência também por liderar, desde 2004, as forças de paz das Nações Unidas que atuam no Haiti. O ministério da Defesa diz que as tropas brasileiras vão deixar aquele país a partir de março de 2012.

domingo, 25 de dezembro de 2011

HAITIANOS ESTÃO SENDO ASSALTADOS E MORTOS NA FRONTEIRA DA BOLÍVIA COM PERU

www.oaltoacre.com
Uma grave denuncia feita por haitianos que chegaram na noite desta sexta-feira, dia 23, na cidade de Brasiléia, na fronteira com a Bolívia, estão denunciando um ato que se pode chamar de desumano e covarde.
Segundo eles, que inclusive tem crianças no meio, passaram momentos de terror quando tentaram passar pela Bolívia, após sair do Peru para chegar ao Brasil, estão sendo atacados por homens armados que, além de roubar seus pertences e valores, estão assassinando quem se recusa a dar o que tem.
Disseram que chegaram a ver um casal em estado de decomposição que foram assassinados, quando tiveram entrar na mata para fugir. Não é possível saber quem estaria por trás da matança. Os homens agem encapuzados e vestiam roupas tipo militar e após o ataque, outro grupo estão abordando.
Os que estão na cidade de Brasiléia, não sabem dizer com certeza, se estariam no lado boliviano ou peruano. A criança que escapou com os adultos, tem sinais de arranhões pelo corpo causados pelo mato no momento da fuga.
Essa já não seria a primeira vez que tal denuncia foi feita, quando outro grupo foi abordado, e tiveram parte de seus pertences tomados e as mulheres abusadas na região do vilarejo de Soberania, na tríplice fronteira e as autoridades da Bolívia dizem desconhecer tais abusos.
        Isso tudo poderia ser evitado, conforme venho alertando. Porque que os Haitianos, quando chegam na fronteira com Assis Brasil, com destino ao Brasil, tem que vir de forma clandestina correndo risco de vida e outras coisa mais, até chegar em Brasiléia, será que Assis Brasil Não é Brasil, para serem recebidos lá e não só em Brasiléia. O que está faltando???
Veja trecho de um artigo publicado anteriormente neste Blog.
"... A rota dos mesmos é Haiti, Panamá, Colômbia, Peru até chegar em Inapari na fronteira do Brasil através de Assis Brasil, só que de Inapari-Peru para Brasiléia e EpitacioLãndia eles enfrentam talvez a maior dificuldade: Os que tem dinheiro pagam até 200 dólares cada a taxistas brasileiros por pessoa e correndo o risco do taxista ser pego, processado e pagar multas caríssimas, os que tem menos dinheiro se arriscam a virem pela estrada boliviana por taxistas peruanos e bolivianos correndo o risco de serem extraditados pelas autoridades bolivianas, já os que nada têm se arriscam a pé enfrentando rotas de tráficos de drogas e por terras bolivianas e brasileiras de forma escondida, passando fome e noites frias na selva amazónica. Chegando aqui eles recebem os direitos de se legalizarem, MAS PORQUE NÃO RECEBEREM ESSES DIREITOS NA PORTA DE ENTRADA QUE É EM ASSIS BRASIL?"

Veja vídeo-reportagem com Almir Andrade.
 http://www.oaltoacre.com/index.php/acre/11396-denuncia-haitianos-estao-sendo-assaltados-e-mortos-na-fronteira-da-bolivia-com-peru.html

domingo, 18 de dezembro de 2011

EVO RECONHECE OS PROBLEMAS QUE A COCA ESTÁ CAUSANDO

    Será que só ele imaginava que os outros iriam acreditar, que o incentivo a produção da folha de coca, seria só para o uso medicinal e cultural; se fosse para isso bastava apenas o cultivo em umas cem hectares. Agora ele se deparou com cartéis de outros países, bem mais potentes e com tecnologia avançada. Isso põe em risco o simples poder exercido pela Bolívia em relação ao narco. "é uma concorrência desleal". Evo também foi humilde em dizer que "Uma pequena parte da folha de coca é desviada para a fabricação de cocaína, que isso é ilegal". Será que ele não percebe que ilegal mesmo é incentivar o aumento de plantio da folha, quando que para o uso cultural e medicinal, o ideal seria a redução em quase 70%. Hoje Bolívia tem, segundo dados oficiais, mais de 32.000 hectares de plantio da folha de coca.
O mal que a cocaína vinda da Bolívia causa aos brasileiros, que segundo a ONU 80% do consumo brasileiro é da Bolívia, é incalculável; mesmo assim o Sistema de Governo Brasileiro continua investindo e aliado da Bolívia.

O Laboratório de refino de cocaína encontrado em outubro em uma reserva florestal, que resultou no enfrentamento de militares da UMOPAR com os narcos, onde foi morto um oficial militar, e que os narcos mortos eram colombianos, só agora descobriram que os mesmos pertenciam as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC). Em um informe do Diretor Geral da Polícia, alertou ao presidente Evo, da existência de delinquentes organizados de escala internacional na Bolívia, que estão usando o território boliviano para o fábrico e passagem de cocaína pela fronteira para o Brasil, Chile, Paraguai e Argentina. Também falou de um segundo problema que é a importação de dinheiro ilícito proveniente do narcotráfico introduzidos por colombianos, mexicanos, peruanos e também de cubanos para a cadeia produtiva do narcotráfico.

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

COLONO É PRESO COM ESPINGARDA REGISTRADA


Colono é preso com espingarda registrada, no Airton Sena

Apesar de ter o documento de registro da arma, o colono foi preso; PM diz ser ilegal transportar a arma sem autorização da PF

DSC_0179Apesar do agricultor ter o registro da arma, uma espingarda calibre 20, dando autorização para o mesmo usar o equipamento para meios de subsistência no Seringal São Francisco de Iracema, o homem foi denunciado por vizinhos no bairro Airton Sena.
Segundo ele, a arma está com problemas e ele trouxe para a cidade a fim de mandar arrumar, pois não estaria atirando. Abrigado na casa de parentes no bairro Airton Sena, o homem acabou sendo denunciado e preso pela polícia militar.
Na delegacia, mesmo com o documento de registro da arma, o homem foi autuado em flagrante e uma fiança deverá ser estipulada de acordo com suas condições.
Na oportunidade, o coronel Juvenal, comandante do 3° Batalhão, fez um alerta para os agricultores que possuem o registro de suas armas e precisam, por algum motivo, transportá-las até a capital.
“Antes de vir para a cidade, é necessário pegar primeiro uma autorização na Polícia Federal e só depois transportar a arma. Caso contrário, a polícia militar vai fazer a apreensão da arma e prisão da pessoa. Isso é a Lei e só estamos dando cumprimento a ela”, explica o comandante.
O homem desavisado disse que da próxima vez vai fazer todo o procedimento correto para não passar mais por constrangimento. O colono que nunca teve passagem pela polícia vai ter que pagar fiança e ficará com a ficha suja diante da justiça.

