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Terapia TRG

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

fotos Bloco Bora Bora

Bloco Bora Bora
Bloco Bora Bora
Bloco Bora Bora
Bloco Bora Bora
Meninas do Bloco Bora Bora

domingo, 16 de agosto de 2009

BONDADE E SABEDORIA

É uma disposição natural, propensão para fazer o bem. É também a qualidade moral de quem pratica o bem. É um sentimento fundado na sensibilidade aos males alheios, no desejo de procurar o bem dos outros e de lhes evitar todo o mal. Contudo, existe a opinião contrária de La Rochefoucould que afirma que a bondade também pode ser um sentimento egoísta.
Quando a bondade se mostra abertamente já não é bondade, embora possa ainda ser útil como caridade ou como ato de solidariedade. Daí: “Não dê as tuas esmolas diante dos homens, para ser visto por eles”. A bondade só pode existir quando não é percebida, nem mesmo por aquele que a faz; quem quer que se veja a si mesmo no ato de fazer uma boa obra, deixa de ser bom; será, no máximo, um membro útil da sociedade, ou um zeloso membro de uma igreja. Daí: “que a tua mão esquerda não saiba o que faz a tua mão direita.” A bondade e a sabedoria deixam de existir quando se presume, ou se percebe que aquele que a fez pode ser um sábio ou um ser bom. Sempre houve tentativas de dar vida ao que jamais pode sobreviver ao momento fugaz do próprio ato, mas isso só leva ao absurdo.
Em nossa região é fácil de encontrar, principalmente, mulheres já idosas e pobrezinhas, que vivem em bairros periféricos, colônias ou seringais, que ao chegar uma visita em sua casa, não medem esforços para oferecer um cafezinho e insiste em fazê-lo mesmo que seja a ultima porção que tenha, e com muita boa vontade o faz e ainda oferece seus humildes aposentos. Também encontramos estas mesmas pessoas que após estarem deitadas para dormir, ao vir um temporal com forte chuva, são capazes de se levantar, botar um pano na cabeça e ir acomodar um pintinho, cachorrinho, etc. que está na chuva e/ou no frio. Pessoas que se solidarizam com a morte de um conhecido e dividem aquele momento de dor com os familiares. Daí: “Compreender e compadecer-se, é todo o segredo da bondade”.
Também encontramos aqueles que pouco faz e muito aparecem como forma de se apresentarem como bonzinhos. ”Características bastante encontradas em políticos”
Neste mundo em que vivemos entre pessoas ávidas de poder e de bens materiais, ainda encontramos corações repletos de bondade.
Assim, a pessoa que se dá e faz isso de coração, tem sempre um ar de agradecimento porque é ele que aprende. São os pensamentos e atitudes de bondades que devemos ir cultivando na nossa vida. Só assim descobriremos o lado bom das coisas, as qualidades de tantas pessoas, e estar sereno e confiante. A bondade é amabilidade, paciência, compreensão e concórdia. Quem desenvolve em si a bondade vê nascerem em si, as mais diversas qualidades... Todas fruto e base de crescimento.

Carlos Portela Eduino

domingo, 2 de agosto de 2009

E- EJÁ-JÁ-JÁ - EJACULAÇÃO PRECOCE

EJACULAÇÃO PRECOCE

É o transtorno sexual em que o homem ejacula (goza), ultra-rápido, antes do momento que gostaria. Pode ocorrer de várias maneiras: logo após a penetração do pênis, num simples sarro; ou mesmo só numa excitação visual ou fantasiosa. O que é bastante desagradável, aliás, qualquer que seja a maneira, é constrangedora.
As civilizações, a cultura, nos trouxeram a necessidade do bom, do mais gostoso, do prazer, da segurança. Isto fez com que, em vez de comemos os alimentos crus, inatura, os comamos cozidos, com temperos, misturando sabores. Que em vez de simplesmente mantermos uma pele de animal sobre os ombros, pascemos a usar tecidos de elaboração cada vez mais complexa. O mesmo ocorreu com o sexo. De simples instrumento a serviço de perpetuação da espécie, passou a ser uma importantíssima fonte de prazer. Na imensa maioria das culturas, a porcentagem das relações sexuais com a finalidade de procriação, é muitíssimo menor que aquela das relações que visam dar prazer ao casal. Até alguns anos atrás a ejaculação precoce não era vista como um problema, pelo contrário, se pensava que quem portava era um supermacho, pronto a ejacular na primeira oportunidade. Apartir do momento em que o prazer feminino deixou de ser reprimido, quando as mulheres passaram a ter mais liberdade e se imporem também em relação ao ato sexual, surgiu à necessidade de que houvesse um tempo mínimo de penetração para que elas tivessem a sua oportunidade de ter um orgasmo. Também não dar mais para ignorar a importância que as mulheres têm na manutenção e agravamento de uma ejaculação precoce. Embora não possa se falar em culpa, mas, mulheres ansiosas, tensas, insatisfeitas, irritadas, reinvidicadoras, pouco e muito cuidado com a higiene sua ou do parceiro, estão muito relacionadas a uma ejaculação precoce para o homem.
As meninas e as jovens, desde cedo estão acostumadas a receber conselhos a evitar abusos por parte dos homens: “Não vá brincar no meio de meninos, eles são perigosos, não dêem confiança!” Ou “A qualquer descuido você pode cair no papo deles, não deixe ele te tocar!” “Esses homens só querem é comer e depois cair fora e falar para todo mundo!”. Meninas que acabam incutindo esses conselhos são fortes candidatas a rejeitar o homem quando estão prestes ao ato sexual, e suas rejeições fazem com que a vontade do homem aumente, e no desespero, com medo de não conseguir possuí-la, findam fazendo com que seja abreviado o gozo.



