30/08/2011 • 18h49
O senador Pedro Simon (PMDB-RS) fez uma espécie de alerta à presidente Dilma Rousseff nesta terça-feira no plenário do Senado. Segundo ele, os encontros do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do ex-ministro José Dirceu com membros do atual governo podem enfraquecer a autoridade dela. Para o peemedebista, que fez questão de dizer que não acredita na prática de "negociatas ou atos ilícitos" entre os envolvidos, esses encontros poderiam ser confundidos com um governo paralelo. As informações são da Agência Senado.
"O que o senhor José Dirceu está fazendo num quarto de hotel com o presidente da Petrobras (José Sérgio Gabrielli) aqui em Brasília? Estariam fazendo o quê? Discutindo política. E é competência do senhor José Dirceu conversar com o presidente da Petrobras, num hotel, discutindo política? É competência do senhor José Dirceu ter uma série de pessoas, uma série de ministros, num quarto de hotel em Brasília, discutindo política?" disse o senador.
Pedro Simon afirmou ainda que "todo dia" o ex-presidente Lula aparece na imprensa "falando com o ministro, falando com o governador, com o parlamentar". O senador disse que Lula nunca falou mal da atual presidente e que sempre reforçou a tese de que, em 2014, ela será candidata à reeleição. Porém, questionou se essas reuniões não seriam um "governo paralelo". "São essas coisas que estão ficando graves. E alguém se pergunta então se a presidente Dilma não está recuando. Eu digo que não", afirmou.
Simon ressaltou que Dilma tem um "estilo sóbrio" de governar, em que as pessoas indicadas pelos partidos para o governo devem ter ficha limpa, biografia transparente e competência para exercer o cargo que desempenham. E que, quando há necessidade, ela afasta seus subordinados "sem estardalhaço". "Na Câmara, no Senado, líderes, partidos iam fazer represálias", disse ele, que afirmou ainda não acreditar que ela "retroaja na sua maneira de ser".
Pedro Simon concluiu o pronunciamento dizendo que "reza" para que a presidente tenha coragem e que "não se assuste com alguns, principalmente do PT e do PMDB", pois o que for feito no governo será cobrado pelo povo na rua.
Simon aponta ‘governo paralelo’ de Lula e José Dirceu
Frases do discurso de Pedro Simon (PMDB-RS) hoje em que aborda a reportagem de capa da revista Veja, desta semana:
Obs.: as frases foram postadas no twitter @simonimprensa
Para Simon, será o povo na rua quem cobrará da presidenta Dilma o desvio de uma linha que vem mantendo com dignidade.
Segundo Simon, Dilma tem que manter a firmeza e afastar os envolvidos em corrupção. E nomear apenas ficha limpa.
É bom Dilma ir bem, para o bem do Brasil.
Simon: Não acredito que alguém pense que se Dilma for mal, o PT e Lula tirarão algum proveito.
Lula critica Lula por ter, na presidência ainda, montado gabinete do governo em São Paulo.
Simon alerta: Dilma deve analisar que é bom manter a linha do rigor ético, quando o movimento das ruas crescer.
No Brasil, a economia vai bem, mas a ética vai péssima. A sociedade e os caras pintadas podem reaparecer em atos públicos.
Para Simon, a convocação através das redes sociais é um meio para estimular movimentos da opinião pública.
Simon aponta as revoltas árabes convocadas por meio de redes sociais.
Simon: Um movimento cresce no país, com OAB, CNBB, ABI no sentido de estabelecer a dignidade.
É o PT que está fazendo um governo paralelo? Alguém pergunta se Dilma não está recuando. Digo que não.
Simon destaca que Dilma não "aparece", mas ministro, governador ou parlamentar, até do PSDB, conversam com Lula. É governo paralelo?
Para Simon, se isso não é um governo paralelo, não sei o que é.
Simon observa que Lula diariamente têm encontros com ministros em São Paulo. Hoje, Lula está na Bolívia discutindo construção de estradas.
Simon questiona presença do presidente da Petrobras num encontro num quarto de hotel com Dirceu. Discutiam política?
Simon destaca reportagem da Veja, respondida pelo líder do PT no Senado. Não acho que Dirceu esteja 'armando' ou tenha interesse 'comercial'
Simon não acredita que Dilma recue na linha da transparência.
Descontentes, setores do Congresso reagiram. Falaram em movimento para afastar a presidenta Dilma.
Simon lembra afastamentos dos ministros Palocci, Jobim e Nascimento. Dois ministérios estão sob interrogação: Turismo e Cidades.
Simon diz que Dilma agrada ao povo com estilo claro e direto e com exigência de ficha limpa e competência para as nomeações.
Simon discursa agora sobre o 'governo paralelo' de Lula e José Dirceu. Acompanhe pela TV Senado.
-------------------------------Assessoria de imprensa-30/08/2011
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
domingo, 28 de agosto de 2011
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
POUCO A POUCO
Pouco a pouco está sendo introduzido no Brasil um Sistema de Governo, antes detestado pelos brasileiros, também tem crescido apoios a países e pessoas ligadas ao Sistema de Governo da Eesquerda; agora mesmo foi a vez de ser introduzido para "comandar as Forças Armadas", era só o que faltava, mais um, no Ministério da defesa, e que não é militar. Isso de um modo geral, contraria a atividade e função militar das Forças Armadas, pelo ao menos naquilo que é de conhecimento da grande maioria, um Ministro que a poucos dias era Chanceler que atuou principalmente como intermediador fazendo aproximação nas relações com países de Regime Ditatorial e acolhendo pessoas ligadas ao terrorismo. Veja também nesse Blog, "A MACACHEIRA ENTRANDO NOS LARES DOS BRASILEIROS"
quarta-feira, 13 de julho de 2011
LEGALIZAÇÃO DA MACONHA
Há no Brasil um movimento que visa legalizar o uso da maconha, cujo nome científico é Cannabis Sativa Lineu, uma planta com propriedades alucinógenas, que causa dependência física, química e psíquica, capaz de levar os usuários à agressividade criminosa, doentia e de praticar os mais hediondos crimes. Tal movimento já existe no mundo em prol da legalização da droga, movimento esse que vem disfarçado e intermediados por algumas ONGs a qual faz parte um “esquema de poder” com o objetivo de crescer politicamente e até assumir a presidência de muitos países.
É sabido que a maconha é a iniciação para o uso de drogas mais pesadas, como a cocaína e outras suas derivadas ainda mais agressivas e destruidoras.
A família brasileira e, por extensão toda a sociedade, vem sendo desagregada e destruída pelas drogas, que leva filhos a roubarem, agredirem e até matarem os próprios pais, irmãos e colegas quando em sob efeito da mesma. E ainda existem autoridades, parlamentares e até ministro de Estado, que defende essa legalização perversa, irresponsável e criminosa. Talvez, por trás da história de legalização eles tenham outros ganhos e a sociedade mais uma vez é traída.
Os defensores dessa tese deveriam ser expurgados dos cargos e da vida pública para servir de exemplo e mostrar que somos um povo decente.
O governo brasileiro deve iniciar com urgência uma guerra contra as drogas, adotando todos os meios para combater essa praga e os respectivos traficantes, usando também com mais atuação, as forças armadas para reduzirem as criminalidades em nossas fronteiras, principalmente com a Bolívia e o Paraguai, por onde entram tais drogas e saem os automóveis roubados no Brasil e vendidos/trocados por drogas abertamente nesses países onde são emplacados e legalizados, sem falar que por essas mesmas fronteiras entram as armas contrabandeadas que vão parar nas mãos de traficantes.
O Brasil vive uma guerrilha urbana e negar isso é hipocrisia. É um verdadeiro crime de omissão, prevaricação e outras coisas mais.
A cannabis sativa está praticamente "legalizada" há muito tempo. A prova real é a qualificação do ato na legislação atual. A grande questão, que acredito impedir a legalização de fato é: de onde virá o dinheiro para repor o prejuízo do tráfico? Com drogas mais pesadas ou vão ampliando a estatística de sequestros, sequestros relâmpagos, assaltos a pessoas, a imóveis, residências, comércios, caixas eletrônicos, etc?
Em quanto o mundo combate o tabagismo, quando fumar se torna uma questão de saúde pública e é proibido praticamente em todos os países civilizados, aqui no Brasil há mentes doentias e pseudos sociólogos, propondo a legalização da maconha e até mesmo o plantio para uso próprio. Segundo eles, a maconha não faz mal nenhum e é até benéfico para a saúde, que é só saber usar e não abusar. Só que eles esquecem de dizer que a maconha vicia. E ainda vem com a Hipocrisia de dizer que o tráfico só existe porque a droga é proibida, e se fosse liberada traria recursos ao governo e mais investimento para a população. Cabe a sociedade civil organizada, os pais, e as igrejas de todo o Brasil, unirem-se para combater essa praga terrível e devastadora. Se pararmos para observar, veremos que aos poucos está sendo introduzidos mudanças que antes eram absurdas, mas que a sociedade nem parece ver e que a legalização da maconha será um passo para a legalização de outras drogas e tornar o Brasil e brasileiros refém de alguns políticos e empresários mundiais do tráfico.
O conceito de que, tudo que é proibido, as pessoas são motivadas a usarem é errado, no caso das drogas, pois o maior índice de dependência sabemos que está no álcool e no cigarro, que são drogas consideradas licitas. Além do mais, é importante que saibamos que uma droga não é proibida tão somente por causar dependência, mas também pelo mal que ela provoca no organismo.
* Se querem legalizar a maconha, então Lembrem-se de que a família é a célula mater de um povo e de uma nação e, sem família não há Pátria.
Porque não legalizam também o porte de arma sem custos financeiros???