COMENTÁRIO.
Tem algo errado, a polícia está aí para cumprir a Lei. Agora quem fez a Lei, quem apoiou quem fez a Lei?? Agora o seringueiro e colono que vive na mata e já não pode desmatar, ter ramal, trazer um pedaço de caça para os parentes na rua como forma de pagamento a sua estadia, pois não tem dinheiro. E por causa da Lei vai ter que dar duas viagem, uma para pegar um documento na PF e a outra para trazer a arma. E a floresta continua sendo vendida, e os que vive nela não lhe dão nem o direito de opinar; para eles só as proibições e punições. O malandro da Rocinha no RJ, foi avisado bem antes que a polícia iria invadir o morro, com isso eles fugiram com armas. Já o homem da floresta que tem tantas dificulidades, paga a mesma pena do malandro da Rocinha, quando pego, pois ele é esperto, já o colono é simples e sem maldade.

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

STF REAFIRMA APOIO À REALIZAÇÃO DE MARCHAS PELA LIBERAÇÃO DE DROGAS

 O BRAZIL TÁ MUDANDO E MUITO RÁPIDO. É mulher presidente, é casamento entre dois homens, duas mulheres, é punição para delinquentes mais brandas e fora da cadeia tirando o poder do policial , é fronteira aberta para estrangeiros, é ajuda para ampliação do narco em países produtores de drogas, é...., é...... Não estou dizendo que isso é errado e sim mostrando que o que achávamos errado a poucos anos, agora parece ser certo. "Parece que esse Pais mergulhou de vez num caldeirão de drogados, homossexuais, racismo e outras coisas mais".
23/11/2011 17:15
STF reafirma apoio à realização de marchas pela liberação de drogas
“Podem ser ideias inconviventes, conflitantes com o pensamento dominante. Mas a mera expressão de um pensamento não pode constituir objeto de restrição”.

A ação foi levada pela Procuradoria-Geral da República, questionando a constitucionalidade da criminalização de atos que defendam, por exemplo, a maconha.

Para o presidente do STF, Cezar Peluso, o tema “põe em jogo a questão do perfil da liberdade de reunião
Pela segunda vez, o STF (Supremo Tribunal Federal) deu seu apoio ao direito de manifestações em favor do uso de drogas. O relatório do ministro Carlos Ayres Britto, lido nesta quarta-feira (23), foi referendado por mais seis colegas, endossando que os protestos pela liberação de entorpecentes não fazem apologia de um crime, conforme defendeu a Presidência da República. Apenas o ministro Gilmar Mendes fez ressalvas ao texto.

A partir de agora, marchas e movimentos desse tipo não podem ser barrados por decisões judiciais. A ação foi levada pela Procuradoria-Geral da República, questionando a constitucionalidade da criminalização de atos que defendam, por exemplo, a maconha.

No primeiro julgamento, realizado em junho, todos os oito ministros presentes votaram a favor da legalidade das marchas. Dias Toffoli não votou por ter atuado no caso como advogado-geral da União.

Relator da ação que pedia a liberação de manifestações desse tipo no primeiro julgamento, o ministro Celso de Mello afirmou que “nada impede que esses grupos expressem livremente suas ideias”. Questionado pelo colega Gilmar Mendes sobre a possibilidade da organização de marchas em favor da pedofilia, ele respondeu: “Podem ser ideias inconviventes, conflitantes com o pensamento dominante. Mas a mera expressão de um pensamento não pode constituir objeto de restrição”.

Para o presidente do STF, Cezar Peluso, o tema “põe em jogo a questão do perfil da liberdade de reunião, como instrumento da liberdade de expressão, de opinião, de pensamento. No caso, da opinião favorável a descriminação de condutas”.

“A questão das drogas é de há muitos anos uma questão discutível. Ela não significa necessariamente nenhuma autorização para uma prática de atos capazes de vulnerar nem de atentar contra a estruturação da sociedade”, disse

terça-feira, 22 de novembro de 2011

ABERTA A TEMPORADA DE CAÇA



 
Veja o que pode acontecer com os militares das FFAA que nas décadas de 60 e de 70 lutaram em uma Guerra Revolucionária impedindo que subversivos/terroristas/comunistas implantassem no Brasil o Comunismo Internacional e ou que criassem na Amazônia uma “ FOGUEIRA” (Forças Guerrilheiras do Araguaia) semelhante as FARCs da Colômbia.

Comissão da Verdade” : " Foi aprovada pelo atual sistema de governo”.