Continuação de Ejaculação precoce – 2ª parte

Crianças que dormem no mesmo quarto dos pais, ou próximos, que escutam gemidos, geralmente da mãe, o mesmo incomoda a criança, que pensa que sua mãe está sofrendo muito naquele ato sexual. Este menino, pode ao crescer tomar para si, a tarefa de proteger a mulher.
Se o ato sexual é violento, agressivo e machuca as mulheres, ao abreviá-lo, se diminui o dano imaginário que ele causa; como um cirurgião, que procura sempre a fazer a cirurgia no menor tempo possível. O seu afiado pênis também busca esse efeito em tão delicada ferida feminina.
Por isso a ejaculação precoce pode ser uma manifestação adequada para quem considera que o ato sexual seja uma agressão às mulheres. Este processo é inconsciente – a brevidade não permite o gozo da mulher, evitando o sofrimento da mesma.
Temos ainda o coito proibido, que também exerce grande influência na ejaculação precoce. É comum um jovem ter sua iniciação através de um coito proibido; pode ser com a namorada, ás escondidas dos pais, aproveitando o breve momento que ficam a sós; Seja com uma mulher comprometida, mas sedutora, que vai a sua casa quando se encontra só. A iniciação com prostituta também gera influência para os jovens, que diante da maturidade e experiência dela, aumenta a sua tensão e o nervoso daquele que ainda não tem o domínio da situação. Seja como for, em quaisquer dessas situações, o coito deve ser o mais breve possível, que é para diminuir o risco de ser apanhado; portanto há uma pressa em ejacular, o que desenvolve, inconscientemente, uma associação do ato sexual com pressa da ejaculação. “Tudo parece perfeito. Casa vazia, tempo de sobra, e o melhor de tudo, a menina topou. O clima esquenta e as coisas começam a rolar. Os dois estão a fim e a noite promete. Pega daqui amassa de lá, o cara se empolga, e na hora H... não segura a onda e goza rápido demais. A grande oportunidade se torna uma grande frustração, tanto para o homem, quanto para a mulher.”




Continuação de Ejaculação Precoce – 3ª parte

... E vem mais uma noite, só que desta vez tinha chegado de uma festa. O seu rosto revelando o cansaço, mesmo assim seus pensamentos foram antecipando as próximas cenas, o marido, apesar de suado, mal se molhou e saiu do banheiro, indo à direção da mulher que já havia se antecipado e tomado o banho, partindo logo para suas carícias, abraçando-a por trás, primeiro ele explorou seu corpo, por baixo da camisola, apertou seus seios com força, deslizando a mão por entre suas pernas, apalpando impaciente, com os olhos fechados esperando encontrar algo em seu interior.
Surpreendeu-se estranhamente quieta diante do espelho, e sabia que era preciso tomar uma decisão, e rápida: Se me entusiasmo e ele percebe, esse será um motivo para aumentar sua excitação, e tudo acabará mais depressa; Outra opção é desviar o pensamento em outra coisa. E sem nenhuma expectativa diferente; a de que ele consiga me satisfazer, o que seria surpreendente, ou a de não esperar nada e ficar só na sua, observando. Sendo mais provável que penetre ereto, violento, e se apague em poucos segundos como uma brasa a ser jogada na água, inútil ele desmorona em minha presença.
Apesar de anos que vivemos juntos, não posso tirar a roupa em sua frente, que ele logo se excita como um adolescente; e mais uma vez emprestarei o meu corpo para servir de depósito de esperma.
Às vezes prefiro até não iniciar as carícias, mas ele insiste como se fosse uma obrigação, é difícil se defender, a saída que vejo é não deseja-lo. Sua transa sexual não funciona comigo, não sei com outra, sou obrigada a me masturbar, ao me desejar mais que o normal, e por isso ejaculo imediatamente.
Às vezes até me sinto responsável, mas sem saber o que o deixa tenso, fico imaginando a minha relação no desejo de vê-lo com outra, talvez não me importasse, mas valeria a pena tentar, vejo que prefiro melhor o ciúme que a frustração.
Não quero magoá-lo nem o defendes. Ao longo dos anos, verifiquei que ele não sabe amar; talvez por me ama-lo demais ou por ser um imbecil, com isso me tornei sua cúmplice e suportei durante anos a superstição de um sexo assexuado, frágil, totalmente desprovido de prazer.
Não posso ter um bom desempenho se estou tenso, hipnotizado diante do seu corpo, desejando-o com uma intensidade maior do que a minha capacidade, é por esse motivo que meu pênis se transforma em fusível, que ejacula com ritmo frenético, idêntico às batidas de meu coração; antecipando me destrói, ao mesmo tempo em que salva minha vida; porque evita que meu coração arrebente; mas com ela o meu coração é frágil, nervoso, sem harmonia, e melhora quando atuo de surpresa, ocultando de mim minhas intenções, quando não dou tempo para temer o fracasso. “Em assunto de cama, o medo de fracassar prenuncia o fracasso.”