Será porque um povo armado o governo respeita e tem medo dos mesmos se revoltarem com certas atitudes e medidas dos governante, ainda mais que quando um governo quer ser ditador a primeira coisa que ele faz é desarmar a população ordeira.
Já a legalização do álcool e cigarro dar muito dinheiro para o governo e eles mesmos tentam esconder que também é uma droga, e se legalizar a maconha o imposto também vai ser muito alto, eles pensam só nisso, além do mais quanto mais famílias destruídas, mais se precisa do “pires na mão do governo” e outros políticos, o dependente e a família ficam refém do poder, poder esse que proporciona essa situação e não dar as condições sociais, nem a saúde mental dos envolvidos com o dependente. Obs. Cada dependente, leva com ele mais um monte de codependente, que sofrem o mesmo e as vezes, mais que o dependente.
Tenho lidado com dependentes químicos, onde quase todos eles dizem que começaram usando a maconha e depois a cocaína e seus derivados. Realmente a população tem que se manifestar contra e por pra fora esses tipos de "representantes" que sem moral acham-se no direito de impor leis que declinam mais as famílias.//Sebastião Palmeira
Com base no relato, o fundamental é que entendamos que a droga não atinge tão somente o usuário, mas a sua família, e a sociedade como um todo. E como questão de saúde publica não pode ser vista apenas focalizando pensamentos filosóficos, mas sim o de saúde publica.
carlosportela7@gmail.com
É sabido que a maconha é a iniciação para o uso de drogas mais pesadas, como a cocaína e outras suas derivadas ainda mais agressivas e destruidoras.
A família brasileira e, por extensão toda a sociedade, vem sendo desagregada e destruída pelas drogas, que leva filhos a roubarem, agredirem e até matarem os próprios pais, irmãos e colegas quando em sob efeito da mesma. E ainda existem autoridades, parlamentares e até ministro de Estado, que defende essa legalização perversa, irresponsável e criminosa. Talvez, por trás da história de legalização eles tenham outros ganhos e a sociedade mais uma vez é traída.
Os defensores dessa tese deveriam ser expurgados dos cargos e da vida pública para servir de exemplo e mostrar que somos um povo decente.
O governo brasileiro deve iniciar com urgência uma guerra contra as drogas, adotando todos os meios para combater essa praga e os respectivos traficantes, usando também com mais atuação, as forças armadas para reduzirem as criminalidades em nossas fronteiras, principalmente com a Bolívia e o Paraguai, por onde entram tais drogas e saem os automóveis roubados no Brasil e vendidos/trocados por drogas abertamente nesses países onde são emplacados e legalizados, sem falar que por essas mesmas fronteiras entram as armas contrabandeadas que vão parar nas mãos de traficantes.
O Brasil vive uma guerrilha urbana e negar isso é hipocrisia. É um verdadeiro crime de omissão, prevaricação e outras coisas mais.
A cannabis sativa está praticamente "legalizada" há muito tempo. A prova real é a qualificação do ato na legislação atual. A grande questão, que acredito impedir a legalização de fato é: de onde virá o dinheiro para repor o prejuízo do tráfico? Com drogas mais pesadas ou vão ampliando a estatística de sequestros, sequestros relâmpagos, assaltos a pessoas, a imóveis, residências, comércios, caixas eletrônicos, etc?
Em quanto o mundo combate o tabagismo, quando fumar se torna uma questão de saúde pública e é proibido praticamente em todos os países civilizados, aqui no Brasil há mentes doentias e pseudos sociólogos, propondo a legalização da maconha e até mesmo o plantio para uso próprio. Segundo eles, a maconha não faz mal nenhum e é até benéfico para a saúde, que é só saber usar e não abusar. Só que eles esquecem de dizer que a maconha vicia. E ainda vem com a Hipocrisia de dizer que o tráfico só existe porque a droga é proibida, e se fosse liberada traria recursos ao governo e mais investimento para a população. Cabe a sociedade civil organizada, os pais, e as igrejas de todo o Brasil, unirem-se para combater essa praga terrível e devastadora. Se pararmos para observar, veremos que aos poucos está sendo introduzidos mudanças que antes eram absurdas, mas que a sociedade nem parece ver e que a legalização da maconha será um passo para a legalização de outras drogas e tornar o Brasil e brasileiros refém de alguns políticos e empresários mundiais do tráfico.
O conceito de que, tudo que é proibido, as pessoas são motivadas a usarem é errado, no caso das drogas, pois o maior índice de dependência sabemos que está no álcool e no cigarro, que são drogas consideradas licitas. Além do mais, é importante que saibamos que uma droga não é proibida tão somente por causar dependência, mas também pelo mal que ela provoca no organismo.
* Se querem legalizar a maconha, então Lembrem-se de que a família é a célula mater de um povo e de uma nação e, sem família não há Pátria.
Porque não legalizam também o porte de arma sem custos financeiros???
Será porque um povo armado o governo respeita e tem medo dos mesmos se revoltarem com certas atitudes e medidas dos governante, ainda mais que quando um governo quer ser ditador a primeira coisa que ele faz é desarmar a população ordeira.
Já a legalização do álcool e cigarro dar muito dinheiro para o governo e eles mesmos tentam esconder que também é uma droga, e se legalizar a maconha o imposto também vai ser muito alto, eles pensam só nisso, além do mais quanto mais famílias destruídas, mais se precisa do “pires na mão do governo” e outros políticos, o dependente e a família ficam refém do poder, poder esse que proporciona essa situação e não dar as condições sociais, nem a saúde mental dos envolvidos com o dependente. Obs. Cada dependente, leva com ele mais um monte de codependente, que sofrem o mesmo e as vezes, mais que o dependente.
Tenho lidado com dependentes químicos, onde quase todos eles dizem que começaram usando a maconha e depois a cocaína e seus derivados. Realmente a população tem que se manifestar contra e por pra fora esses tipos de "representantes" que sem moral acham-se no direito de impor leis que declinam mais as famílias.//Sebastião Palmeira
Com base no relato, o fundamental é que entendamos que a droga não atinge tão somente o usuário, mas a sua família, e a sociedade como um todo. E como questão de saúde publica não pode ser vista apenas focalizando pensamentos filosóficos, mas sim o de saúde publica.
carlosportela7@gmail.com
segunda-feira, 27 de junho de 2011
A CHAVE DA BOA EDUCAÇÃO
Não é tijolo que educa. Escolas podem ser reformadas e ampliadas, quadras poliesportivas construídas, computadores de última geração instalados, e ainda assim a qualidade de ensino continuar sofrível porque a chave para a boa educação está no professor.
Ser professor neste país já foi símbolo de status. Contudo, pesquisa realizada em 2009, pela Fundação Carlos Chagas, encomendada pela Fundação Victor Civita, apontou que apenas 2% dos universitários escolhem o magistério como primeira opção de carreira.
Pior, os que o fazem estão entre os 30% de estudantes com pior desempenho escolar que usam a licenciatura e a pedagogia como mera porta de entrada para o nível superior, haja vista serem cursos pouco disputados.
Em contrapartida, na Finlândia, meca do ensino no mundo, para abraçar a carreira de docência o candidato deve estar entre os 20% melhores alunos. Em Cingapura, outra referência, apenas os 30% melhores são aceitos. A lição é simples: o caminho está em selecionar os professores com maior potencial, valorizá-los e extrair o máximo deles.
Neste debate, o salário sempre surge como um dogma. O detalhe é que estudos diversos, inclusive do exterior, desmistificam esta assertiva, comprovando a inexistência de uma correlação direta entre salários maiores e melhor qualidade de ensino.
Mas é fato que a questão salarial exige que o profissional acumule vários empregos, tendo menos tempo para capacitação e preparação de aulas. E não se pode negligenciar que a remuneração é um forte atrativo.
Afinal, um professor da rede pública, em São Paulo, atinge ganhos mensais da ordem de R$ 4.000,00, incluindo bônus por desempenho, após anos de exercício da profissão, o que representa apenas 15% da bagatela que juízes, e agora também parte do legislativo, recebe. É para fugir do magistério.
Contudo, o maior problema do corpo docente não é o salário, e sim o despreparo, a falta de vocação e interesse em lecionar, e o descrédito da categoria profissional. O Estado brasileiro fez uma opção míope pela quantidade em lugar da qualidade.
Assim, valem as estatísticas de redução do analfabetismo, ainda que se formem analfabetos funcionais. Vale perseguir a meta de 30% de estudantes com nível superior, ainda que formados em universidades de fundo de quintal, que vendem diplomas a baciada, em suaves prestações mensais. Neste contexto, ensino vira negócio e, aluno, cliente.
Na Finlândia, o nível de mestrado é pré-requisito para lecionar, exceção feita à pré-escola. No Brasil, apenas 2% dos docentes no 8º ano do ensino fundamental são mestres.
Na busca pela quantidade, não é possível formar adequadamente os profissionais mediante uma capacitação que transcenda o conhecimento técnico. Tal qual uma residência médica, o professor precisa de respaldo empírico em sua formação.
A valorização do professor é instrumento essencial para a melhoria da qualidade da educação. É preciso resgatar a autoridade do docente, inseri-lo em um processo de desenvolvimento contínuo, motivar os educadores a trabalharem por metas e ensiná-los a inspirar os educandos.
Alunos de professores ruins aprendem mal, aprendem menos e reproduzem o circulo vicioso que já conhecemos.
*Tom Coelho é educador, conferencista e escritor com artigos publicados em 15 países. É autor de ´Sete Vidas – Lições para construir seu equilíbrio pessoal e profissional, pela Editora Saraiva, e coautor de outros quatro livros.
