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terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Respeitem nossos velhinhos

Que seja abençoado cada filho que tem a coragem para olhar dentro de si, de maneira clara, e ver como realmente é: alguns homens velhos, carcomidos, cheios de defeitos, depauperado. Homens velhos que carregam nas costas baús de lembranças, boas e ruins, de orgulhos tolos, de malquereres. Homens que se encontram curvados de tantas lutas do dia a dia, para dar a sobrevivência da família. São homens honestos de condutas ilibadas, que não podem ser mais cidadãos e exercer seus direitos, embora exista Lei estadual neste sentido (N° l.343 de 2000), mas que continuam servindo para pagar impostos.
Denuncias de maus-tratos como: conflito familiar e pessoal, negligência asilar e hospitalar, discriminação, abandono, apropriação de seus bens, são atitudes que são consideradas comuns. Mas na verdade se trata de falta de respeito e falta de consideração para com os mesmos.
No dia em que formos mais solidários, quando no final da vida o velho tiver onde morar, o que comer e remédios para controlar a saúde, como em muitos países desenvolvido, ele será lucrativo para a sociedade ao invés de ser um peso. Pois nada é mais justo do que garantir ao idoso a sua integração com o desenvolvimento sócio-econômico e cultural. O “Estatuto do Idoso” não tem sido eficientemente aplicado. A reforma previdenciária foi feita, visando mais resolver o déficit financeiro da instituição. Embora sejamos um país em que o número de idosos está aumentando, e vai continuar crescendo, existem mais pessoas em atividade, com o INSS, do que fora, para financiar aqueles que são aposentados. Também é verdade que uma pequena quantidade de aposentados ganha salários altíssimos, faltando dinheiro para os menos favorecidos, que é a grande maioria também merecedora.

REFLEXÃO

Pai, a vida é tão breve e passageira. Vejo-o tão tenso, preso nos seus próprios conceitos e preconceitos, mostrando ainda ser forte. Sei que não facilitei o nosso convívio, não me propus aproximar-me ainda mais de você. Também fiquei arredio, mas pai, hoje vejo tudo mais claramente e até por isso posso ver minhas falhas consigo. Tente se abrir, não tenha medo do mundo, você ainda vive e o mundo também é você.

Carlos Portela Eduino

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