sábado, 20 de junho de 2009

VERSOS E POESIAS - PORTELA

HOMEM NÚ CAMPO
Para que construir escolas?
Para que levar professores?
Para que construir postos de saúde?
Para que levar médicos?
Se no campo, cada vez mais
É menos gente e mais animais (gado)
( Foi dita em um seminário em 1985)

***************************

Deixaste que o olhar do mundo,
Em fim devasse teu grande amor,
Que é teu maior segredo!
Que não terias perdido, se mais cedo
Todo o afeto que sentias se mostrasse.
Basta de enganos!
Mostra-se sem medo.

****************************


Você passa e repassa o meu corpo
E no galope você vai.
Você diz não, eu te seguro
E te insisto a galopar.
Pela a estrada dessa noite
Tentamos ao clímax chegar;
Pois é no clímax que encontramos
O valor que a vida nos dar.
Que bom seria se nesta vida
Tivéssemos sempre a galopar.
Só que a estrada é muito longa e,
Se persistirmos, não vamos agüentar.

domingo, 7 de junho de 2009

IMPORTANCIA DO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO NA GESTÃO DEMOCRÁTICA DA ESCOLA

A construção de um Projeto Político Pedagógico desvia o eixo do planejamento educativo do nível central para o nível das escolas, dando-lhes maior autonomia e abertura para a realização de experiências inovadoras e desafiadoras locais.
Sendo a escola um espaço social rico em possibilidades de trabalho cooperativo, intelectual e de criatividade, contando com ambientes e recursos destinados especificamente a determinados fins pedagógicos como: biblioteca, quadra, feiras culturais, festividades, teatro, etc., onde o aluno, visto como cidadão constrói seu conhecimento, na sua interação com um mundo físico e social no qual ele vive; este conhecimento nada mais é que uma interpretação que o homem faz da natureza, sendo assim, o conhecimento é visto nas escolas como um conjunto de formulações teóricas que foram construídas e reconstruídas ao longo da história da humanidade, e o aluno, visto como um produtor de conhecimento deixa de ser um mero receptor de conhecimentos objetivos, para ser um agente transformador da sociedade. Cabendo ao professor o papel de organizador da ação pedagógica que visa à produção do conhecimento, que do ponto de vista epistemológico, os objetos do conhecimento existem na medida em que são inventados pelo sujeito do conhecimento, na sua interação com um mundo físico e social na qual ele vive entendido com o estabelecimento da relação entre o sujeito que conhece e o objeto a ser conhecido.
O Projeto Político Pedagógico, ao longo dos anos vêem tentando, quase sem sucesso, intermediar o processo sócio cultural de sua localidade, tendo dificuldades por ter a escola uma clientela diversificada, e que, na sua maioria, são de classes menos favorecida da sociedade, oriundas da zona rural e que ainda não estão organizadas do ponto de vista social.

(...) o estabelecimento das relações existentes entre o fazer pedagógico e as questões sociais mais amplas, bem como as relações de mútua interdependência são fatores determinantes a serem considerados na elaboração do Projeto Pedagógico e da Escola... [Ferreira Neto 1996, p. 21]

O Projeto Político Pedagógico tem que estabelecer um norteamento para os trabalhos pedagógicos que se desenvolverão na escola em virtude das discussões, junto ao conselho escolar, corpo docente, pais de alunos e representantes de classes sociais, e que não possa impedir a criatividade do corpo docente e discente e sim direcionar a tematização dos projetos de intervenção pedagógica a serem desenvolvidos conforme as possibilidades e necessidades do contato de ação prática.