Essse artigo faz o meu estilo, portela
Ser professor neste país já foi símbolo de status. Contudo, pesquisa realizada em 2009, pela Fundação Carlos Chagas, encomendada pela Fundação Victor Civita, apontou que apenas 2% dos universitários escolhem o magistério como primeira opção de carreira.
Pior, os que o fazem estão entre os 30% de estudantes com pior desempenho escolar que usam a licenciatura e a pedagogia como mera porta de entrada para o nível superior, haja vista serem cursos pouco disputados.
Em contrapartida, na Finlândia, meca do ensino no mundo, para abraçar a carreira de docência o candidato deve estar entre os 20% melhores alunos. Em Cingapura, outra referência, apenas os 30% melhores são aceitos. A lição é simples: o caminho está em selecionar os professores com maior potencial, valorizá-los e extrair o máximo deles.
Neste debate, o salário sempre surge como um dogma. O detalhe é que estudos diversos, inclusive do exterior, desmistificam esta assertiva, comprovando a inexistência de uma correlação direta entre salários maiores e melhor qualidade de ensino.
Mas é fato que a questão salarial exige que o profissional acumule vários empregos, tendo menos tempo para capacitação e preparação de aulas. E não se pode negligenciar que a remuneração é um forte atrativo.
Afinal, um professor da rede pública, em São Paulo, atinge ganhos mensais da ordem de R$ 4.000,00, incluindo bônus por desempenho, após anos de exercício da profissão, o que representa apenas 15% da bagatela que juízes, e agora também parte do legislativo, recebe. É para fugir do magistério.
Contudo, o maior problema do corpo docente não é o salário, e sim o despreparo, a falta de vocação e interesse em lecionar, e o descrédito da categoria profissional. O Estado brasileiro fez uma opção míope pela quantidade em lugar da qualidade.
Assim, valem as estatísticas de redução do analfabetismo, ainda que se formem analfabetos funcionais. Vale perseguir a meta de 30% de estudantes com nível superior, ainda que formados em universidades de fundo de quintal, que vendem diplomas a baciada, em suaves prestações mensais. Neste contexto, ensino vira negócio e, aluno, cliente.
Na Finlândia, o nível de mestrado é pré-requisito para lecionar, exceção feita à pré-escola. No Brasil, apenas 2% dos docentes no 8º ano do ensino fundamental são mestres.
Na busca pela quantidade, não é possível formar adequadamente os profissionais mediante uma capacitação que transcenda o conhecimento técnico. Tal qual uma residência médica, o professor precisa de respaldo empírico em sua formação.
A valorização do professor é instrumento essencial para a melhoria da qualidade da educação. É preciso resgatar a autoridade do docente, inseri-lo em um processo de desenvolvimento contínuo, motivar os educadores a trabalharem por metas e ensiná-los a inspirar os educandos.
Alunos de professores ruins aprendem mal, aprendem menos e reproduzem o circulo vicioso que já conhecemos.
*Tom Coelho é educador, conferencista e escritor com artigos publicados em 15 países. É autor de ´Sete Vidas – Lições para construir seu equilíbrio pessoal e profissional, pela Editora Saraiva, e coautor de outros quatro livros.
Essse artigo faz o meu estilo, portela
quinta-feira, 16 de junho de 2011
" BRASIL IGUAL EVO "
SERÁ QUE PODEMOS CRITICAR A ATITUDE DE EVO MORALES DE NÃO DEVOLVER E AINDA LEGALIZAR OS VEÍCULOS COM MANDATOS DE BUSCA E APREENÇÃO? O "BRASIL FOI IGUAL A EVO". NÃO DEVOLVEU O ITALIANO CESARE BATISTE QUE TEM MANDATO DE BUSCA E APREENÇÃO E AINDA VAI LEGALIZAR ELE NO BRASIL.
DIZ UM DITADO "AS LEIS SÃO PARA SEREM CUMPRIDAS", MAIS ISSO SÓ EM PAÍSES DEMOCRÁTICOS, NÃO NA BOLÍVIA,IRAN,HONDURAS, VENEZUELA, BRASIL E AGORA NO PERU, ALEM DE OUTROS.
Leia tambem nesse blog " A macacheira entrando .....
DIZ UM DITADO "AS LEIS SÃO PARA SEREM CUMPRIDAS", MAIS ISSO SÓ EM PAÍSES DEMOCRÁTICOS, NÃO NA BOLÍVIA,IRAN,HONDURAS, VENEZUELA, BRASIL E AGORA NO PERU, ALEM DE OUTROS.
Leia tambem nesse blog " A macacheira entrando .....
quarta-feira, 25 de maio de 2011
O OXI, ATRAVÉS DO ACRE PARA O MUNDO
Confesso que a mais de 20 anos tenho o conhecimento que a droga que entra aqui pela região do Alto Acre, oriunda do Peru, entrando através da Bolívia, pelos municípios acreanos de Brasiléia e Epitaciolândia, em quase sua totalidade, é o OXIDADO.
Em 2003 participei de encontros com Álvaro do Programa Rede Acreana de Redução de Danos, onde expus que o OXIDADO, agora batizada por OXI, já era antigo em nossa região, e que o seu consumo estava aumentando a cada dia nos municípios de Brasiléia e Epitaciolândia. Nessa época teria sido apresentada ao Brasil, através do Acre, como uma nova droga, e hoje o Brasil está apresentando o OXI como se fosse uma nova droga.
OXI é a forma normal da cocaína que entra no Brasil, através do Acre, que depois de seu fabrico no Peru, em forma granulada, costuma ser prensada em forma de tijolo em tamanho médio de um quilo, esse tijolo é fácil de se quebrar para voltar a forma de grãos, chamado de pedra. Essas pequenas pedras e de tamanhos diferentes são vendidas com base em seu tamanho, o tamanho normal para uma dose tem seu preço variado conforme a distancia do Acre, onde na fronteira chega a custar três reais; esse processo é a forma mais simples da venda por boqueiros, que também é vendida em forma de pó obtida através da raspagem da pedra grande, as pedrinhas que sobraram são juntadas até formar uma porção normal. Também o OXI pode ser transformado em "merla", que é a forma mais simples de transformação, onde 1kg de oxi pode ser transformado em 6kg de merla em um processo de diluição do oxi em água acrescentado cal, solução de bateria, barrilha de piscina e outros produtos, que é batida em forma de maça de bolo, podendo ser feito em um pequeno quarto, que depois de pronto tem a forma de pasta e seu valor é bem mais baixo que o oxi. Já a transformação do oxi em cocaína pura, o pozinho branco, chamada de brilho/cristal/escama de peixe, que é a mais cara, a sua transformação depende de um mini laboratório onde se usa batedeiras gerando um grande barulho, forno e produtos químicos, que em cada 3kg de oxi é transformado em média 1kg de brilho, essa transformação costuma ser feita em grandes centros brasileiros para exportar a outros países.
O oxi costuma ser usado misturado com um pouco do tabaco de cigarro em uma lata vazia de serveja ou refrigerante, colocado em cavidade com alguns furinho que depois de aceso é chupado através da boca da lata.
O oxi costuma ser usado misturado com um pouco do tabaco de cigarro em uma lata vazia de serveja ou refrigerante, colocado em cavidade com alguns furinho que depois de aceso é chupado através da boca da lata.
Nos municípios de Brasiléia e de Epitaciolçândia, de onde se originou o uso do OXI, desde muito tempo, é fácil de ver nos bairros periféricos, jovens totalmente transformados, pelo uso do oxi, transformação essa que se diferencia o jovem normal de um jovem viciado no oxi, é triste mas é realidade. A maioria deles são oriundos do êxodo rural, isso tudo acontece em um estado que se tenta passar a imagem que uma caça ou uma árvore vale mais de que um ser Humano. E é verdade, são tantas as Leis protegendo a fauna e a floresta sendo atuadas e nenhuma para acolher o viciado expulso da floresta.
domingo, 15 de maio de 2011
OXI, UMA DROGA AINDA PIOR
Confesso que a mais de 20 anos tenho o conhecimento que a droga que entra aqui pela região do Alto Acre, oriunda do Peru, entrando através da Bolívia, pelos municípios de Brasiléia e Epitaciolândia, em quase sua totalidade, é o OXIDADO.
Em 2003 participei de encontros com Álvaro do Programa Rede Acreana de Redução de Danos, onde expus que o OXIDADO, agora batizada por OXI, já era antigo em nossa região, e que o seu consumo estava aumentando a cada dia nos municípios de Brasiléia e Epitaciolândia. Nessa época teria sido apresentada ao Brasil como uma nova droga, através do Acre, e hoje o Brasil está apresentando o OXI como se fosse uma nova droga.
OXI é a forma normal da cocaína que entra no Brasil, que depois de seu fabrico em forma granulada, costuma ser prensada em forma de tijolo em tamanho médio de um quilo, esse tijolo é fácil de se quebrar para voltar a forma de grãos, chamado de pedra. Essas pequenas pedras e de tamanhos diferentes são vendidas com base em seu tamanho, o tamanho normal para uma dose tem seu preço variado conforme a distancia do Acre, onde na fronteira chega a custar três reais; esse processo é a forma mais simples da venda por boqueiros, que também é vendida em forma de pó obtida através da raspagem da pedra grande, as pedrinhas que sobraram são juntadas até a formar a porção normal. Também o OXI pode ser transformado em "merla", que é a forma mais simples de transformação, onde 1kg de oxi pode ser transformado em 6kg de merla em um processo de diluição do oxi em água acrescentado cal, solução de bateria, barrilha de piscina e outros, que é batida em forma de maça de bolo, podendo ser feito em um pequeno quarto, que depois de pronto tem a forma de pasta e seu valor é bem mais baixo que o oxi. Já a transformação do oxi em cocaína pura, o posinho branco, chamada de brilho/cristal/escama de peixe, que é a mais cara, a sua transformação depende de um mini laboratório onde se usa batedeiras gerando um grande barulho, forno e produtos químicos, que em cada 3kg de oxi é transformado em média 1kg de brilho, essa transformação costuma ser feita em grandes centros brasileiros para a sua exportação para outros países.