                    ABERTA A TEMPORADA DE CAÇA


     Ora direis “ouvir estrelas”. Sim, a Comissão ouvirá estrelas e, também, cobras e lagartos, subversivos e terroristas.
      Eventualmente, defrontamos - nos com pretensos ingênuos que afirmam que o desgoverno providenciará um substancial aumento para os militares, deve ser no tempo de permanência nos morros em missão tipo “puliça”, e para tanto, está fazendo cálculos mirabolantes e, sendo possível (parece que dependerá da exploração do pré – sal), o impossível aumento virá.
      Os coniventes acreditam (?) que a Comissão tem os mais belos e puros propósitos, e chegam ao cumulo da idiotice ao afirmar que a medida foi tomada pelo desgoverno por imposição de suas bases, por clamor da sociedade, blá blá....
     E que depois, liquidada a fatura, haverá uma grande festa de confraternização. Será a bacanal entre vencedores e vencidos, entre crápulas e inocentes, e eles farão o que quiserem, e os acusados, disciplinados, alegremente, deixarão.
     A todo o momento, falsos otimistas são useiros em afirmar que as declarações positivas da Presidente sobre as Forças Armadas são a prova cabal de sua admiração, respeito e confiança.
     O que fazer diante de tantas tolices? Já respondemos à exaustão.
     Esqueceram - se que a Comissão estava no PNDH3? Dos Memoriais? Dos Livros? Que a Comissão foi inventada, construída, pressionada para aprovação por um Congresso submisso ao desgoverno?
     Meu amigo, se você consta em alguma relação ou livro divulgado ou a ser divulgado pelos escribas do social - petismo, coloque suas barbas de molho e escafeda - se para o ignoto, pois será acusado pelo que dirão que você fez e, acredite, nada que abrilhante o seu currículo.
     Você acaba de ingressar na lista dos mais procurados ou de caça a ser abatida.
     Na mira dos caçadores, estão os animais de duas patas, hominídeos, não importa a cor, pois eles não são racistas, mas preferem os de pele verde - oliva.
     Acoitados, na espreita por décadas, perseguiram, emboscaram, infligiram danos, feriram, desmoralizaram, mas agora, aberta oficialmente a temporada de caça, poderão abater sem piedade.
     Hoje é facil transformar – se a vilania, o revanchismo e as perseguições em atividades legais, basta criar leis que acobertem a imoral e ilicita atividade. Assim, durante dois anos, podendo e, certamente, será prorrogada, uma caçada sem quartel, sem obstáculos.
     Lamentamos a desdita dos difamados e perseguidos, deploramos a inquisição que se inicia e a difamação que irá enlamear os seus nomes, a sua honra , a sua dignidade.
    Perdoem, se apenas escrevemos, denunciamos, pois numa democracia viciada, de sociedade alienada, somos, absurdamente, impotentes.
    Em decorrência, acumula – se entre os que esperam a supremacia da verdade, os que almejam um minimo de decencia, uma descrença, uma tristeza, um desânimo com relação à justiça, à sociedade, aos politicos, às forças vivas da nação, que nada fizeram para salvaguardar aqueles, que exclusivamente cumpriram o seu dever, não se locupletaram, não transitam nos caminhos do poder, apenas se arriscaram para a manutenção da lei e da ordem.
     Sim, acreditem, eles não são culpados, foram, simplesmente tolos por julgarem que lutavam por um Brasil melhor, democrata, justo e nobre.

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

SAÚDE DA FRONTEIRA EM RISCO

-->SAÚDE DA FRONTEIRA EM RISCO
Tenho deparado quase todos dias um número cada vez maior de HAITIANOS pelas ruas de Brasiléia e Epitaciolândia a procura de se regularizarem nos órgãos ou setores credenciados como a sede da Polícia Federal, setor de Migração da PF, Comando do Corpo de Bombeiros, Hospital, Postos de Saúde, Ministério do Trabalho para a Carteira de Trabalho e na Receita Federal para o CPF. Sempre em contato com os mesmos, por ter sido um dos primeiros a levantar essa questão nos meios de comunicação a um ano quando começou a chegar vez por outra esses estrangeiros.
Acontece que durante esse ano de 2011 tem chegado um número assustador, principalmente de haitianos, vez por outra chegam Blangadestinos, tailandeses e outros mais, estima-se que tenha ultrapassado a casa dos 1.200 desses estrangeiros, que na sua grande maioria são haitianos fugindo da miséria em que se encontra o Haiti depois da catástrofe. Sabemos que o BRASIL logo ofereceu Ajuda Comunitária lá no Haiti e depois começou a chegada deles no Brasil pelas fronteiras através de Tabatinga no Amazonas e Brasiléia e Epitaciolândia no Acre; já que Assis Brasil, não sei os motivos, não não estão sendo credenciados os mesmos, como que Asis Brasil, que é a porta de entrada, não seja Brasil.
Esses haitianos, devido serem de um país mais pobre, o índice de doenças graves, e algumas desconhecidas para o Brasil, é muito grande. Para se ter uma idéia se juntar a população dos municípios de Brasiléia, Assis Brasil, Epitaciolândia, Xapuri, Plácido de Castro, Capixaba, Senador Guiomard, em vinte anos não tiveram determinados tipos de doenças graves, que metade desses haitianos trouxeram em menos de um ano.
Segundo o que se nota, hoje dia 16 de novembro, é que tem mais de quatrocentos em nossos municípios, sendo umas 90 mulheres tendo algumas grávidas, umas sete crianças e os demais homens. Chega a dar dó da situação em que os mesmos estão vivendo. Nossas prefeituras tem ajudado em muito pouco, o estado depois de algum tempo está ajudando bastante, acontece que nós já temos os nossos problemas, que não são poucos a serem resolvidos. Os haitianos que chegam, logo logo são lhes oferecidos as documentações necessárias de suas permanência em território brasileiro, a grande maioria são de profissionais em várias áreas, que saem de seu país através de cotas de amigos e familiares para arriscarem a vida principalmente em São Paulo, que é o destino na mente de todos eles, não sei de onde partiu a ideia de que em São Paulo tem trabalho a vontade e que os mesmos em poucos meses mandariam dinheiro para a família e ainda trazer mais parentes. Muitos deles com os documentos em mãos saíram para vários estados brasileiros e estão trabalhando, aqui na fronteira não tem trabalho nem para os miseráveis daqui, além do mais que eles não trabalham para ganhar pouco, a diária dos mesmos é bem acima da média do povo daqui, até que vez por outra pessoas saem em busca deles para o trabalho, só não entendo o porque deles não aceitar pequenos serviços dizendo ser pouco o pagamento oferecido, tanto de mulheres como de homens e preferirem viver o que estão vivendo na fronteira. O acúmulo deles é devido que estavam a um mês sem fazerem os vários exames de saúde, talvez por falta de material e de a Polícia Federal só atender três por dia para a legalização dos mesmos no país, isso segundo informações colhidas com os próprios Haitianos; também não sei o dever e limite da PF nesse caso especial.
As igrejas Católicas e algumas Evangélicas até que tentaram ajudar, mas os gastos com a alimentação para com os mais de 1.200 que por aqui chegaram são muitos em relação às pequenas entidades Evangélicas. Atualmente o Governo do Estado tem mantido o almoço e a janta, ficando o café da manhã sem patrocinadores. O governo e prefeituras vinham mantendo eles em Ginásio de esportes, depois em pequenas hospedarias e agora o governo alugou um pequeno hotel com a capacidade para umas 80 pessoas, e com apenas pouco mais de cem colchões, estão vivendo quase trezentos deles. Da dó ver a situação de flagelo que estão submetidos, é fácil ver pessoas e principalmente uma grávida, que pode ganhar filho ainda esse mês, chorando com fome, essa precisou de exames médicos mas saiu do hospital com uma ordem para que se faça em laboratórios particulares ou em Cobija, lado Boliviano, como que a mesma tenha dinheiro. No começo chegavam só homens agora estão chegando é famílias. DE QUEM É A CULPA? Quem proporcionou essa invasão de Haitianos aqui em nossos municípios? Porque eles não ficam em países vizinhos aos deles? É desumano ver as condições de vida que eles estão passando, principalmente o de residência, mesmo sabendo que eles não se sujeitam a trabalhar ganhando pouco, pois eu e muitos daqui, se sujeitaria a trabalhar até pela comida em caso de precisão. Passam o dia inteiro perambulando pelas ruas, e nas praças, menos mau é que o comportamento social dos mesmo são bom. Tem uma casa pequena de madeira, sem água e sem luz, com a capacidade para uma família de quatro pessoas, que estão vivendo, como eu não sei, mais de 25 pessoas.
Não quero eu defender e nem acusar ninguém, tenho feito a minha pequena parte, mas me diga DE QUEM É A CULPA!.
Pelo que estou vendo muitos ainda virão, e o pior de tudo é que a fronteira por Tabatinga não está facilitando a entrada dos mesmos se tornando Brasiléia e Epitaciolândia como a porta de entrada. A rota dos mesmos é Haiti, Panamá, Colômbia, Peru até chegar em Inapari na fronteira do Brasil através de Assis Brasil, só que de Inapari-Peru para Brasiléia e EpitacioLãndia eles enfrentam talvez a maior dificuldade: Os que tem dinheiro pagam até 200 dólares cada a taxistas brasileiros por pessoa e correndo o risco do taxista ser pego, processado e pagar multas caríssimas, os que tem menos dinheiro se arriscam a virem pela estrada boliviana por taxistas peruanos e bolivianos correndo o risco de serem extraditados pelas autoridades bolivianas, já os que nada têm se arriscam a pé enfrentando rotas de tráficos de drogas e por terras bolivianas e brasileiras de forma escondida, passando fome e noites frias na selva amazônica. Chegando aqui eles recebem os direitos de se legalizarem, MAS PORQUE NÃO RECEBEREM ESSES DIREITOS NA PORTA DE ENTRADA QUE É EM ASSIS BRASIL?
As autoridades constituídas dos municípios, me parecem em nada estarem fazendo de concreto, eles não imaginam o risco de doenças e epidemia que estamos sujeitos, eles parecem que não entendem a gravidade do problema, são eles que deveriam se manifestarem a procura de alternativas e dos responsáveis por essa irresponsabilidade e condições sub-humanas a qual estão passando, principalmente à noite em que os mesmos tem que dormirem dividindo um colchão de solteiro até para três pessoas pelos corredores de pousadas e do hotel, muitos deles dormem é no chão mesmo e sem terem locais para por as poucas roupas que têm.
Se persistir a legalização de apenas três por dia, onde vamos parar com os mais de 400 que estão aqui e com os que todos dias estão chegando; pois os que pegam os documentos logo logo deixam os municípios para os grandes centros a procura de trabalho.