TRANSTORNOS MENTAIS NOS JOVENS

É na adolescência, período de transformações na vida mental do indivíduo, a qual aparece diversas manifestações comportamentais, e que se confundem entre doenças mentais e comportamentos inadequados. O uso de drogas (cigarro, bebidas alcoólicas, cocaína e outros), pode ser um simples comportamento de experimentação da vida.
É na adolescência que a pessoa se descobre como indivíduo, gerando um sentimento de curiosidade e euforia, também gera um sentimento de medo e inadequação. Nesta fase se descobre o que é ser adulto, porém não está pronto para exercer as atividades e assumir as responsabilidades de ser adulto. Buscar exemplos e seguir ídolos artísticos, esportivos e outros, para a construção de seu caráter e seu comportamento, como também a necessidade de contrariar a vontade e ou idéias dos pais e ser diferente deles, também reflete a sua personalidade jovem. Para a construção de sua própria identidade como pessoa e que ao mesmo tempo ele pode não se ver capaz ainda de se separar, gerando então um sentimento de medo e insegurança. De um lado a vontade de ser independente e diferente, do outro o medo e dificuldade de assumir a posição adulta com as suas responsabilidades e desejos, isto tudo levam o adolescente a uma fase de intenso conflito, mudando de opiniões com facilidade levando a um comportamento bastante impulsivo. Nesta fase os adolescentes precisam de ajuda neste processo de “ser adulto”, o qual, mesmo não se constituindo em doença mental, pode se constituir em sofrimento para o adolescente, neste caso é importante a intervenção psicológica para possíveis transtornos como as doenças depressivas, que é comum na adolescência, como tristeza, irritabilidade, falta de interesse ou prazer em suas atividades, insônia ou excesso de sono, abuso de substancias psicoativas (álcool e outras drogas).
A dependência de drogas, que é o transtorno mais grave deste grupo, acarreta a ausência de prazer nas atividades sem a droga e a busca incessante da mesma, muitas vezes se envolvendo em situações ilegais ou de risco para se conseguir a mesma (roubo e tráfico). Podendo aparecer também Transtornos Psicóticos que muitas vezes se caracterizam por comportamentos e pensamentos muitos bizarros e distorcidos frente a realidade. Muitos transtornos da adolescência podem se manifestar com comportamento suicida (tentativas ou ameaças de suicídio).
São muitas as possibilidades de transtornos mentais nessa fase da vida, mas todas as situações devem ser muito bem avaliadas antes de se dar um diagnóstico e que suas atitudes podem refletir em problemáticas familiares.
A família, o psicólogo, o psiquiatra, o psicanalista ainda é a solução.

quarta-feira, 29 de abril de 2009

CÁLICE, de Miltom Nascimento e Gilberto Gil

Pai, afasta de mim este cálice
Pai, afasta de mim este cálice
De vinho tinto de sangue

Como beber dessa bebida amarga?
Tragar a dor engolir a labuta?
Mesma calada a boca resta o peito
Silêncio na cidade não se escuta
De que me vale ser filho da santa?
Melhor seria ser filho da outra
Outra realidade menos morta
Tanta mentira tanta força bruta

Pai, afasta de mim este cálice
Pai, afasta de mim este cálice
De vinho tinto de sangue

Como é difícil acordar calado
Se na calada da noite eu me dano
Quero lançar um grito desumano
Que é uma maneira de ser escutado
Esse silêncio todo me atordoa
Atordoado eu permaneço atento
Na arquibancada pra qualquer momento
Ver emergir o monstro da lagoa

Pai, afasta de mim este cálice
Pai, afasta de mim este cálice
De vinho tinto de sangue

De muito gorda a porca já não anda
De muito usada a faca já não corta
Como é difícil, pai, abrir a porta
Essa palavra presa na garganta
Esse pileque homérico no mundo
De que adianta ter boa vontade
Mesmo calado o peito resta a cuca
Dos bêbados do centro da cidade

Pai, afasta de mim este cálice
Pai, afasta de mim este cálice
De vinho tinto de sangue

Talvez o mundo não seja pequeno
Nem seja a vida um fato consumado
Quero inventar o meu próprio pecado
Quero morrer do meu próprio veneno
Quero perder de vez tua cabeça
Minha cabeça perder teu juízo
Quero cheirar fumaça de óleo disel
Me embriagar até que alguém me esqueça