O oxi costuma ser usado misturado com um pouco do tabaco de um cigarro comum em uma lata vazia de cerveja ou refrigerante colocado em cavidade com alguns furinho que depois de aceso é chupado através da boca da lata.
O oxi costuma ser usado misturado com um pouco do tabaco de um cigarro comum em uma lata vazia de cerveja ou refrigerante colocado em cavidade com alguns furinho que depois de aceso é chupado através da boca da lata.
A revista Época fez essa publicação no dia 15/05/11
O oxi – uma pedra tóxica feita com cal, gasolina e pasta de cocaína – se espalha pelo país e assusta as autoridades mais que o crack
Humberto Maia Junior, com Rodrigo Turrer
A primeira apreensão confirmada do oxi em São Paulo ocorreu quase por acaso. Em março, a polícia apreendeu 60 quilos de algo que foi classificado como crack. O equívoco foi corrigido quando esse carregamento foi usado numa demonstração para novos policiais. “Queimamos algumas pedras e, pelos resíduos, concluímos que era oxi”, afirma Correa. Quase diariamente, a polícia de algum Estado do Brasil anuncia ter apreendido a droga pela primeira vez (leia o mapa abaixo) . Em alguns casos, como em Minas Gerais, Bahia, Paraná e Rio Grande do Sul, as primeiras apreensões foram feitas na semana passada. Não é que o oxi surgiu em tantos lugares em tão pouco tempo. Ele já havia se espalhado sem ser notado.
Como o crack, o oxi é vendido em pedras que, quando queimadas, liberam uma fumaça. Inalada, em poucos segundos vai para o cérebro, provocando euforia e bem-estar. “Visualmente, são quase idênticas”, diz Correa. A diferenciação pode ser feita pela fumaça, que no caso do crack é mais branca, ou pelos resíduos: o crack deixa cinzas, enquanto o oxi libera uma substância oleosa. Por causa da dificuldade em distinguir uma droga da outra, é impossível ter exata noção da penetração do oxi entre os usuários. “Sabemos apenas que ele está aqui há algum tempo”, afirma Correa.
Recente nos Estados mais ao sul do país, o oxi é velho conhecido dos viciados da Região Norte. Acredita-se que a droga entrou no Brasil ainda na década de 1980, a partir de Brasileia e Epitaciolândia, cidades do Acre que fazem fronteira com a Bolívia. O consumo da substância foi registrado por pesquisadores em 2003, quando Álvaro Mendes, vice-presidente da Associação Brasileira de Redução de Danos (Aborda), pesquisava o uso de merla, outro derivado da cocaína, entre os acrianos. “No primeiro momento, o oxi era usado pelas classes sociais mais baixas e por místicos que iam ao Acre atrás da ayahuasca (chá alucinógeno usado em cerimônias do Santo Daime)”, diz Mendes. A droga chegou à capital, Rio Branco, de onde se espalhou para outros Estados da região. “Hoje, é consumida em todas as classes sociais”, diz Mendes.
A dentista Sandra Crivello se lembra de quando viu o primeiro caso de dependência por oxi em São Paulo. Foi no fim do ano passado, quando recebeu uma ligação de uma Organização Não Governamental (ONG) que faz atendimento a jovens viciados em drogas. Queriam que ela atendesse um rapaz com problemas na boca. Encontrou o paciente na porta da ONG. A imagem do rapaz chocou Sandra, que há mais de 20 anos atende meninos de rua viciados. Loiro, pele branca e aparentando 20 anos, chocava pela magreza e pelo cheiro quase insuportável de vômito e fezes. “Ele estava em condição de torpor, parecia viver em outro mundo.”
– Foi você que veio me ver? Olha, está doendo muito – disse o rapaz, chorando, antes de puxar os lábios com força exagerada. Sandra não se esquece do que viu. “Tinha até osso necrosado.” Perguntou ao rapaz:
– O que você usou? Não vem me dizer que é crack que eu sei que não é.
– Eu bebi.
– Bebida não é. O que você usou?
– Foi oxi.
Sandra, que já tinha ouvido falar do oxi, diz que respirou fundo. “Agora que essa porcaria chegou aqui, não falta mais nada. Só pedi que Deus nos ajudasse.” Como Sandra, vários profissionais que têm contato com o mundo das drogas temem que o oxi tome o lugar do crack. Motivos não faltam, da facilidade de fabricação ao preço baixo. O crack é feito com pasta-base de cocaína, misturada com bicarbonato de sódio e um solvente, que pode ser éter ou amoníaco. É difícil obter grandes quantidades dessas substâncias, porque a venda é controlada pela Polícia Federal. Já o oxi é feito com pasta-base de coca misturada a cal virgem e a gasolina ou a querosene. “O refinamento do crack demanda uma cozinha e um processo laboratorial mais complexo”, diz Ronaldo Laranjeira, coordenador do Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas (Cebrid), da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). “Para fabricar o oxi, basta misturar a pasta-base com um derivado de petróleo em qualquer panela. Pode ser feito no fundo de um quintal.” O resultado é que os traficantes podem cobrar preço menor. Se uma pedra de crack custa ao viciado entre R$ 7 e R$ 10 na “cracolândia”, região central de São Paulo onde usuários e traficantes circulam livremente dia e noite, a pedra de oxi sai por cerca de R$ 2. Esse valor torna a droga acessível a um público muito maior. “Dependentes buscam o que é mais barato”, diz Luiz Alberto Chaves de Oliveira, chefe da Coordenadoria de Atenção às Drogas da Prefeitura de São Paulo. Também procuram o que tem efeito mais forte e mais rápido. O oxi, ao que parece, atende a essas necessidades. E tem tanto ou mais poder de viciar que o crack. “O oxi parece gerar ainda mais dependência. É potencialmente mais forte que o crack, que já é muito destrutivo”, diz Cláudio Alexandre, psicólogo do Grupo Viva, que atende dependentes de drogas.
O agente penitenciário André (nome fictício), de 34 anos, morador de Rio Branco, no Acre, conhece bem os efeitos do oxi. “Quem usa chama de veneno”, diz. Como todo veneno, é traiçoeiro. André descreve o gosto da fumaça como algo “gostoso”. “Pega mais, dá uma viagem.” Não demora e surgem os efeitos adversos – dor de cabeça, vômitos e diarreias. E paranoia. André diz que ouvia vozes. “Era o demônio falando no meu ouvido.” Os efeitos também são físicos. “Via muitos usuários sujos de vômito e diarreia.” Mesmo assim, André não conseguia abandonar o uso. Vendeu o que tinha para comprar pedras. “Pedia aos boqueiros (quem trabalha nas bocas de fumo) que passassem na minha casa e pegassem tudo.” Geladeira, fogão, DVD, um a um, todos os móveis e eletrodomésticos foram trocados por pedras brancas. “Só não troquei a vida”, diz André, que está internado numa clínica ligada a uma ONG em Rio Branco. Ele afirma que só buscou tratamento porque, desempregado, não tinha mais dinheiro para abastecer o vício.
Na última semana, as polícias de quatro Estados anunciaram as primeiras apreensões de oxi
Paulina Duarte, da Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (Senad), diz que o governo federal está avaliando o impacto do oxi. Junto com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), a Senad está finalizando uma pesquisa sobre o uso de derivados de cocaína no país. O estudo incompleto sugere que, pela facilidade com que é produzido, o oxi pode subverter a lógica usual do tráfico. “Não há um fornecedor fixo que distribui um só produto”, diz Paulina. “A droga é produzida em casa, de forma primitiva e artesanal.” Uma nova organização do tráfico poderia exigir uma mudança na forma de repressão policial. “Para combater o oxi, não temos de caçar apenas grandes traficantes”, afirma Paulina. “Precisaremos de uma polícia ativa, que atue diretamente nos pontos urbanos.”
Também é preciso que o serviço de saúde tenha exata noção das substâncias que compõem o oxi, a fim de entender seus efeitos e propor tratamento adequado. Por enquanto, faltam estudos laboratoriais que atestem a composição da substância. Na década de 1980, a Alemanha queria montar uma política para diminuir as mortes provocadas por overdose de heroína. Descobriu-se que o que estava matando era uma versão da droga com aditivos. Somente a partir dessa constatação o serviço de saúde organizou a melhor forma de tratamento. O Brasil suspeita, mas não tem certeza, do que é feito o oxi. Saber é o primeiro passo de uma longa batalha contra a nova droga.
quarta-feira, 4 de maio de 2011
DEPENDÊNCIA QUÍMICA – ÉTICA E PREVENÇÃO pubicado em: setembro de 2010
O Brasil de hoje caracteriza-se pelo aprofundamento das crises sociais decorrentes de uma política neoliberal cuja consequência maior é a miséria absoluta de boa parte da população, cujos indivíduos tem como profissão "ser desempregado". Somado a isto, a crise dos valores faz parte da sociedade na qual "quem não rouba e/ou trafica é bobo" e "quem rouba, mas faz", são introjetados e vistos como naturais por grande parte da população. E é esta sociedade da qual somos cúmplices, em que o Ter estar substituindo o Ser. A dependência química é uma doença física e emocional reconhecida pela Organização Mundial da Saúde e codificada no Código Internacional de Doenças sob o n° 304.8-2. Esta doença, além de ser incurável é progressiva e fatal, devido ao abuso de drogas que alteram o humor psíquico.