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

ASSÉDIO SEXUAL NAS ESCOLAS



Assédio sexual nas escolas é assustadoramente comum
Um novo estudo descobriu que mais da metade das meninas – e muitos meninos – sofreram pelo menos uma situação de assédio no ensino médio ou fundamental.
É difícil encontrar alguém que não tenha sofrido nenhum tipo de assédio sexual na escola – desde comentários sobre o sutiã de meninas que estão começando a se desenvolver fisicamente até meninos que tiveram suas calças abaixadas ou sofreram preconceito e afirmações depreciativas sobre sua sexualidade.

O assédio sexual nas escolas é mais comum do que parece. Um novo estudo descobriu que mais da metade das meninas – e muitos meninos – sofreram pelo menos uma situação de assédio no ensino médio ou fundamental. E embora algumas pessoas possam afirmar que são apenas “crianças sendo crianças”, as vítimas podem sofrer com muitos maus efeitos no futuro.

De acordo com a revista Times, um estudo com quase 2 mil crianças descobriu que 56% das meninas e 40% dos meninos sofreram assédio sexual em algum momento no ano letivo anterior. 46% das garotas e 22% dos meninos relataram “indesejáveis comentários sexuais, gestos ou piadas”, enquanto 13% das meninas e 3% dos meninos mencionaram terem sido tocados contra sua vontade.

A estatística mais assustadora é que 3,5% das meninas e 0,2% dos meninos foram forçados a realizar um ato sexual, e uma parcela igual de meninos e meninas – 18% – foram chamados de gays de forma depreciativa.

Muitos adultos se lembram da escola como um local de comentários sobre sutiãs, agarramentos indesejados, comentários depreciativos sobre a sexualidade e coisas do gênero. E ainda que isso tenha sido extremamente doloroso, muitos adultos não se esquecem, mas carregam por muito tempo os comentários maldosos sobre eles, que começaram com a escola.

37% das meninas e 25% dos meninos disseram que o assédio fez que eles desejassem evitar a escola. 22% das vítimas do sexo feminino e 14% do masculino relataram até problemas para dormir. Esses números são ainda maiores entre crianças que foram perseguidas tanto online como pessoalmente – 46% dessas vítimas não queriam mais ir à escola, enquanto 44% delas tiveram problemas no estômago e 43% tiveram problemas de estudo.

Claramente, o assédio não é apenas uma brincadeira de crianças e adolescentes – além de afetar o desempenho escolar, prejudica a saúde. Assim, não deve ser tratado como um rito normal de passagem.

De acordo com a pesquisa, as escolas deveriam criar uma política contra o assédio sexual e certificar-se que ela seja divulgada e aplicada. As escolas devem assegurar que os estudantes sejam informados sobre os seus direitos, incentivando os jovens a falar sobre o assédio com a escola. Pais e colégios devem estar cientes que alunos merecem um ambiente de aprendizado em que o assédio seja uma ofensa punível, e não algo com o que eles devam lidar com naturalidade. 

terça-feira, 25 de outubro de 2011

C R M - BOLÍVIA E CHILE TEM DIPLOMA VALIDADO NO BRASIL

CRM - Mercosul, Bolívia e Chile têm diploma obrigatoriamente validado no Brasil Em resposta ao Conselho Federal de Medicina, o Ministério das Relações Exteriores esclareceu que médicos advindos de países que fazem parte do Mercosul (Argentina, Paraguai e Uruguai), da Bolívia e do Chile têm seus diplomas obrigatoriamente validados no Brasil em razão de um acordo internacional. Com isso, os médicos podem obter residência médica apenas comprovando serem nacionais de um dos países signatários do acordo. Não será necessário qualquer tipo de visto como requisito para o registro nos Conselhos de Fiscalização de Profissão Regulamentada. Além disso, os médicos argentinos, paraguaios, uruguaios, bolivianos e chilenos estarão sujeitos aos mesmos direitos e obrigações dos médicos brasileiros.
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Fonte: CRM http://www.netcina.com.br/2011/10/crm-mercosul-bolivia-e-chile-tem.html?spref=fb

domingo, 23 de outubro de 2011

CARTA DE DESPEDIDA, ANTECIPADA, DA EX-ESPOSA DE HUGO CHÁVEZ

Artigos para Refletir

Venezuela: Carta de despedida de Nancy Iriarte Díaz (sua ex-esposa) a Hugo Chávez



Impressionante, muito profunda a despedida precoce de Nancy Iriarte Díaz (sua ex-esposa) a Hugo Chávez; que foi publicada em 9 de agosto de 2011 num dos jornais venezuelanos de maior circulação: o “El Universal”.