ESCOLA, DOCENTES E ALUNOS

O mundo está mudando, a instituição escolar se manteve rígida em sua organização. Os docentes e os alunos mudaram; pois é conduta dos seres humanos assimilarem as mudanças sociais. Professores e alunos são obrigados a forçarem suas personalidades dentro da escola obedecendo a um sistema quase ultrapassado, que só com uma mudança nesta mordaça pedagógica poderá ser construído uma melhor relação entre docentes e alunos, visando uma melhor aprendizagem com satisfação.
A cada ano que passa é diminuída a valorização do professor pelo seu conhecimento, também a escola é pouco respeitada como uma segunda casa. Mas é óbvio, se a família não pode se manter como formadora de cidadãos, menos ainda pode se esperar da escola. O próprio ambiente físico das escolas não oferece um ambiente apropriado para o processo de ensino-aprendisagem e que a cada ano que passa aumenta a quantidade de alunos, tornando menores os espaços oferecidos. Também os diplomas que seguem dano aos docentes deixam a desejar em relação ao conhecimento específico e suas habilidades. “Que situação chegou o docente diante sua tamanha atribuição e competência”, a cumprir como bonzinho a função de assistência e contenção ante a quase dissolução da família. Assim chegamos a uma situação muito confusa sobre qual é o perfil e a função do docente hoje em dia. A docência e a educação estão em crise. Diante desta crise que se apresenta, ignorar e seguir em frente com a rotina escolar superficial, pode ser uma contribuição e continuidade para o que está acontecendo.
Será que é correto encher as escolas de alunos? É possível ensinar e aprender diante de uma sala com 40 alunos, pode o professor, nessas condições atender tal diversidade de alunos e corrigir os erros como forma de ensinar? Porque segue mantendo o horário como o centro da organização escolar? Porque os alunos devem suportar determinados professores impostos pela direção? Porque os professores devem lidar com alunos que não querem e não tem os elementos suficientes para a boa aprendizagem?
A violência e a educação institucional é um desafio entre a razão crítica e a busca de sentido para oferecer propostas concretas.
A violência como um problema macro social, parece não se encontrar meios para a solução. A violência psicológica e moral que exige da educação, principalmente a média, acrescenta um desprestígio conceitual, colocando a escola e seus docentes em situação de indefinição e debilita sua missão de poderem exercer, como mediadores e conselheiros, para conter todas as formas de violências como maior exclusão social. Temos como violência simbólica a comunicação social em um tempo que se ler pouco, se escuta mal e se ver muito, principalmente a miséria, violência e paixão humana, mostrada pela televisão. Analisando as preocupações e competências dos nossos dirigentes, que decidem tudo neste pais, vemos que o setor que mais é penalizado é o educacional, o resultado é traumático para alunos e professores.

Alguns comparativos entre a escola e os meios de comunicações, como jornais e televisão.
A escola deve ensinar: A moral pessoal e social, o sentido da família e a autoridade dos pais, o desenvolvimento harmonioso da natureza humana, preservar a cultura e seus valores, evitarem a violência.
A televisão: Leva a sociedade a entender que o que importa são valores materiais, incentiva ao consumismo, desprestigia o sentido de família e responsabilidade para com as autoridades, sensacionalismo com as desgraças e calamidades, facilita a cultura da morte, excita a sexualidade precoce. Etc.
A população educacional do ensino médio fica no centro da crise, configurada na violência escolar, danificada pela violência familiar, pressionada pela violência socioeconômica.
Não basta esperar que as coisas mudem, se faz necessário, mudança de atitudes dos grupos dominantes, revisarem os conceitos docentes e capacitá-los para as problemáticas dos alunos.

terça-feira, 28 de abril de 2009

O DIVÃ

“História de uma pessoa que sai de casa, muitos anos depois procura um psicanalista e na cadeira de trabalho (divã), expõe as recordações constantes em sua vida”

Relembro a casa com varanda
Muitas flores na janela
Minha mãe lá dentro dela
Me dizia num sorriso
Mas na lágrima um aviso
Pra que eu tivesse cuidado
Na partida pro futuro
Eu ainda era puro
Mas num beijo disse adeus.

Minha casa era modesta, mas
eu estava seguro
Não tinha medo de nada
Não tinha medo de escuro
Não temia trovoada
Meus irmãos a minha volta
E meu pai sempre de volta
Trazia o suor no rosto
Nenhum dinheiro no bolso
Mas trazia esperança.

Essas recordações me matam
Essas recordações me matam
Essas recordações me matam
Por isso eu venho aqui.

Relembro bem a festa, o apito
E na multidão um grito
O sangue no linho branco
A paz de quem carregava
Em seus braços quem chorava
E no céu ainda olhava
E encontrava esperança
De um dia tão distante
Pelo menos por instantes
encontrar a paz sonhada.

Essas recordações me matam
Essas recordações me matam
Essas recordações me matam
Por isso eu venho aqui.

Eu venho aqui me deito e falo
Pra você que só escuta
Não entende a minha luta
Afinal, de que me queixo
São problemas superados
Mas o meu passado vive
Em tudo que eu faço agora
Ele está no meu presente
Mas eu apenas desabafo
Confusões da minha mente.

Essas recordações me matam
Essas recordações me matam
Essas recordações me matam
Essas recordações me matam.

sábado, 18 de abril de 2009

O Acre era de quem? por Eduardo Carneiro

Nunca houve, talvez, uma geografia tão confusa, hesitante, cheia de erros e de reticências do que a do ocidente do rio Madeira, durante os tempos coloniais”. (Leandro Tocantins, 2001, 387p. )
Eduardo Carneiro * A pergunta que traz o título desse artigo parece ter uma resposta óbvia para nós acreanos: o Acre pertencia ao Brasil. Os mais ufanistas acrescentariam “foi preciso que o sangue de nossos antepassados, heróis revolucionários, fosse derramado para que o Acre se desligasse da usurpadora Bolívia”. Mas pelo que sabemos, o Peru também reivindicava o Acre. Qual dos três países estava com a razão?