A humanidade sempre foi atraída pelas drogas, seja pelo uso medicinal, religioso ou recreativo. O álcool sempre esteve ligado à cultura judaico cristã, a cocaína à cultura andina, a maconha difundiu-se no mundo ocidental através dos negros, os nossos índios, além do tabaco tinham suas beberagens euforizantes, os gregos antigos utilizavam cogumelos alucinógenos, enfim, parece que sempre foi difícil manter a sobriedade ao tempo todo.
A família, segundo o modelo tradicional, ainda é o núcleo básico da sociedade e que dá bases de sustentação e estruturação do ser humano. É nela que os valores básicos éticos e morais deveriam ser assimilados para que o indivíduo viesse conviver dentro das normas da sociedade em que está inserido. No final dos anos 1980 e início dos 1990 começou-se a falar de uma nova composição familiar dado aos novos tipos de casamentos ou associações conjugais. O crescimento dos divórcios veio estabelecer uma estrutura na qual os filhos passaram a conviver não só com os pais, mas namorados dos mesmos e seus filhos, outros irmãos nascidos destas relações, enfim foram criados novos parentescos que substituiu a família natural. A insegurança natural que precede a idade adulta e os questionamentos a ela inerentes, sempre fez parte da natureza humana, entretanto dada as condições sociais e familiares da sociedade atual os conflitos internos do adolescente acirraram-se cada vez mais. É na passagem da infância para a adolescência que o indivíduo começa a socializar seus problemas. O conflito entre não ser mais criança e nem adulto leva-o a buscar a segurança perdida. É o momento de estruturar sua identidade e afastar-se da família, buscando nos grupos valores para ser aceito. E é nesta busca incompreendida que maioria dos jovens conhece as drogas.
As famílias dos jovens dependentes são tão doentes quanto seus filhos. Ela é codependente. Enfim, além da doença familiar, existem outros dados que afetam o contexto no qual ela vive. A insegurança quanto ao desemprego, o medo a violência, valores éticos desfeitos, etc. Levando pais a superprotegerem seus filhos, ou a abandoná-los, substituindo o amor e atenção, por objetos de consumo que amenizem a culpa da não participação constante na vida dos filhos, devido a necessidade financeira, de até a mãe ter que trabalhar fora para o sustento da família.
Os problemas que advém do consumo de drogas dentro das escolas deve ser tratado de forma a encaminhar o jovem dependente não à polícia, que provavelmente o encaminhará para uma instituição de menor, mas de forma a propiciar o tratamento e futura reinserção do mesmo na sociedade. ferramentas educacionais podem ser construídas para facilitar ao adolescente mudanças de atitude, que o tornará mais confiante em suas escolhas, nos conhecimentos que possui passando a viver com maior responsabilidade. “A prevenção das drogas e o tratamento do usuário devem ser prioritários em relação a repressão ao uso.”
Diretores, equipes técnicas e professores desencantados, preferem fechar os olhos ao que acontece no interior da unidade escolar. Para eles a saída da crise deve vir do Estado e o Estado, por sua vez, aponta os professores e sua má formação como um dos maiores problemas a ser enfrentado na educação brasileira. A quem cabe educar e prevenir estes jovens e adolescentes contra o abuso de drogas, álcool, sexo sem preservativo, etc. ?
Diante disto, coloca-se que é dever da família educar seus filhos, depois a escola e finalmente o Estado. Uma política de prevenção de drogas e Aids nas escolas deve ter como prioridade a formação contínua dos professores e o envolvimento da família no esclarecimento das consequências do uso abusivo de drogas e como encaminhar seus filhos para um tratamento adequado.
São poucos os professores que tem as reais informações sobre as características de um usuário de drogas, e isto contribui para repressão e exclusão do mesmo do ambiente escolar. A repressão policial, utilizada em muitas escolas, em nada contribui para o equacionamento do problema; polícia aqui, ainda é sinônimo de repressão e em sua maioria não está preparada para atuar com crianças e jovens dentro da escola.
A escola precisa inserir-se no meio no qual está localizada, considerar suas peculiaridades e abrir espaços para que os jovens e adolescentes possam construir uma realidade melhor. As possibilidades criativas do adolescente são inúmeras, porém precisam ser canalizadas através de projetos pedagógicos conjuntos que favoreçam uma relação de confiança entre o professor e aluno. A prevenção parece ser a única saída, já que a luta contra o narcotráfico tornou-se inviável. Neste sentido a sociedade civil articulada pode criar mecanismos que atraiam os jovens para projetos no qual sintam-se participantes e construtores de uma sociedade mais justa e igualitária.
Existe, portanto, uma necessidade premente de valorizar a pessoa humana e a vida. Se a utilização e abuso de drogas está ligado ao prazer imediato faz-se necessário que possamos propor alternativas de formas saudáveis de prazer, valorizando o corpo físico e mental sem a autodestruição consequente. A abordagem repressiva ou a "pedagogia do terror" não tem surtido qualquer efeito junto aos jovens, por isto é importante que a educação resgate seu lado humanístico, não isolado da vida social. Valores éticos e morais como: respeito aos outro a si mesmo e ao meio ambiente, cidadania, cooperação, verdade, honestidade, disciplina, responsabilidade, justiça, etc. Também devem ser priorizados.
Reconhecemos o poder persuasivo das drogas, álcool e tabaco e suas consequências no corpo humano. Reconhecemos que as drogas agravam diversos problemas sociais como a criminalidade, violência, saúde, entre outros e custa à sociedade uma grande parcela de suas despesas.
A população em geral considera os dependentes químicos como pessoas fracas, sem caráter e não como uma doença. Porém, quando consideramos como uma doença, podemos olhar sob outra perspectiva, Nessa situação, a maioria das pessoas precisa de tratamento e de ajuda competente e adequada, já que a dependência é provocada por uma reação química no metabolismo do corpo. O álcool, embora a maioria das pessoas o separe das drogas ilegais, é uma droga tão ou mais poderosa em causar dependência em pessoas predispostas, quanto qualquer outra droga, a sensação de satisfação e um impulso psíquico provocado pelo uso da droga que faz com que o indivíduo a tome continuamente, para permanecer satisfeito e evitar mal estar. O papel de educador, sem dúvida vai muito além dos conteúdos programáticos que, devem levar aos alunos. Devemos lembrar, também, que em nossas filosofias consta ensinar, educar e preparar para a vida e neste sentido, o que estamos fazendo? O ser humano é produto de sua atividade em seu meio social que, em interação com “os outros”, realiza, transforma e muda o curso de sua história.
É preciso também entender esta questão da emoção, da afetividade, pois observa-se que nas escolas esta questão encontra-se ainda em um discurso com olhar pejorativo, como se fosse uma permissividade total, ou com olhar de “coitadinho” e não é nada disso. A afetividade está em abrir e estender o olhar, para dialogar, ensinar, aprender e viver com um ensino de qualidade e a autoridade necessária que inclui, não o autoritarismo que exclui e abre caminho para o mundo enganoso das drogas.
As autoridades querem prestar contas à sociedade que desacredita em qualquer manifestação que tenha como objetivo atacar este problema de frente, com algumas ações policiais prendendo, matando traficantes. Afinal, quem ganha com o tráfico de drogas? Policiais, cargos eletivos como de deputados, senadores corruptos, empresários ligados à políticos são apontados pela mídia através das CPIs como responsáveis pelo aumento do tráfico no Brasil.
Para tratar um dependente é preciso tratar suas comorbidades psiquiátricas, é preciso medicação e psicoterapia, mas, sobretudo, é preciso uma atitude social e familiar de responsabilização do dependente pelo seu comportamento e pela sua decisão de se tratar. O paternalismo e a comiseração somente alimentam a doença.
“A dependência química é um fenômeno psíquico, é um problema sério de saúde pública e seu combate não se confunde com o combate às drogas”
O art. 23, II da Constituição Federal diz que cabe à União, Estados e Municípios “cuidar da saúde” e, no art. 30,VII diz que cabe ao município, prestar serviços de atendimento à saúde da população,” ou seja, cabe aos três entes federativos cuidar da saúde, mas a prestação dos serviços, ficará a cargo dos Municípios, que o farão com apoio técnico e financeiro do Estado e da União.
O art. 227 da CF/88 reconheceu que o direito à saúde da criança e do adolescente deve ser tratado com absoluta prioridade e, em seu §3º, VII definiu que a proteção especial inclui “programas de prevenção e atendimento especializado à criança e ao adolescente dependente de entorpecentes e drogas afins.”
Assim, o Município tem o dever legal de prestar este tipo de serviço para sua população, criando e mantendo, com a concorrência de verbas públicas federais e estaduais, uma instituição terapeuticamente adequada para tratar seus adolescentes em estado de risco social, em face da dependência química.
“Vejo a necessidade da comunidade cobrarem dos políticos ações voltadas ao atendimento e prevenção de dependência química, já que os mesmos não se manifestam, sendo os principais responsáveis pelo que estamos vendo, principalmente nos bairros periféricos; isso é que dar votar por votar.”
portela@contilnet.com.br
A humanidade sempre foi atraída pelas drogas, seja pelo uso medicinal, religioso ou recreativo. O álcool sempre esteve ligado à cultura judaico cristã, a cocaína à cultura andina, a maconha difundiu-se no mundo ocidental através dos negros, os nossos índios, além do tabaco tinham suas beberagens euforizantes, os gregos antigos utilizavam cogumelos alucinógenos, enfim, parece que sempre foi difícil manter a sobriedade ao tempo todo.