Hugo, algumas considerações sobre a tua morte que se aproxima:
        Não quero que partas desta vida sem antes nos despedirmos, porque tens feito um mal imenso a muita gente, tens arruinado famílias inteiras, tens obrigado legiões de compatriotas a emigrar para outras terras, tens enlutado um número incontável de lares, aos que achavas que eram teus inimigos os perseguiste sem quartel, os aprisionaste em cubículos indignos até para animais, os insultaste, os humilhaste, os enganaste, não só porque te achavas poderoso, mas também imortal... Porque o fim dos tempos não te alcançaria.
Mas a tua hora chegou, os prazos se esgotaram, o teu contrato chega ao seu fim, teu "ciclo vital" se apaga pouco a pouco e não da melhor maneira; provavelmente morrerás numa cama, rodeado de tua família, assustada, porque vais ter que prestar contas uma vez que dás teu último alento, partes desta vida cheio de angústia e de medo, lá vão estar os padres a quem perseguiste e insultaste, os representantes dessa Igreja que ultrajaste por prazer, claro que vão te dar a extrema unção e os santos óleos, não uma, mas muitas vezes, mas tu e eles sabeis que não servirão para nada, mas só para acalmar o pânico a que está presa a tua alma ante o momento que tudo define.
Morres enfermo, padecendo do despejo, das complicações imunológicas, dos terríveis efeitos secundários das curas que prometeram alongar a tua vida, teus órgãos vão se deteriorando, um a um, tuas faculdades mentais vão perdendo o brilho que as caracterizava, teus líquidos e fluidos são coletados em bolsas plásticas com esse fedor de morte que tanto te repugna.
Dize-me, neste momento, antes que te apliquem uma nova injeção para acalmar as dores insuportáveis de que padeces, vale a pena que me digas que não te possam tirar a dança – ah! – as viagens pelo mundo, os maravilhosos palácios que te receberam, as paradas militares em tua honra, as limusines, os títulos honoríficos, os pisos dos hotéis cinco estrelas, as faustosas cenas de estado... Dize-me agora que vomitas o mingau de abóbora que as enfermeiras te dão na boca, se era sobre isso que se tratava a vida, pois os brilhos e as lantejoulas já não aparecem nos monitores e máquinas de ressuscitação que te rodeiam, as marchas e os aplausos agora são meros bipes e alarmes dos sensores que regulam teus sinais vitais que se tornam mais débeis.
Podes escutar o povo do teu país lá fora do teu quarto?... Deve ser tua imaginação ou os efeitos da morfina, não estás na tua pátria, estás em outro lado, muito distante, entre gente que não conheces... Sim, estás morrendo em teu próprio exílio, entre um bando de moleques a quem confiou entregar teu próprio país, teus últimos momentos serão passados entre cafetões e vigaristas, entre a tua coorte de aduladores que só te mostram afeto porque lhes davas dinheiro e poder; todos te olham preocupados e com raiva, nunca deixaste que nenhum deles pudesse ter a oportunidade de te suceder; agora os deixas ao desabrigo e teu país à beira de uma guerra civil... Era isso o que querias? Foi essa a tua missão nesta vida? Esquece-te da quantidade de pobres, agora há mais pobres do que quando chegaste ao poder; esquece-te da justiça e da igualdade quando praticamente lhe entregaste o país a uma força estrangeira que agora teremos de desalojar à força e ao custo de mais vidas.
Tenho a leve impressão que agora sabes que te equivocaste; acreditaste num conto de passagem e te julgaste revolucionário, e por ser revolucionário... imortal; convocaste para o teu lado os mortos, teus heróis, esses fantasmas que também julgavas ter vida, Bolívar, Che Guevara, Fidel, e Marx que nunca conheceste e que recomendavas a sua leitura... Andar com mortos te levou à magia e aos babalaôs, te meteste a violar sepulturas, e a fazer oferendas a uma coorte de demônios e espíritos maus que agora te acompanham... Sentes a presença deles no quarto? Estão vindo te cobrar, recolher a única coisa que deverias valorizar em tua vida e que tão sinistramente atiraste na obscuridade e no mal, a tua alma.
Bem, me despeço; só queria que soubesses que passarás para a história do teu país como um traidor e um covarde, por não teres retificado tua conduta quando pudeste e te deixaste levar por tua soberba, por teus ideais equivocados, por tua ideologia sinistra, renunciando aos valores mais apreciados, a tua liberdade e à liberdade dos outros, e a liberdade nos torna mais humanos. QUE DEUS TENHA PIEDADE DE TI!
"O socialismo só funciona em dois lugares: no céu, onde não precisam dele, e no inferno onde é a regra dos que sofrem".


Nancy Iriarte Díaz

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

OS HOMENS NO DIVÃ

Os homens no divã


07 Outubro 2011 Administrador
Nossos sentimentos de desamparo não podem ser resolvidos através do outro, mas sim atenuados dentro de nós mesmos”. É com a sabedoria de quem já escreveu mais de 10 livros sobre relacionamentos amorosos que a sexóloga e psicanalista Regina Navarro analisa a crise que vivem homens e mulheres atualmente. O choque causado pela morte prematura de uma jovem em Brasília, pelo ex-professor e namorado, inconformado com o fim da relação, levantou a questão: afinal, porque os homens matam?