O BRASIL? Juridicamente todos os Tratados Internacionais, até então, davam uma resposta negativa a essa pergunta. A Bula Papal Intercoerente (1493) Tratado de Tordesilhas (1494), Tratado de Madri (1750), Tratado de Prado (1761), Tratado de Santo Ildefonso (1777) e o Tratado de Badajós (1801). O próprio Brasil Imperial reconhecia que o Acre pertencia à Bolívia através do Tratado de Ayacucho (1867) e por inúmeras vezes o Brasil Republicano confirmara o prescrito de 1967. Por que o Brasil teve que pagar à Bolívia (Tratado de Petrópolis, 1903) uma terra que lhe pertenceria?

O PERU? Como sabemos, a Bolívia fazia parte do Peru, um dos quatro vice-reinados da Espanha aqui na América. A Bolívia somente conquistou sua independência em 1825, no entanto, não houve consenso em relação aos limites fronteiriços com o Peru. O Peru alegava que todo o vale do Amazonas, a leste do meridiano do nascente do Javari, lhe pertencia. Quando houve a “revolução” acreana, essa questão ainda estava latente. Nesse ponto de vista, o Brasil teria de negociar o Acre com o Peru e não com a Bolívia. De fato, bastaram alguns meses para que o Barão de Rio Branco resolvesse a questão acreana com a Bolívia. Com o Peru, ao contrário, a pendenga durou seis longos anos.

A BOLÍVIA? A Bolívia considerava o Acre como “Tierras non descobiertas”, ou seja, terras ainda não exploradas pelos bolivianos. A atenção econômica desse país estava voltada para a extração de ouro e prata, negócio seguro e certo. Além do mais, a Bolívia vinha de uma guerra contra o Chile de 4 anos (1879-1882), portanto, teve que deslocar recursos humanos em direção oposta ao Acre. Aproveitando-se do patrocínio internacional e da crescente valorização do preço da borracha, milhares de nordestinos ocuparam as terras, criando o que se chamou de “Questão do Acre”. A Bolívia, mesmo sem ter ocupado a terra, alegava que o Acre lhe pertencia baseando-se nos mesmos Tratados Internacionais que o Peru, exceto o de Ayacucho.

De quem era o Acre, afinal? Ora, segundo a retórica aceita do UTI POSSIDETIS, o Acre pertenceria não aos seus descobridores, e sim aos seus ocupantes. Então o Acre inegavelmente pertencia aos primeiros ocupantes, certo? Sim, está correto. Ora, então o Acre pertencia inegavelmente aos brasileiros, certo? Não, errado. Os brasileiros foram um dos primeiros assassinos brancos na região e não os seus primeiros ocupantes. Os primeiros ocupantes foram os índios.

Até a segunda metade do século XIX, viviam no Acre cerca de 150 mil índios, distribuídos em 50 povos. Eram índios brasileiros ou bolivianos? Eram futuras vítimas do homem branco, brasileiros por mera coincidência, e isso nos basta. As “correrias” foram à maneira mais humana dos “heróis acreanos” dizimarem os índios e reocuparem o “último oeste”. A ambição pelo lucro gumífero moveu todo o genocídio, é o que a historiografia oficial convenientemente chamou de patriotismo.

Atualmente vivem no Acre um pouco mais de 10 mil indígenas. No último dia 19 de abril, dia em que o branco concedeu ao índio para vãs “comemorações”, políticos que se autoproclamam continuadores do espírito revolucionário dos primeiros acreanos, disputaram “microfones” para convencer os próprios brancos, que os índios no Acre têm “VALOR”.
Pode o índio ter valor sob a tutela do branco? Pode o índio ter valor nas mãos de quem se diz representar os seus algozes? Mas vivemos “novos tempos”. Tempos em que a Floresta vira nome de governo, índios viram autoridades, etnias ganham Secretaria. Oh, que engodo! Já diria Foucault em A Ordem do Discurso, que a instituição “lhe prepara um lugar que o honro, mas o desarma”. O Acre pertencia aos índios, mas esse debate pouco importa numa terra feita de “heróis”.
* Eduardo Carneiro é acadêmico do Mestrado em Letras na Ufac