A família, segundo o modelo tradicional, ainda é o núcleo básico da sociedade e que dá bases de sustentação e estruturação do ser humano. É nela que os valores básicos éticos e morais deveriam ser assimilados para que o indivíduo viesse conviver dentro das normas da sociedade em que está inserido. No final dos anos 1980 e início dos 1990 começou-se a falar de uma nova composição familiar dado aos novos tipos de casamentos ou associações conjugais. O crescimento dos divórcios veio estabelecer uma estrutura na qual os filhos passaram a conviver não só com os pais, mas namorados dos mesmos e seus filhos, outros irmãos nascidos destas relações, enfim foram criados novos parentescos que substituiu a família natural. A insegurança natural que precede a idade adulta e os questionamentos a ela inerentes, sempre fez parte da natureza humana, entretanto dada as condições sociais e familiares da sociedade atual os conflitos internos do adolescente acirraram-se cada vez mais. É na passagem da infância para a adolescência que o indivíduo começa a socializar seus problemas. O conflito entre não ser mais criança e nem adulto leva-o a buscar a segurança perdida. É o momento de estruturar sua identidade e afastar-se da família, buscando nos grupos valores para ser aceito. E é nesta busca incompreendida que maioria dos jovens conhece as drogas.
As famílias dos jovens dependentes são tão doentes quanto seus filhos. Ela é codependente. Enfim, além da doença familiar, existem outros dados que afetam o contexto no qual ela vive. A insegurança quanto ao desemprego, o medo a violência, valores éticos desfeitos, etc. Levando pais a superprotegerem seus filhos, ou a abandoná-los, substituindo o amor e atenção, por objetos de consumo que amenizem a culpa da não participação constante na vida dos filhos, devido a necessidade financeira, de até a mãe ter que trabalhar fora para o sustento da família.
Os problemas que advém do consumo de drogas dentro das escolas deve ser tratado de forma a encaminhar o jovem dependente não à polícia, que provavelmente o encaminhará para uma instituição de menor, mas de forma a propiciar o tratamento e futura reinserção do mesmo na sociedade. ferramentas educacionais podem ser construídas para facilitar ao adolescente mudanças de atitude, que o tornará mais confiante em suas escolhas, nos conhecimentos que possui passando a viver com maior responsabilidade. “A prevenção das drogas e o tratamento do usuário devem ser prioritários em relação a repressão ao uso.”
Diretores, equipes técnicas e professores desencantados, preferem fechar os olhos ao que acontece no interior da unidade escolar. Para eles a saída da crise deve vir do Estado e o Estado, por sua vez, aponta os professores e sua má formação como um dos maiores problemas a ser enfrentado na educação brasileira. A quem cabe educar e prevenir estes jovens e adolescentes contra o abuso de drogas, álcool, sexo sem preservativo, etc. ?
Diante disto, coloca-se que é dever da família educar seus filhos, depois a escola e finalmente o Estado. Uma política de prevenção de drogas e Aids nas escolas deve ter como prioridade a formação contínua dos professores e o envolvimento da família no esclarecimento das consequências do uso abusivo de drogas e como encaminhar seus filhos para um tratamento adequado.
São poucos os professores que tem as reais informações sobre as características de um usuário de drogas, e isto contribui para repressão e exclusão do mesmo do ambiente escolar. A repressão policial, utilizada em muitas escolas, em nada contribui para o equacionamento do problema; polícia aqui, ainda é sinônimo de repressão e em sua maioria não está preparada para atuar com crianças e jovens dentro da escola.
A escola precisa inserir-se no meio no qual está localizada, considerar suas peculiaridades e abrir espaços para que os jovens e adolescentes possam construir uma realidade melhor. As possibilidades criativas do adolescente são inúmeras, porém precisam ser canalizadas através de projetos pedagógicos conjuntos que favoreçam uma relação de confiança entre o professor e aluno. A prevenção parece ser a única saída, já que a luta contra o narcotráfico tornou-se inviável. Neste sentido a sociedade civil articulada pode criar mecanismos que atraiam os jovens para projetos no qual sintam-se participantes e construtores de uma sociedade mais justa e igualitária.
Existe, portanto, uma necessidade premente de valorizar a pessoa humana e a vida. Se a utilização e abuso de drogas está ligado ao prazer imediato faz-se necessário que possamos propor alternativas de formas saudáveis de prazer, valorizando o corpo físico e mental sem a autodestruição consequente. A abordagem repressiva ou a "pedagogia do terror" não tem surtido qualquer efeito junto aos jovens, por isto é importante que a educação resgate seu lado humanístico, não isolado da vida social. Valores éticos e morais como: respeito aos outro a si mesmo e ao meio ambiente, cidadania, cooperação, verdade, honestidade, disciplina, responsabilidade, justiça, etc. Também devem ser priorizados.
Reconhecemos o poder persuasivo das drogas, álcool e tabaco e suas consequências no corpo humano. Reconhecemos que as drogas agravam diversos problemas sociais como a criminalidade, violência, saúde, entre outros e custa à sociedade uma grande parcela de suas despesas.
A população em geral considera os dependentes químicos como pessoas fracas, sem caráter e não como uma doença. Porém, quando consideramos como uma doença, podemos olhar sob outra perspectiva, Nessa situação, a maioria das pessoas precisa de tratamento e de ajuda competente e adequada, já que a dependência é provocada por uma reação química no metabolismo do corpo. O álcool, embora a maioria das pessoas o separe das drogas ilegais, é uma droga tão ou mais poderosa em causar dependência em pessoas predispostas, quanto qualquer outra droga, a sensação de satisfação e um impulso psíquico provocado pelo uso da droga que faz com que o indivíduo a tome continuamente, para permanecer satisfeito e evitar mal estar. O papel de educador, sem dúvida vai muito além dos conteúdos programáticos que, devem levar aos alunos. Devemos lembrar, também, que em nossas filosofias consta ensinar, educar e preparar para a vida e neste sentido, o que estamos fazendo? O ser humano é produto de sua atividade em seu meio social que, em interação com “os outros”, realiza, transforma e muda o curso de sua história.
É preciso também entender esta questão da emoção, da afetividade, pois observa-se que nas escolas esta questão encontra-se ainda em um discurso com olhar pejorativo, como se fosse uma permissividade total, ou com olhar de “coitadinho” e não é nada disso. A afetividade está em abrir e estender o olhar, para dialogar, ensinar, aprender e viver com um ensino de qualidade e a autoridade necessária que inclui, não o autoritarismo que exclui e abre caminho para o mundo enganoso das drogas.
As autoridades querem prestar contas à sociedade que desacredita em qualquer manifestação que tenha como objetivo atacar este problema de frente, com algumas ações policiais prendendo, matando traficantes. Afinal, quem ganha com o tráfico de drogas? Policiais, cargos eletivos como de deputados, senadores corruptos, empresários ligados à políticos são apontados pela mídia através das CPIs como responsáveis pelo aumento do tráfico no Brasil.
Para tratar um dependente é preciso tratar suas comorbidades psiquiátricas, é preciso medicação e psicoterapia, mas, sobretudo, é preciso uma atitude social e familiar de responsabilização do dependente pelo seu comportamento e pela sua decisão de se tratar. O paternalismo e a comiseração somente alimentam a doença.
“A dependência química é um fenômeno psíquico, é um problema sério de saúde pública e seu combate não se confunde com o combate às drogas”
O art. 23, II da Constituição Federal diz que cabe à União, Estados e Municípios “cuidar da saúde” e, no art. 30,VII diz que cabe ao município, prestar serviços de atendimento à saúde da população,” ou seja, cabe aos três entes federativos cuidar da saúde, mas a prestação dos serviços, ficará a cargo dos Municípios, que o farão com apoio técnico e financeiro do Estado e da União.
O art. 227 da CF/88 reconheceu que o direito à saúde da criança e do adolescente deve ser tratado com absoluta prioridade e, em seu §3º, VII definiu que a proteção especial inclui “programas de prevenção e atendimento especializado à criança e ao adolescente dependente de entorpecentes e drogas afins.”
Assim, o Município tem o dever legal de prestar este tipo de serviço para sua população, criando e mantendo, com a concorrência de verbas públicas federais e estaduais, uma instituição terapeuticamente adequada para tratar seus adolescentes em estado de risco social, em face da dependência química.
“Vejo a necessidade da comunidade cobrarem dos políticos ações voltadas ao atendimento e prevenção de dependência química, já que os mesmos não se manifestam, sendo os principais responsáveis pelo que estamos vendo, principalmente nos bairros periféricos; isso é que dar votar por votar.”
portela@contilnet.com.br
sábado, 9 de abril de 2011
LA AMENAZA DEL FORO DE SÃO PAULO CONTRA EL PERU SE LLAMA OLLANTA HUMALA
Nota de Prensa
Lima, 08 de Abril, La Unión de Organizaciones Democráticas de América,(UNOAMERICA) rechaza contundentemente la candidatura del Partido Nacionalista del Perú encubierta bajo la Alianza Gana Perú, que postula a la Presidencia de la República al Comandante (r) Ollanta Humala Tasso, ya que considera que forma parte de una estrategia expansionista del “Socialismo del Siglo XXI” liderada por Hugo Chávez, Fidel Castro, las Farc, Sendero Luminoso, el MRTA, Evo Morales, Cristina Fernández de Kirchner y Fernando Lugo, que forman parte de la organización denominada “FORO DE SAO PAULO” que, como ellos reconocen, fue creada para instaurar el “Modelo Socialista en América”, consiguiéndolo en Venezuela, Ecuador, Bolivia, Argentina, Nicaragua y El Salvador, entre otros países que vienen padeciendo su nefasta influencia.