Para Regina Navarro, que já realizou 300 palestras sobre amor e sexo e atuou como colunista de inúmeros veículos de comunicação, o domínio do parceiro sobre a mulher perdura desde a Idade Média, e, a partir de então, quando uma mulher abandona um homem, corre o risco de sofrer violência emocional, psicológica e, na pior das hipóteses, física. “Os primeiros meses da separação são especialmente perigosos e precauções devem ser tomadas por pelo menos um ano”, é este o conselho da sexóloga para evitar crimes passionais, como o recente ocorrido em Brasília.
Depois de perder o posto de único mantenedor da casa, da família e da felicidade da mulher, que já não é mais frágil e desamparada, o homem teve sua certeza de superioridade abalada. A hora, então, é de revolução. Para fugir da crise, da depressão e do esgotamento, homens e mulheres precisam se unir, examinando o mito que existe em torno da masculinidade e reconstruir seus papéis na sociedade. Encarando de frente a angústia, o fracasso e dificuldades afetivas, e livrando-se da dependência emocional, qualquer pessoa, estando em uma relacionamento ou não, só tende a evoluir.
Marcone Formiga - Em um crime recente em Brasília, um docente universitário se envolveu com uma aluna e, depois que ela rompeu o relacionamento, matou-a, sem nenhuma piedade, e se entregou em seguida. Afinal, por que os homens matam as mulheres?
- Regina Navarro Lins - Na Idade Média, o marido tinha o direito e o dever de punir a esposa e de espancá-la para impedir “mau comportamento” ou para mostrar-lhe que era superior a ela. Até o tamanho do bastão usado para surrá-la tinha uma medida estabelecida. Se não fossem quebrados ossos ou a fisionomia da esposa não ficasse seriamente prejudicada, estava tudo certo. E isso perdurou por muito tempo.
- Marcone Formiga - O ato do amante passional que mata o ser amado que o abandona ou prefere outra pessoa é a consequência da frustração de seu desejo de posse?
- Regina Navarro Lins - Um refrão comum aos matadores emitido para suas vítimas ainda vivas é: “Se eu não posso ter você, ninguém pode.” Estudos mostram que as mulheres estão sob um risco maior de serem assassinadas quando realmente abandonaram a relação ou quando declararam, inequivocamente, que estavam partindo de vez. Elas correm o maior risco nos primeiros dois meses depois da separação, com 47% das mulheres vítimas de homicídio sendo mortas durante esse intervalo e 91% dentro do primeiro ano depois da separação. Os primeiros meses depois da separação são especialmente perigosos, e precauções devem ser tomadas por pelo menos um ano.
- Rebeca Oliveira - Elas reagem a ameaças dos homens?
- Regina Navarro Lins - Os homens nem sempre emitem ameaças de matar as mulheres que os rejeitam, claro, mas tais ameaças devem sempre ser levadas a sério. Eles ameaçam as parceiras com o objetivo de controlá-las e impedir sua partida. A fim de que tal ameaça seja acreditada, violência real tem que ser levada a cabo. Os homens às vezes usam ameaças e violência para conseguir controle e impedir o abandono. Depois do crime, o criminoso passional não costuma fugir. Alguns se suicidam, morrendo na certeza de que o ser amado não pertencerá a mais ninguém.
- Marcone Formiga - Uma pesquisa do Statistics Canada revelou que quando os homens terminam um casamento, têm seis vezes mais chance de ter depressão do que aqueles que continuam casados. Com o termino de uma relação, o sofrimento masculino é maior?
- Regina Navarro Lins - Os homens suportam menos o abandono! Ao contrário do que parece, é grande o número de homens que dependem emocionalmente de suas mulheres, entregando a elas a administração integral da vida e dos próprios desejos. Homens e mulheres têm um papel a desempenhar. Os meninos, para serem aceitos como machos, têm que corresponder ao que deles se espera numa sociedade patriarcal — força, sucesso, poder. Não podem falhar, nem sentir medo. Sem dúvida, perseguir o ideal masculino gera angústias e tensões.
- Marcone Formiga - Isso vem da infância?
- Regina Navarro Lins - Quando pequeno, o menino tem com a mãe um vínculo intenso, que deve ser rompido precocemente para que ele se desenvolva como homem. Permanecer muito perto da mãe só é permitido às meninas. Para os meninos isso significa ser “filhinho da mamãe”. Os amigos e os próprios pais não perdem uma oportunidade de deboche ou piada a qualquer manifestação de sujeição à mãe. O desejo de ser cuidado, acalentado e dependente é recalcado. Na vida adulta, os homens escondem a necessidade que têm das mulheres mostrando-se auto-suficientes e desprezando-as. Tentam se convencer de que elas é que precisam deles, da sua proteção. Negando, assim, seus próprios impulsos de dependência, se sentem mais fortes e poderosos. Com o término da relação muitos homens se sentem desamparados. Por isso, em muitos casos, parece adequada a afirmação de que “quando cai a máscara, descobre-se um bebê que treme”.
- Rebeca Oliveira - Depois de constatar que já não precisa sustentar a casa, a família e ser o único responsável pela felicidade da mulher, o homem moderno está em crise?
- Regina Navarro Lins - Durante muito tempo a mulher foi educada para se sentir frágil, desamparada, necessitando desesperadamente encontrar um homem que lhe desse amor e proteção e, mais do que tudo, que desse um significado à sua vida. Com o movimento feminista dos anos 60 as mulheres começaram a se libertar disso. A certeza da superioridade do homem foi abalada. Diante da nova
mulher desconhecida, muitos homens passaram a questionar a identidade masculina, desejando se libertar dos papéis tradicionais que a eles sempre foram atribuídos.
- Marcone Formiga - Ou seja, o homem é caçador e a mulher a presa...?
- Regina Navarro Lins - O roteiro “homem-caçador/mulher-presa” causa sérios prejuízos à sexualidade masculina. Os homens são levados a organizar sua energia e percepção em torno do desempenho e, assim, se transformam em máquinas de fazer sexo, preocupados apenas em “marcar pontos” e ter ereções.
- Marcone Formiga - Isso significa que os homens estão em crise existencial e amorosa?
- Regina Navarro Lins - É inegável que a masculinidade está em crise!... Nos últimos 40 anos foi constatado nos homens o aumento da depressão psicológica e em vários países registram-se doenças do homem esgotado. Todo o esforço exigido deles para serem considerados “homens de verdade” provoca angústia, medo do fracasso e dificuldades afetivas. Mas como resolver o impasse entre a proibição social de expressar sentimentos considerados femininos e a crítica cada vez mais acirrada ao homem machista? Como os homens podem recuperar sua autonomia? Talvez o jeito seja se unir às mulheres e, examinando o mito da masculinidade, pensar em sua própria saída do patriarcado, repudiando essa masculinidade como natural e desejável. Nem todos aceitam o roteiro do macho e, cada vez mais homens, em todo o mundo, tomam consciência da desvantagem desse papel e empreendem a desconstrução e a reconstrução da masculinidade.