quinta-feira, 9 de abril de 2009

DESEMPREGO

O Brasil vive uma grave crise estrutural por causa do modelo macroeconômico adotado pelo governo, refletindo em um alto índice de desemprego, esta situação leva a marginalização porque o subempregado procurará sobreviver na ilegalidade. Se não houver uma mudança na política econômica, o Brasil entra no caminho onde a violência só aumenta. A maioria do povo brasileiro ainda não percebeu que todos os impostos estão embutidos nos preços que pagamos. Muitas pessoas pensam que são os ricos, as indústrias e o comércio que sustentam a nação. Mas, já é tempo de acordarmos e compreendermos que não é bem assim. Mesmo sem perceber, somos nós, os simples cidadãos que sustentamos a nação com mais da metade dos nossos rendimentos. Uma quantia exagerada que poderia ser utilizada na fomentação da economia e na geração de emprego. “O desemprego estrutural faz parte hoje da lógica mundial da produção" Sustentar programas de auxilio-desemprego, os quais permitem apenas a subsistência, têm um custo muito alto, e ainda não é a solução. “O resultado é o agravamento da crise social e o surgimento de população excluída da produção e do consumo, e que conseqüentemente encontra-se fora de qualquer categoria de cidadania e da possibilidade de acesso à saúde, à educação e à habitação”. A situação lembra um enorme ferro-velho, onde o lixo permanece como símbolo do que na verdade não tem como ser jogado fora definitivamente. Esta situação desdobra-se em "tensões sociais a serem controladas por meios repressivos por parte das polícias", em uma crescente "degradação social na cidade e no campo”. Assistimos a um alastramento da criminalidade no seio do espaço coletivo, o que, por sua vez, incrementa o esconder-se narcísico. Na medida em que o Estado Moderno abre mão de qualquer função de negociador social, de promotor de diálogo das diferenças; a sociedade caminha para um processo de duelização, onde a lei e os políticos caem em descrença, não se constituindo mais em referência maior. As erosões sistemáticas das instituições públicas e dos poderes fazem, com que tome corpo a idéia do "cada-um-por-si", onde obviamente vence o mais forte, o mais esperto, o mais rico, etc. É a lógica da exterminação do outro, do menor, do mais pobre e do mais frágil que atua respaldado na lógica do descartável. O produto a se descartar é um enorme e crescente contingente de seres humanos. Estes são empurrados para algum tipo de agrupamento que os identifique na exclusão. Este cenário de guerra também encontra nas relações de trabalho e leva a uma corrosão do caráter das relações, devido à competição acirrada entre os trabalhadores para se manterem no mercado de trabalho. O que antes podia ser vivido como um ambiente de colegas de trabalho apresenta-se agora como um ambiente de intrigas, ataques desleais e traições pessoais. E como se não bastasse, surge uma nova sintomatologia ligada ao que se convencionou chamar de estresse. O estresse na verdade nada mais é do que o nível de tensão, ansiedade, insegurança e angústia imposta aos trabalhadores no cenário contemporâneo.

“Anuncia o governo estar o desemprego na faixa dos 17%. A pergunta continua: 17% de quê? Dos 180 milhões de brasileiros? Da população em condições de trabalhar? Dos que procuram emprego ou dos que recebem o salário-desemprego? Entram aí camelôs e os que se encontram na informalidade?”
artigo elaborado em junho de 2007 - crise hoje

quinta-feira, 19 de março de 2009

" Se duvidas, esperem "

Diante de uma conjuntura formada na América do Sul, e de como estão acontecendo as políticas nas maiorias dos paises Sul americanos,com apoio de outros paises, não pode se duvidar que Lula seja candidato novamente a presidente, ou se caso não der certo, poderá ganhar Dilma, ou quem eles quiserem. "Se duvidas, esperem". Veja também o que poderá ocorrer na Bolívia? Não se surpreenda.