La UNOAMERICA, desde su fundación ha denunciado públicamente ante instancias nacionales e internacionales los procedimientos y metodología utilizada por los miembros del Foro de Sao Paulo, que atentan contra el estado de derecho y la democracia afectando la libertad de sus ciudadanos, así como mantiene vínculos directos con los grupos terroristas de las FARC en Colombia, como quedó demostrado con la información de los computadores de Raúl Reyes, caído en una operación militar del Gobierno de Colombia. La información en dichas computadoras demostró los lazos directos que las organizaciones terroristas han mantenido con los gobiernos que se encuentran adheridos al Foro de Sao Paulo, demostrando ser fuente de financiamiento y asumiendo la defensa férrea a estos grupos alzados en armas.
Por haber llegado a la Ciudad de Lima miembros del Foro de Sao Paulo, que a su vez son miembros del Partido de Trabajadores del Brasil y ejercen la Dirección Ejecutiva del Foro de Sao Paulo, que han sido reconocidos por el candidato OLLANTA HUMALA TASSO como asesores de su campaña. Por lo que hoy queda más patente lo que ya fue demostrado en las pasadas elecciones del 2006, en las que personalmente el candidato por el Partido Nacionalista viajaba a Venezuela a recibir instrucciones y posible financiamiento.
EXPRESAMOS nuestro total rechazo a la postulación presidencial del candidato Ollanta Humala Tasso, por considerarla dañina a la democracia en el Perú y al estado de derecho de nuestra República, porque busca subvertir la Constitución como lo pretendió hacer Mel Zelaya en Honduras, y lo que ya han logrado en Venezuela y Bolivia, para perpetuarse en el poder ilegítimamente. Conocedores de la involución que esto generará para el Perú es que consideramos que, la amenaza cubano–chavista dirigida esta vez desde Brasil, es eminente y se cierne sobre el Perú, por los nexos cubano-chavistas, el narcotráfico y los grupos terroristas, a los que el candidato Ollanta Humala Tasso considera “organizaciones políticas”, haciendo abiertamente el juego a la impunidad a favor de las organizaciones subversivas.
domingo, 20 de março de 2011
"A MACACHEIRA ENTRANDO NOS LARES DOS BRASILEIROS"
Brasil, que Brasil é esse que está assustadoramente mudando e poucos estão percebendo.
O Brasil que temos em nossas mentes pouco a pouco está mudando, aquele Brasil democrático, que mesmo no Regime de Ditadura Militar parecia democracia, já não está existindo mais. A nova política esquerdista de pactos mundial, implantada no Brasil, faz parte de uma organização internacional de esquerda que a cada dia que passa esta mudando o nosso sistema de governo.
O Brasil que detestava comunismo, terrorismo, ditadura, que não se aliava a países com essas características, agora é outro. Um Brasil que se organizou através de movimentos sociais e Ongs, que aliados a outros países e movimentos alheios a nossos costumes, conseguiram eleger um presidente sem o perfil e formação cultural tradicionais, que a partir daí iniciou-se um processo de mudança bem mais concreto. Aliados a países de esquerda, tendo como objetivo maior o domínio do poder, que para isso o dinheiro é quase tudo, por isso os altos impostos e a arrecadação de todas as formas como criação de várias indústrias da multa etc. O domínio estratégicos de regiões e estados são prioridades para o seu sistema, como o Estado da Bahia, região do Juruá aqui no Acre e outras mais. Bem como a não reeleição daqueles políticos que não condizem com a forma de poder imposta por eles. Um sistema que escolhem e formam seus candidatos e pessoas para assumirem cargos políticos, públicos, estatais, federais, sociais, judiciais, assim como seus laranjas, etc, a seus interesses.
Já viu com quem anda o Brasil? É com Iram, Cuba, Honduras, Chaves, Evo Morales, Cadaf, é Brasil devolvendo a pedido de Cuba, seu aliado, um atleta que fugiu para o Brasil e queria ficar aqui, o mesmo Brasil não devolveu um Italiano fugitivo acusado de terrorismo, o terrorista italiano Cesare Battisti. Condenado por homicídios cometidos quando integrava a organização extremista Proletários Armados pelo Comunismo, ele teve sua extradição requerida pela Itália, mas negada pelo ex-presidente Lula nas últimas horas do seu governo, Battisti é ligado ao comunismo; O primeiro fugindo do comunismo, os brasileiros queriam que ficasse, no segundo os brasileiros e a justiça queriam a expulsão do pais, mas foi apoiado e ficou o terrorista. Tem uma parte bíblica que diz “Diga-me com quem andas que eu te direi quem tu és”
É Brasil financiando e construindo obras, como estradas, em países vizinhos ligados ao narcotráfico,
é Brasil financiando a retirada de acreanos que convivem, nasceram e se criaram na faixa de fronteira boliviana, que é de 50 km e que lá viviam em plena comunhão com os bolivianos amazônicos, até mesmo porque pairam dúvidas e polêmicas sobre de quem é essa região entre Acre e Pando, talvez por isso a boa convivência.
É de se estranhar a forma de como queriam e estão tirando os brasileiros desta região de fronteira Pando com o Acre. Primeiro foi o Governo de Evo insistentemente tentar dominar pando a qualquer custo neutralizando em suas várias formas a quem imporia resistência ao seu projeto de poder, e em seguida veio a expulsão dos brasileiros causando um transtorno para acreanos e pandinos. O interessante é que com esse plano de poder, pandino está se tornando um povo em extinção. Tanto na cidade como na zona rural, é grande a quantidade de bolivianos de outras regiões, como colhas, sendo trazidos e instalados na cidade e, na floresta em margens de estradas estratégicas recém construídas e em seringais. Sabemos que os mesmos não tem a cultura de agricultura, castanha e borracha, e sim a cultura do cultivo da folha de coca para o fabrico de cocaína. Quartéis estão sendo criados na fronteira, militares continuam sendo trazidos, empresários brasileiros estão perdendo suas terras, e o povo pandino ficando de segundo plano.
É assustador o incentivo do plantio da coca na Bolívia nesse governo, onde a folha de coca para abastecer a cultura dos povos, como o de mascar e chás medicinais, seria suficiente em umas 500 hectares e não em 40.000 hectares plantadas, como está sendo anunciado na mídia. O que se vê é o risco da nossa fronteira, Acre Pando, se tornar dominada pelos narco/terrorismo mundiais, haja vista as tantas facilidades e incentivos por parte do governo de Evo Morales e aliados, até sendo colocado em suspeição a utilização do estratégico aeroporto de Cobija.
Bolívia tem se tornado o celeiro da cocaína, o envolvimento das autoridades policiais, ministeriais e outros aliados ao governo, tem sido constante. A expulsão da DEA, o domínio de Pando com a expulção de Acreanos da fronteira tem se tornado uma preocupação, querem um país e o departamento de Pando livre para quê, se o que está crescendo na Bolívia é o narcotráfico. E o governo brasileiro aliado e apoiando atitudes de governantes com outras culturas alheias a nossa, como foi o recente caso apoiando o governo aliado e ditatorial de KADAFI.
As fronteiras brasileiras precisam serem mais vigiadas e de policias com autonomias militares, principalmente a fronteira acreana, estruturar as Forças armadas, polícias federais e estaduais voltadas para o combate as entradas de drogas e outros ilícitos no pais, seria uma das soluções para manter o sistema de governo que ainda temos em nossas mente.
É notório o apoio dos países de esquerda aliados ao Brasil, a indicar pessoas para cargos mundiais em entidades e instituições, na construção de fortalecimento do bloco. Acredito que a visita do Presidente dos EUA, seja mais para tentar alertar o Brasil do rumo que o mesmo está tomando e tentar reafirmar aliança com o mesmo, antes que se torne um regime ditatorial.
As pessoas ficaram chocadas com as afirmações do colunista Reinaldo Azevedo, da Revista Veja, sobre o aumento do tráfico de cocaína da Bolívia para o Brasil e da ligação entre os presidentes Lula e Evo Morales. Infelizmente, Azevedo não está longe da verdade (seu texto está reproduzido abaixo).
Cerca de 90% da cocaína consumida no Brasil vem da Bolívia - a droga colombiana só passa pelo nosso país para ser exportada para os Estados Unidos e para a Europa. Sempre que a produção boliviana aumenta, a venda no Brasil segue o mesmo caminho. E não é segredo para ninguém que a cocaína boliviana está em expansão, totalmente fora de controle.
Temos também a anistia para todos os estrangeiros no Brasil e o abrimento das portas para estrangeiros virem para o Brasil, que além de ganhar nome lá fora, cada estrangeiro que entra será um eterno cabo eleitoral do sistema político.
Tem acontecido alguns casos muito estranhos na Bolívia ,como o atentado terrorista contra o cardeal primaz da Bolívia, Julio Terrazaso e o caso Rozsas no Hotel Las Américas, que aos pouco estão vindo à tona o que realmente aconteceu. A mudança da Constituição, como no Brasil, são demonstrações de um plano ditatorial, onde principalmente os meios de comunicações são impedidos de divulgarem atitudes erradas relacionadas ao sistema de governo.
A prisão do narco general pela DEA, a principal autoridade contra o narcotráfico boliviano, sendo o principal protetor de grandes carregamentos de cocaína para o exterior, está desvendando uma grande cadeia formada por autoridades policiais, políticas e governamentais.
Não quis aqui dizer qual o sistema de governo é o bom, mais sim, falar da mudança que está acontecendo.
Não quis aqui dizer qual o sistema de governo é o bom, mais sim, falar da mudança que está acontecendo.