- Rebeca Oliveira - A insegurança e a exigência de exclusividade no amor é o maior mal dos relacionamentos?
- Regina Navarro Lins - Acredito que a exigência de exclusividade e o controle do outro prejudicam bastante uma relação amorosa. Todos os ensinamentos que recebemos desde que nascemos – família, escola, amigos, religião – nos estimulam a investir nossa energia sexual em uma única pessoa. Mas a prática é bem diferente. Uma porcentagem significativa de homens e mulheres casados compartilha seu tempo e seu prazer com outros parceiros.
- Rebeca Oliveira - E como fica o casamento?
- Regina Navarro Lins - Um casamento pode ser plenamente satisfatório do ponto de vista afetivo e sexual, mesmo havendo relações extraconjugais. Afinal, todos estão constantemente expostos a estímulos sexuais novos provenientes de outros, que não o parceiro atual. É possível que esses estímulos não tenham efeito na fase inicial da relação, em que há total encantamento pelo outro. Entretanto, existem e não podem ser eliminados. A exclusividade sexual do parceiro (a) é a grande preocupação de homens e mulheres. Mas ninguém deveria ficar preocupado se o parceiro transa, ou não, com outra pessoa. Homens e mulheres só deveriam se preocupar em responder a duas perguntas: “Sinto-me amado (a)? Sinto-me desejado (a)?”. Se a resposta for “sim” para as duas, o que o outro faz, quando não está comigo, não me diz respeito. Não tenho dúvida de que as pessoas viveriam muito mais satisfeitas.
- Marcone Formiga - Existe algum segredo ou fórmula para lidar com a rejeição?
- Regina Navarro Lins - Não conheço nenhuma fórmula, mas a reflexão sobre o tema sempre ajuda. O problema está na forma como o adulto aprendeu a viver o amor, que é, em quase todos os aspectos, semelhante à forma da relação amorosa vivida com a mãe pela criança pequena. Por se sentir constantemente ameaçada de perder esse amor — sem o qual perde o referencial na vida e também fica vulnerável à morte física — a criança se mostra controladora, possessiva e ciumenta, desejando a mãe só para si.
- Marcone Formiga - Vem da infância isso?
- Regina Navarro Lins - Esse risco é verdadeiro na infância, mas no adulto, quando surge uma relação amorosa, passa-se de uma dependência para outra. Agora, por conta de todo o condicionamento cultural, é através da pessoa amada que se tenta satisfazer as necessidades infantis. Reeditando a mesma forma primária de vínculo com a mãe, o antigo medo infantil de ser abandonado reaparece e a pessoa
amada se torna imprescindível. Não se pode correr o risco de perdê-la.
- Rebeca Oliveira - Toda separação é uma ruptura e ninguém se casa para assistir ao final melancólico de uma relação a dois, construída com a expectativa de um amor eterno?
- Regina Navarro Lins - Colocar um ponto final num relacionamento é tão doloroso, que muitos consideram o sofrimento comparável, em intensidade, à dor provocada pela morte de uma pessoa querida. A experiência de perda do outro na separação é mais dolorosa por sofrer influência de vivências anteriores. Perdas e situações de desamparo vividas em outra época podem ser reeditadas, repercutindo sobre a perda atual. Contudo, de um jeito simples ou complicado, com raiva ou tranquilidade, o fato é que em todas as partes do mundo as pessoas se divorciam.
- Marcone Formiga - Alguns casais, depois de experimentarem as limitações impostas pelo casamento, chegam à conclusão de que paixão nenhuma vale a liberdade reconquistada?
- Regina Navarro Lins - Hoje, ainda não!... Daqui a algumas décadas, acredito que menos pessoas vão querer se fechar numa relação a dois e a maioria vai preferir ter relações múltiplas. A questão é que, desde crianças, somos levados a acreditar no casamento como única forma de realização afetiva. Passamos a vida esperando o momento de encontrar a pessoa certa para, a partir daí, vivermos felizes para sempre. As pessoas buscam encontrar alguém que as complete. Essa ideia de que ninguém é inteiro, de que falta um pedaço em cada um de nós, é comum, mas bastante limitadora. Vive-se numa procura contínua do parceiro amoroso e as frustrações daí decorrentes são muitas e desnecessárias. A complementação desejada não passa de uma ilusão - na verdade, ninguém completa ninguém. Nossas dificuldades e mesmo nosso sentimento de desamparo não podem ser resolvidos através do outro, mas sim atenuados dentro de nós mesmos.
- Marcone Formiga - Não querem casar?
- Regina Navarro Lins - A maioria deseja casar! Ninguém questiona se é mesmo a única forma de realização afetiva. Existe uma resistência geral em admitir que o amor pode ser vivido de forma intensa e profunda fora de uma relação entre duas pessoas.
- Rebeca Oliveira - Falta sexo no casamento?
- Regina Navarro Lins - O maior problema no casamento é o sexo. É bem maior do que se imagina o número de mulheres que fazem sexo sem nenhuma vontade, por obrigação. Alguns motivos são sempre apontados como responsáveis pelo fim do desejo sexual no casamento: excessiva familiaridade, excessiva intimidade, rotina, problemas domésticos... Mas acredito que o principal motivo é pouco falado: a exigência de exclusividade.
- Rebeca Oliveira - Ou seja, alguns casais acabam sendo como “irmãos”, sem sexo...
- Regina Navarro Lins - As soluções são variadas: alguns fazem sexo sem vontade, só para manter a relação, outros optam por continuar juntos, vivendo como irmãos, como se sexo não existisse, e ainda existem aqueles que passam anos se torturando por não aceitar se separar nem viver sem sexo. É fundamental que se reflita sobre essa questão para que as pessoas possam deletar o moralismo e os preconceitos.
- Marcone Formiga - E quanto à solidão a dois, quando tudo incomoda: a voz, o toque da pele...?
- Regina Navarro Lins - Na busca de segurança afetiva, qualquer preço é pago para evitar tensões decorrentes de uma vida autônoma. Por medo da solidão as pessoas suportam o insuportável, tentando manter a estabilidade do vínculo e, não raro, se tornam dois estranhos ocupando o mesmo espaço físico. Como mecanismo de defesa, surge a tendência a não se pensar na própria vida. Tenta-se acreditar que casamento é assim mesmo. Aí é que reside o perigo. Se a pessoa não tomar coragem e sair fora, vai viver exatamente o mesmo que um sapo desatento. Uma fábula conta que se um sapo estiver em uma panela de água fria e a temperatura da água se elevar lenta e suavemente, ele nunca saltará. Será cozido...