terça-feira, 17 de março de 2009

SEXO E NEUROSE

O problema da consciência, ou melhor, a luta da consciência com o impulso sexual foi o bode expiatório dos freudianos. Quando o rapaz corta o cordão umbilical e se liberta da influência da família, quando deixa de ser sexualmente controlado pela consciência dos pais e passa a ser governado pela própria consciência, tem de fazer diariamente variadas escolhas e opções. O impulso deseja sexo com a namorada, colega, vizinha, empregada, animais, a consciência do rapaz é quem permitirá fazer sexo ou não. Esse diálogo cotidiano entre a consciência e o impulso sexual pode se intensificar de tal hostilidade, de tal absorção, de tal violência consigo mesmo, transformando de diálogo em polêmica, de polêmica em duelo. E se essa consciência é impiedosa com os impulsos, então o rapaz deixa de ser o rapaz e se torna um alucinaçao. Dentro dele já não há mais uma luta e sim uma alucinação. É essa batalha, que quando atinge um limite já não suportável pelo rapaz que os psicanalistas chamam de neurose.
As pessoas que têm consciências bitoladas, intolerantes em se falando de sexo, são propícias para esta doença. Pregam tabuletas de “mal, de proibido” na porta do sexo, em cada parte de seu corpo, e tentam esconder a vontade sexual (libido). Constroem um código pessoal em relação ao sexo, às vezes com a maior das asnices, contra o código que Deus se deu ao cuidado de redigir para a dinâmica da libido. ...Também o sexo fazia parte do tudo criado por Deus. Logo o sexo também é “muito bom” segundo várias passagens pela bíblia (Gênesis, Moisés, Jesus. Etc.).
Não é de se estranhar que a natureza comece a esbravejar, que a libido comece a espernear acorrentada, que o impulso dê pontapés internos e reduza a cacos esta personalidade (neurose). “Neurose é precisamente o resultado desse desalentador fenômeno entre o impulso sexual e suas proibições”. Em seus estudos Freud logo idealizou a liquidação das neuroses pela libertação total do sexo. Especialmente libertar de antigos preconceitos e proibições, com isso o rapaz faria a profilaxia, a prevenção da neurose pela libertação do sexo.
Os educadores pós-modernos aprenderam com autênticos psicanalistas que o aluno privado de imposições da consciência será um pigmeu diante das imposições da vida. Privado do exercício cotidiano da consciência ele permanece débil, inferiorizado, psiquicamente pobre, candidato a neurótico quando chegar à hora de enfrentar a profissão, de conquistar a mulher, de concorrer na sociedade. Aprenderam que a consciência treina o rapaz para vencer as dificuldades inevitáveis da existência. Edificando a consciência de um rapaz nós estamos pondo nele os pólos da maravilhosa tensão. O pólo da consciência e o pólo dos impulsos sexuais. Do jogo sadio desses dois pólos é que nasce o rapaz dentro do menino, o homem dentro do rapaz.

DIÁLOGO FAMILIAR COMO PREVENÇÃO CONTRA VÁRIOS MALES

Muitos pais têm grande dificuldade em dialogar com seus filhos sobre temas polêmicos e conflitantes, mas, se não se esforçarem em vencer essa barreira, os jovens aprenderão esses assuntos com outras pessoas, em qualquer outro lugar: nas ruas, nas escolas nas festinhas, etc. e muitas vezes, esse aprendizado poderá ser distorcido e, até mesmo, doentio. Temos medo e dificuldades de dialogar, sobre tais assuntos, aprender a criar clima inteligente, aberto e espontâneo sobre temas complexos e polêmicos, estimula e expande as funções mais importantes da psique. “Os pais e os educadores deveriam aprender a navegar no território da emoção e a ser os primeiros a discutir com os jovens temas ligados ao: relacionamento humano, sexo, liberdade social, drogas”. Infelizmente faltam alguns ingredientes estimuladores da arte de pensar em nossa sociedade.
Os primeiros ensinamentos ou conceitos que uma criança ouve e assimila, sobre um determinado assunto, é o que mais impressiona a personalidade e incorpora-se a ela. Por exemplo, existem pessoas que têm pavor, pânico de baratas, ratos, lagartas. Isso porque quando crianças ouviram palavras e/ou presenciaram comportamentos de outras pessoas que apontavam as baratas, ratos, lagartas como “bichos terríveis e ameaçadores”, o que ficou na memória não é a dimensão real dos bichos, mas sim o significado da dimensão do alarme feito; por outro lado, se essas crianças tivessem sido ensinadas que as baratas, ratos, e lagartas são apenas e simplesmente animais anti-higiênicos, certamente quando crescessem, não mostrariam pavor diante deles.
As primeiras experiências de vida nas crianças marcam demasiadamente suas personalidades adultas. Este mesmo princípio serve para as drogas; os pais, em hipótese alguma, deveriam abrir mão da possibilidade de serem os primeiros a conversar sobre as drogas e outros males com seus filhos, para isso eles precisam de informação e educação no assunto. Precisamos de encontro, debates para a boa orientação aos pais, pois, depois que os jovens aprendem o conceito social das drogas e outros, com amigos e usuários, cujo compromisso é apenas com o praser momentâneo, será muito difícil restaura-los. Os pais devem ser criativos, espontâneos e autênticos ao dialogar com seus filhos sobre drogas, sexo, futuro, etc. Evitando ser frios inseguros e rígidos. ”Os pais devem ser os primeiros professores dos jovens e saber compreender e enxergar o mundo não apenas com os próprios olhos, mas também com os olhos dos outros”. Não é fácil educar nossos filhos; é mais fácil educar filhos dos outros. Não se fabrica a personalidade dos jovens, só é possível estimula-los, e se o fizermos com sabedoria, semearemos neles as funções mais importantes da inteligência. Se as crianças vislumbrarem nos pais confiança, espontaneidade, serenidade, certamente incorporará conceitos que irão imprimir no inconsciente uma representação saudável.
“Pais e filhos são capazes de ouvir, horas a fio, as personagens da TV, mas não conseguem ouvir com prazer, por alguns minutos, o que está acontecendo no interior uns dos outros.”