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
CORTE DO ORÇAMENTO
Depois que aumentou o salário e vantagens dos políticos, agora veio o corte no orçamento, para atingir praticamente o salário mínimo, que segundo eles não pode aumentar nem mais um real. Também foi suspenso concursos públicos e novas contratações dos concursos anteriores, "a esperança de quem é estudioso "foi pros beleléu" "Nesse momento não se depende mais do voto de pobre que é a grande maioria, Agora tem mesmo é que agradar os políticos com mandato"
como diz Boris Casoi- ISSO É UMA VERGONHA
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
A EDUCAÇÃO BRASILEIRA
O desenvolvimento de um país é consequência de uma série de fatores: economia, educação, segurança, transporte, saúde, entre outros, que fazem com que uma nação evolua e se destaque entre as demais. No Brasil, a economia deu sinais de melhora nos últimos anos com o controle da inflação, acesso ao crédito e outras facilidades que contribuem para que os trabalhadores tenham melhores condições de vida. No entanto, saúde, educação e segurança oferecidos pelo poder público ainda deixam muito a desejar.
A educação é um dos principais pilares para o desenvolvimento. Prova disso é o Japão e outros países asiáticos que foram arrasados durante a Segunda Guerra Mundial, mas que, anos mais tarde, tornaram-se potências econômicas. O resultado é fruto de investimento, principalmente, em educação e pesquisas em tecnologia.
É fato que a educação é um dos tripés para o crescimento de um país, no entanto, o Brasil apresenta retrocesso neste quesito, como mostram as pesquisas deste final de ano.
O Brasil está no 75° lugar no Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) atualmente, é um país do Terceiro Mundo que está em constante desenvolvimento nos últimos anos, mas ainda possui alguns pontos fracos que poderiam ajudar no crescimento mais rápido do país.
Esse “desastroso resultado” é uma referência à situação do ensino no Brasil. Comparando com os números de 2006, o país obteve uma melhora na educação. Mas mesmo assim aparece no ranking mundial em 53º lugar num total de 65 países pesquisados. Diante do quadro, a The Economist sentenciou: “O progresso recente meramente elevou o nível das escolas de desastroso para muito ruim”.Já para o Le Monde, de Paris, “A mediocridade do ensino público brasileiro está no centro do problema: os professores são mal formados e mal pagos. Muitos têm pouca bagagem escolar e pouca experiência. Em algumas situações, o ensino público no Brasil chega ao estado de calamidade”.Os índices estão longe do adequado para o ensino no país. Em 2009, o percentual de alunos aprendendo português corretamente na rede pública é de 22,2%. Os demais (77,8%) não se saem bem em leitura e interpretação de texto. Já em matemática, o desempenho foi pior – 14,8% dos estudantes em todo o Brasil não tiveram aprendizado adequado na área. Isso significa que 85,2% se saíram mal ao fazer contas, somar, dividir e aprender geometria. Mas o maior problema singular do sistema educacional brasileiro é a capacitação insuficiente dos professores, reflexo direto de seus baixos salários e da erosão continuada do seu prestígio social.
Nesse particular, o relatório da OCDE contém duas perguntas embaraçosas para o Brasil: "Como são pagos os professores em comparação com outros trabalhadores de alto nível?" e "Você gostaria que o seu filho fosse professor?"
O investimento na educação de uma nação faz com que o país melhore em muitos aspectos, como na diminuição da violência. Além de formar pessoas melhores que saberão correr atrás de seus direitos, e terão mais capacidade de se desenvolver socioeconomicamente, assim melhorando a qualidade de mão-de-obra dentro do país.
A educação é a base de um país, quanto mais profissionais qualificados em diversas áreas de atuação, mais o país cresce. Para isso é preciso investir mais na rede pública de ensino.
As famílias que têm condições de pagar escolas particulares para os seus filhos, desde muito pequenos, conseguem deixar eles um passo a frente das demais crianças, cujo as famílias não têm a mesma condição financeira. Isso prova que a Desigualdade social é um fator preocupante para o ensino brasileiro.
“É importante lembrar que todo cidadão brasileiro têm o mesmo direito perante
a constituição, portanto, é preciso que o governo dê a devida atenção a população mais carente.”
a constituição, portanto, é preciso que o governo dê a devida atenção a população mais carente.”
Não poderia deixar de lembrar a minha luta, iniciada no início da década de 80, em prol do futuro de nosso ensino, que essa luta continua até hoje e não sei se fico triste com esse resultado da péssima qualidade de ensino ou orgulhoso de sempre ter discordado do sistema educacional em nossos municípios, que eram, na época, até considerados como de primeira qualidade por aqueles que nada entendiam de desenvolvimento. Fui professor durante 15 anos, nas disciplinas de contabilidade e matemática que além de gostar do que fazia, a ideia principal era a de mostrar que era possível melhorar a nossa qualidade de ensino, e que isso se faz com responsabilidade e competência, mesmo sem receber o que era devido por culpa dos dirigentes. E quando eu era criminalizado pela reprovação de alunos, simplesmente dizia que não tinha culpa dos alunos terem sido aprovados nas séries sem os devidos conhecimentos e que simplesmente eu estava exigindo o conteúdo devido da matéria para a série, que apesar de muito esforço, às vezes não alcançava 80% do conteúdo. Imaginem então o conteúdo de alguns professôres?. A cada conteúdo que o professor deixa de dar ao aluno, será uma deficiência para as séries seguintes, que se o professor não for capaz ele não reprova o aluno para ficar de bem com o sistema falido. Ai se forma aluno com deficiências que depois serão professores aumentando mais ainda as deficiências em um ciclo que o futuro já era previsto por mim. Não queria me importar se o ensino brasileiro ia mal, o que importava é que aqui podemos melhorar o nosso, e isso não acontece a curto prazo, era preciso que o processo de mudança, para um bom resultado hoje, tivesse começado naquela década. “exigir do aluno com competência, é formar bons profissionais! Nenhum profissional é bom sem o esforço e dedicação”
Não se começa uma mudança do ensino sem uma boa celeçaõ do professor. incluindo no exame de celeção, questões psicológicas que definam a aptidão com a função, questões de relações humanas e teste de equilíbrio emocional.
Pouco adianta sucessões de encontros pedagógigos, planejamentos, se o professor não tem vocação para a profissão, ai ele só vai é desestimular os demais, etc.
O professor, mais que muitos profissionais, precisa estar de bem consigo e com a vida, a final de contas êle vai lidar com alunos com uma diversidade de problemas.
Para os especialistas, o governo tem que investir mais no ensino infantil, que começa nas creches e pré-escolas. Além disso, os pais têm um papel fundamental na educação dos filhos, práticas como ler histórias antes da criança dormir, podem fazer com que a criança tenha mais interesse pela leitura e aprenda a ler e interpretar mais rápido.
domingo, 26 de dezembro de 2010
ANO NOVO ?
ANO NOVO ?
As pessoas valorizam muito a festa de Ano Novo, porque sentem o desejo de se renovar. As comunidades antigas expressavam isso através de ritos: jogavam fora roupas e objetos, querendo eliminar o que, em suas vidas, estava "envelhecido". É meia-noite no mundo, noite de 31 de dezembro. E, respeitadas as diferenças de fusos horários, promessas são feitas, desejos pensados, mal-entendidos superados. Momento mágico em que queremos acreditar que a mudança da folhinha no calendário pode mudar nossa vida. Mensagens de felicidade e de esperança. Desejos de uma vida melhor, Sem violência, sem sofrimento. Somos humanos e sonhamos, fazemos planos e acreditamos. Geralmente em dezembro as pessoas começam a fazer as promessas para o ano seguinte: - Emagrecer, - Fazer novos cursos, - Melhorar esta ou aquela situação, porém após a passagem de ano, começam o ano novo com a mesma correria do ano anterior e entregam-se muitas vezes sem saber, à rotina estafante do dia-a-dia, tendo em mente as promessas da passagem de ano. O que acontece efetivamente é que estas pessoas tiveram apenas o desejo, sem nenhum planejamento, ação ou monitoramento posterior. Desejo sem ação é ilusão, e poderá em alguns casos gerar desconforto ou insatisfações pessoais e/ou profissionais. "Tão importante quanto o futuro ou os planos para o futuro é o que fazemos no presente”. Olhe sempre os dois extremos, procure listar em uma página seus sonhos mais elevados e na outra tudo o que pode ser feito de maneira realista, pois ai terá as coordenadas entre a realidade e o desejo, e poderá traçar um rumo para suprir os espaços que precisa para a plena realização, tenha a sinceridade consigo mesmo. Nesta data, há uma forte tendência da sociedade falar e falar sobre a busca da paz e do amor. Mas o fato é que só o falar não resolve nada. Será que estamos realmente preocupados em ser um instrumento de paz, de amor e de cuidados para com o outro? Ou tudo isto acaba se perdendo na busca de "propriedades"?... A idéia psicológica de tempo é uma grande ilusão coletiva. Será que existe o tal ano velho e o tal ano novo. Na verdade o tempo não tem fim! O relógio não para e começa novamente a funcionar no início do ano! As dívidas, os juros, os problemas não ficaram zerados e como o tempo, não pararam. Não faltarão as grandes retrospectivas de crescimento político e social às promessas da esperança de um dos melhores anos da economia nacional. Para um povo que vive de promessas, nada mal! Nosso sortimento de promessas estará garantido para 2011. Não faltaram/ão declarações de políticos com suas mensagens maravilhosas para alegrar os sonhos da população. Parabéns por ter passado o natal e passagem de ano em paz com familiares e amigos, neste momento raro de confraternização, que se renova a fé e a esperança. Desejo a todos um 2011 recheado de momentos felizes, um abraço.
Carlos Portela Eduino
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