domingo, 2 de outubro de 2011

LEMBRAI-VOS DA GUERRA


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a frase LEMBRAI-VOS DA GUERRA!
Mas, será que já refletimos bem  sobre ela?
Quantos de nós  já vimos uma guerra com nossos próprios olhos a não ser no cinema? Bendita paz.
Pois a guerra está aí na nossa frente e fingimos ou não acreditamos que ela exista e que está rondando o nosso BRASIL.
Pelo Art 142 da Constituição Federal as Forças Armadas destinam-se à defesa da Pátria.
Mas será que estamos capacitados a enfrentar e vencer os perigos que ameaçam nosso território e a nossa soberania?
Temos que cumprir a prescrição constitucional.
O Exército está  se especializando na formação de Forças de Paz.
E as FORÇAS DE GUERRA?
Será que prevenir a eclosão de uma guerra não seria mais barato em termos de dinheiro e de vidas humanas, do que enfrentarmos uma guerra cruenta, que virá certamente se não soubermos evitar e rechaçar a ocupação pacífica e solerte que está  submetendo a nossa Amazônia a países estrangeiros e ONGs alienígenas?
A situação é GRAVE, é MUITO GRAVE, é GRAVÍSSIMA.
Vamos exemplificar com o Estado de RORAIMA que já tem grande parte das suas terras submetidas a uma legislação especial, com o advento da Reserva Indígena Raposa/Serra do Sol.
No  século XIX,  os ingleses foram entrando na região do Pirara, terras  ao Norte do  atual Estado de Roraima, alegando a indefinição da fronteira e a proteção aos missionários ingleses que estavam catequizando os índios.
O caso internacional foi submetido à arbitragem do Rei da Itália, que em uma decisão Salomônica dividiu a área em duas partes: a “metade maior” para o Império Britânico e a “metade menor” para a República  dos Estados Unidos do Brasil.
Isso ocorreu em 1904. Com  esse laudo arbitral a Inglaterra  obteve uma grande vantagem, não apenas em termos territoriais mas principalmente sob o aspecto geopolítico, pois passou a ser  coparticipante da bacia Amazônica.
A Inglaterra já havia ocupado militarmente a ilha da Trindade, que historicamente é Brasileira.
A justificativa dada pelos ingleses foi que a ilha estava abandonada. “O que é achado não é roubado”. Em 1896 a ilha foi desocupada em virtude da mediação de Portugal. Até os dias de hoje a Marinha do Brasil  mantém uma guarnição militar e uma estação meteorológica na ilha, de grande utilidade para a navegação no Atlântico Sul e garantia  da soberania nacional.
Como podemos observar, a história se repete.
Agora o índio entra como argumento complicador.
O índio às vezes não é nem autóctone. Ele é atraído ou colocado na área para criar o fator emocional e a simpatia internacional para a causa. No fundo está presente o interesse econômico.
Com a Declaração Universal dos  Direitos dos Povos Indígenas (ONU/2007) aprovada com  o voto do Brasil e faltando apenas a homologação pelo Congresso Nacional, estamos na iminência do surgimento de “Estados Indígenas Independentes” naquela área, com o apoio da ONU e a proteção de governos estrangeiros, igrejas e ONGs diversas subsidiadas por aqueles mesmos governos.
O interesse econômico é muito grande e o riquíssimo subsolo de Roraima, uma das mais exuberantes províncias minerais do  mundo, desperta a cobiça.
Os Estados Unidos e a Inglaterra estão na corrida por uma fatia do bolo. Com o recente exemplo de KOSOVO que se declarou independente, na culta e politizada Europa, não é de se admirar que fato semelhante aconteça nas selvas tupiniquins. 
Bandeiras de outros países já estão tremulando livremente nas terras indígenas.
A língua inglesa já é falada em detrimento do idioma português e os cultos religiosos são feitos  naquela língua.
Então clamamos aos céus:
FAÇAMOS ALGUMA COISA PARA REVERTER A SITUAÇÃO ENQUANTO É TEMPO ! 
É preciso  muita vontade política e patriotismo, sem as tentações da corrupção.
É sintomático como grandes potências mundiais se interessam tanto pelos índios. Enviam “piedosos” missionários que também são geólogos, biólogos e geógrafos, que arriscam suas vidas nas selvas tropicais para preservar a vida dos índios, desenvolvendo estudos  e pesquisas na criação  das “minhocas”, que são muito usadas como isca de pesca, principal fonte de alimentos para os nativos.
Levam tão a sério suas “missões humanitárias”, que transportam regularmente para o exterior , em avionetas, as famosas latinhas com capacidade de um quilo de terra e minério, destinadas a exames detalhados  para  tentar separar”impurezas”, tais como ouro, diamantes, NIÓBIO e outras escórias que sabidamente são impróprias para a saúde dos silvícolas.
O mapeamento geológico da área já está bastante completo, com os jazimentos das maiores concentrações de minerais nobres e estratégicos existentes em profusão em Roraima e talvez no mundo.
Tudo para o bem-estar dos nossos pobres índios que já estão até com hábitos civilizados.,  como o uso de geladeiras, aparelhos de som, óculos Ray-Ban, chapéu panamá, scotch, charuto e caminhonetes de luxo.
Os coitados dos índios já estão falando o idioma inglês, como aquele índio que ao ser entrevistado pela televisão, por ocasião do julgamento pelo STF do caso Raposa/ Serra do Sol, em  pleno coração de Brasília, na Praça dos Três Poderes, respondeu às perguntas  do repórter com perfeito  inglês da metrópole.
 O QUE FAZER?
Quando a doença é muito grave o remédio tem que ser forte e amargo e a cirurgia bastante invasiva. Temos que ocupar aquele vazio ecumênico.
O chão da nossa PÁTRIA não tem preço e nem está à venda.
- O tempo urge. AS FORÇAS ARMADAS e o GOVERNO devem cumprir o seu dever, custe o que custar.
É o BRASIL que está ameaçado.
A mesma operação deverá ser repetida nas outras áreas indígenas ameaçadas de DESNACIONALIZAÇÃO.
Foi muito difícil aos nossos antepassados conquistar e manter essa imensa Amazônia. A nós agora, cabe conservá-la incólume.”

Por: ... Cícero Novo Fornari

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